Entre
1945-1989 (Final da Segunda Guerra Mundial e a Queda do Muro de Berlim) o mundo
tremeu com o receio de um novo conflito mundial, desta vez entre "velhos"
aliados, URSS (Comunistas) e os EUA (Capitalistas). Os interesses das áreas de
influências ultrapassaram a margem do aceitável e daquilo por o que ambos
lutaram no conflito mundial (1939-45), Liberdade entre povos.
Como
é que se luta para atingir um fim honroso e logo a seguir se entra num clima de
tensão para dominar o mundo? Infelizmente os interesses de ambas as nações foram
no intuito de serem super-potências sem pensarem, um único minuto, nas
populações que foram devastadas anos antes. Milhões de mortes, destruição e
desastre económico para quê? São questões como esta que a comunidade
internacional deve avaliar e responder.
Famílias separadas por interesses
políticos. O mundo, tal como o conhecemos, podia ter sido dizimado e, para nossa
sorte, não o foi porque os estados envolvidos sentiram receio de o fazer. Bombas
atómicas, hidrogénio... para quê?
Guerra das Coreia? Separou-se um país por isto?
Guerra das Coreia? Separou-se um país por isto?
Passaram
cerca de 20 anos e, este assunto, parece tudo esquecido. Memórias apagadas.
Nomes como Eisenhower, Roosevelt, Churchill... lutaram pela liberdade e são
relembrados? Não! A sociedade deve a eles e a todos os anónimos que lutaram pela
causa. Estaline, Hitler, Mussolini... ficaram na história pelas piores razões
mas, por mais aterrador que tenha sido esse período, os valores intragáveis da
má conduta humana continuam, olhemos só para o que se está a passar no Irão,
Afeganistão e na própria Coreia, que ainda não resolveu os seus
problemas.
Liberdade
e fraternidade são valores universais defendidos na Carta dos Direitos Humanos e
Nações Unidas desde 1947 e estão a ser respeitados? Será a ONU capaz, se alguma
vez o foi, de resolver estes problemas? Estará condenada como a Sociedade das
Nações em 1919? Todos nós somos História e, como tal, temos obrigação de a
mudar... para melhor!
Tudo o que fazemos é Passado mas importa relembrar que é com ele que aprendemos e o que idolatramos e as acções que defendemos irão, invariavelmente, perpetuar-se na eternidade.
Tudo o que fazemos é Passado mas importa relembrar que é com ele que aprendemos e o que idolatramos e as acções que defendemos irão, invariavelmente, perpetuar-se na eternidade.
Rui Fernandes

