27/03/2017

Clube dos Pensadores: 11.ºaniversário












Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, enviou um vídeo a Joaquim Jorge para ser transmitido. Quis estar presente da forma que pôde tendo em conta a sua agenda.

Para este dia Joaquim Jorge convidou Nuno Magalhães, presidente do Grupo Parlamentar do CDS,  António Tavares do PSD e Provedor da SCMP, Paulo Morais ex-candidato a Presidente da República, Manuel dos Santos  eurodeputado do PS, João Semedo ex-líder do BE , António Filipe  vice-presidente do Grupo Parlamentar do PCP.

Estará presente Semedo, antigo grande jogador do Porto e internacional A.

Haverá um momento musical.

Obrigado.

Rádio Nova




A passar nos noticiários uma pequena conversa de Joaquim Jorge , a propósito do 11.ºaniversário.

26/03/2017

Selecção JJ - Buena Vista Social Club 'Chan Chan' at Carnegie Hall







Compay Segundo foi um artista único. A maneira que produzia o som se ajustava ao modelo da zona oriental de Cuba, pelo que é reconhecido como um grande representante da cubanía. Sua carreira teve inúmeras mudanças; integrou o sexteto Los Seis Ases, o Cuarteto Cubanacán, e foi clarinetista da Banda Municipal de Santiago de Cuba. Em 1956 criou o grupo Compay Segundo y sus Muchachos, com quem trabalhou até sua morte.

25/03/2017

O PS, a Cidade e o futuro



António Fernandes 
O PS-Braga elegeu, por proposta do seu Presidente, à Comissão Política Concelhia, o camarada Miguel Corais, membro do Secretariado da Secção, como o seu candidato ao Município de Braga.
O resultado apurado foi expressivo num contexto de representação das três sensibilidades presentes na Comissão Política e que são do conhecimento geral. Comissão essa que foi eleita pelos militantes no uso dos direitos estatutários e que, nesse sentido, representa o universo dos militantes do partido.
A Comissão Política Concelhia é um Órgão que depois de empossado elege um Secretariado proposto pelo Presidente da CPC para que dê cumprimento às suas deliberações, assim como ao Plano de Actividades nesse Órgão aprovado e agilizar os procedimentos das suas deliberações.
Com esta responsabilidade política, a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Braga exerceu um direito que é seu, no quadro dos Estatutos que regulamentam, nas também, da deliberação do Congresso Nacional que votou exclusivamente a recandidatura de autarcas em exercício eleitos pelo PS no quadro das candidaturas a serem apresentadas para eleição autárquica.
Cumpridas estas formalidades, se outras não houver, o camarada Miguel Corais assume a condição de candidato do PS ao terceiro Município do País atualmente gerido pela direita política coligada sob a sigla "Juntos por Braga".
Aguardam agora os militantes do PS que a restante equipa seja formada assim como a configuração do elenco para a disputa eleitoral para a Assembleia Municipal aonde se exige um desempenho multidisciplinar eficaz e coeso que dignifique o Órgão e lhe dê o relevo legalmente estabelecido, na discussão e na aprovação das políticas Municipais.
Porque destas duas componentes depende muito o desempenho e o resultado final da eleição autárquica.

Jornal Record



Presidente da República enviou vídeo
RECORD.PT

Selecção JJ - Eliane Elias: Driving Ambition




Jornal de Matosinhos




24/03/2017

As certezas de uns são, muitas vezes, as incertezas de outros




António Fernandes
Não fora assim e, não haveria instabilidade.
Embora, muitas vezes, seja na instabilidade, que o Homem encontra as respostas que procura. Seja para o que for.
Até aqui, nada de novo.
O problema para a novidade é quando as certezas são redondas.
Quando acontecem, rolam sobre tudo o que lhes apareça pela frente.
A que acresce, quando essas certezas são redondas, em regra, rolarem sobre os primeiros obstáculos com que se deparam.
Ficam assim mais descansados os obstáculos que estiverem  na berma da estrada e aí se deixarem ficar.
As incertezas dos outros também podem ser redondas. Aquelas que nunca acreditam em ninguém. Nem em si próprios. Ao ponto de tenderem a reduzir essas incertezas em certezas que congeminam mas a que nunca dão saída.
No meio de tudo isto há um numero infindável de vitimas provocadas por essas certezas e incertezas redondas.
Vitimas que a sensibilidade redonda provocou ao longo da História e de cujo sangue sempre se alimentou.
Importa por isso reter que a vida dos Homens é feita de mudanças e nunca de certezas.


Importa também realçar que os maiores lideres foram sempre os que viveram em permanência, com incertezas.

Vida Económica




23/03/2017

Selecção JJ - Tom & Joyce - Vai Minha Tristeza




11.ºaniversário do Clube dos Pensadores






Esta segunda-feira é um dia especial para quem aprecia o Clube dos Pensadores.  O Clube festeja 11 anos.Haverá vários momentos marcantes. Um deles, será o video-mensagem do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa enviado a Joaquim Jorge.

Semanário O Diabo


O Clube dos Pensadores festeja no próximo dia 27 de Março o seu 11º aniversário.
JORNALDIABO.COM

Opinião de Joaquim Jorge no RECORD


O mês de abril vai ser pródigo em grandes jogos de futebol, com verdadeiras finais antecipadas: Juventus - Barcelona; Bayern de Munique-Real Madrid; Borrusia de Dortmund-Monaco e Atlético Madrid-Leicester.
RECORD.PT

22/03/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto


(...) Em relação ao deputado inglês há um conflito de interesse notório entre a sua posição como deputado e a orientação que dará a um jornal muito lido e com bastante prestígio no mundo. Um deputado pode ter outras ocupações mas não pode haver conflito de interesses. O interesse público quase sempre não tem boas relações com o interesse privado.
Em relação aos deputados portugueses é o exercício de deputado com as famosas sociedades de advogados. (...)

Clube dos Pensadores : Semedo


Semedo 


O Clube dos Pensadores, na comemoração do 11.º aniversário , para além, de políticos , vai ter a presença de Semedo, amigo pessoal de Joaquim Jorge.

Semedo antigo médio do Porto, actualmente treinador-adjunto no Porto era um jogador polivalente muito do agrado de todos os treinadores. Um jogador de equipa que foi 21 vezes  internacional ao serviço da selecção nacional. Foi oito vezes campeão nacional e venceu  uma Supertaça Europeia . Um exemplo de postura, de saber estar e de referência no futebol.

21/03/2017

TIMOR-LESTE TEM UM NOVO ROSTO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA – FRANCISCO GUTERRES LU OLO



 
Daniel Braga 
Depois de 1999 (para o referendo) votei pela primeira vez para as eleições em Timor-Leste. Dei o meu pequeno contributo. Com emoção e alegria. Não é importante a quem dei o meu voto. O importante é que Timor-Leste elegeu em total liberdade e lisura de procedimentos um novo Chefe de Estado. A democracia funcionou em pleno como leram e exprimiram muitos observadores internacionais e portugueses. É necessário agora é que o Presidente eleito - Francisco Guterres Lu Olo – que venceu com cerca de 60 % dos votos (maioria absoluta) seja agora o intérprete legítimo dos anseios que lhe foram confiados e o representante fiel de todos os timorenses e não só de uma fação. Não seja ele apenas o Presidente dos apoiantes da FRETILIN. O cargo de Presidente da República é muito mais do que ser Presidente de um partido político. Tem uma carga de maior responsabilidade como elo de união de todos, sendo uma voz mediadora de conflitos, uma voz apaziguadora de tensões. Tem de ser um Presidente de afetos e de ajuda na resolução dos problemas. Tem que possuir esse valor acrescentado. E penso que o Presidente Lu Olo tem capacidades e virtudes para ser esse pólo aglutinador de vontades, mediando, aconselhando, reconciliando, resolvendo...

Numa sociedade complexa como a timorense, do mais variado leque de sensibilidades, haver na figura do Presidente da República essa noção de que está dotado de um conjunto de prerrogativas fundamentais para o exercício do cargo, podem trazer graus elevados de confiança e de apaziguamento, necessários para que o território continue a fazer o seu percurso. Sem medos, com paz e acreditando a Nação de que é capaz. Só assim se poderá virar a página e conquistar o futuro.

Ainda no rescaldo do Brexit



Após a vitória do Brexit no referendo de 23 de junho de 2016, a Europa ficou sobressaltada e as primeiras reações da União Europeia foram de alguma dureza relativamente ao processo de negociação do divórcio. No entanto, esta decisão de saída constituiu apenas a primeira grande consequência de uma Europa frágil e estática face aos novos desafios que o mundo lhe apresenta.
Agora, a aproximar-se a data em que o artigo 50 do Tratado de Lisboa será ativado, Theresa May tem que acautelar um futuro para o Reino Unido fora da UE. O Reino Unido consegue viver sem a União Europeia, mas também lucrou muito com a adesão – pelo menos a nível comercial –, sem ter tido a necessidade de abdicar da moeda ou da sua particular política externa. Neste último ponto, e nomeadamente na relação com os Estados Unidos, o Reino Unido perdeu. Esta relação remonta ao período pós-Segunda Guerra Mundial, quando foram celebrados vários acordos entre os países que partilham a língua inglesa (Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia), designadamente ligados à cooperação dos serviços secretos e àquilo que ficou conhecido como o clube dos «cinco olhos», em inglês five eyes. Desta forma, os Estados Unidos viam o Reino Unido como uma voz dentro do círculo europeu que zelava indiretamente pelo país do outro lado do Atlântico.
Contudo, o Brexit, encabeçado por Theresa May, assinala apenas o início de uma vaga de populismo com que a Europa se tem deparado. E um dos argumentos dos populistas reside na imigração, apregoada como nefasta para uma nação. Na verdade, a imigração até pode constituir um ponto importante para um país, mas, se isso de alguma forma parecer que prejudica alguém dessa sociedade, nunca será bem digerido por ela. Existe, hoje, o sentimento de descrença em relação ao sistema político, fruto, em parte, de não se conseguir muitas vezes explicar determinadas medidas que se querem aplicar. Quando não entendemos, desconfiamos e muitas vezes não acreditamos no que nos estão a dizer.
O principal problema da Europa assenta na desigualdade. Para a ultrapassar essa desigualdade, sobretudo a económica, tem de haver mais flexibilidade. Recuar e ajustar as políticas é mais frutífero do que mergulhar numa crise que dá azo à formação dos populismos. A moderação recente de Merkel prova que também a Alemanha reconhece o tempo conturbado que se vive na Europa e que, neste momento, não é prudente a inflexibilidade.
Neste momento, anda muito em voga o estudo de um eventual fim do euro. Arrisco-me a dizer que, a curto prazo, nenhum país sairia beneficiado. Em vez de se explorarem terrenos perigosos e incertos, proponho que se invista naquilo de que o populismo se aproveita: a falta de eficácia na comunicação entre a esfera política e a social. É importante aprofundar um diálogo sério mas sustentado numa ação condizente.
Ao longo dos tempos, como nota Robert Skidelsky, prestigiado historiador britânico, a História faz-se de muitas pequenas decisões. Às vezes, as grandes mudanças não são exatamente desejadas da forma como acontecem. Às vezes, nem se percecionam imediatamente essas mudanças. Mas elas acontecem. Hoje, relativamente à Europa, tudo é incerto mas tudo é possível. É preciso agir para que tudo se conjugue da melhor forma, ainda que eventualmente isso possa não acontecer.

Tiago Morgado
estudante de Humanidades

Selecção JJ - Ella Fitzgerald -- Wait 'Till You See Him (De-Phazz Remix) (2005)



Jornal Público




Semanário O Diabo