17/08/2017

Selecção JJ - Dionne Warwick - This Girl's In Love With You




OS MENINOS DA MÃE



António Fernandes 
Os meninos da mãe não lhe largam o saiote. E choram. Fazem birra. Esperneiam deitados em chão coberto com tapetes do mais fino que há para lhes amortecer a queda e não provocar hematomas quando caem ou, pura e simplesmente, para ele se atiram.
Esperam pelo pai para lamuriarem o mau dia que passaram e lhe cravarem uma nota de cinquenta euros a fim de, conjuntamente com outros meninos de outras mães acelerarem as suas viaturas topo de gama e rumarem a estabelecimentos hoteleiros junto à praia para beberem umas cervejas e petiscarem umas francesinhas. Que são uma espécie de sandes em pão de forma com queijo, bife alface e outros ingredientes no meio, banhadas num molho especial.
Deliciam-se os meninos da mãe.
Os meninos da mãe da mãe não sabem, nem querem saber, o quanto sua mãe amargou para os trazer até ao presente. Já lá vão mais de trinta anos. Continuam paulatinamente a fazer de conta que tudo lhes passa ao lado porque, para eles, os meninos da mãe, os únicos responsáveis pelo seu estado social são todos aqueles que lhes não legaram futuro de vida sem preocupações nenhumas.
Dizem umas asneiras com a maior das naturalidades convencidos de que estão a ditar bitaites de alto gabarito de forma a se evidenciarem perante as meninas de mães diversas, nalguns casos da mesma mãe, convencidos que essa é a melhor maneira de lhes chamar a atenção e conseguir levar por diante intenção de casal. Em regra o tiro sai-lhes pela culatra porque as meninas já não são da mamã nem sequer do papá. Já andam pelo próprio pé que é como quem diz:- já sabem muito bem o que fazem e o que querem. E, a intenção, fica-se pela intenção por falta de intenção da parte restante. Do citado casal, como é óbvio.
Pela madrugada voltam a casa. Tentam fazer o mínimo barulho possível ao entrar, da porta da entrada até ao quarto aonde se encontra a cama em que se deitam, devidamente arrumada pela sua mãe que também foi quem a escolheu quando eram bebés, completamente satisfeitos com a vida que levam.
Não os incomoda a vida que as suas mães levaram e continuam a levar para os sustentar, vestir e, acompanhar a sua evolução nos estabelecimentos de ensino, mas, sobre tudo, aturar.
Os meninos da mãe já tem idade para fazer alguma coisa de útil em beneficio do agregado familiar em vez de assobiarem para o lado como se nada tivessem a ver com isso. Só porque partem do pressuposto de que, não pediram para nascer.
Os meninos da mãe, olham para todos os lados nomeadamente para trás, e congeminam em sede mental como é que hão-de levar uma vida autónoma sem grande esforço e de responsabilidade mínima.
Por entre umas pernas mais ou menos bem torneadas, uns decotes generosos e olhares de desafio concluem que a sua casa não é albergue eterno e que por isso tem de se fazer à vida.
Os meninos da mãe descobrem que há uma outra “mãe” que reúne melhores condições de “alojamento” social e económico: a “mãe”, cunha institucional.
Uma espécie de ponto de encontro em torno de um objetivo sem ideal algum mas recheado de interesses individuais aonde se divertem à brava e asseguram lugar proeminente e bem remunerado num qualquer gabinete de uma Câmara Municipal, Ministério ou outro qualquer estabelecimento publico ou privado sem que para isso necessitem de currículo e experiência profissional, bastando-lhes colocarem-se de cócoras e bajulação ao mestre a quem ajudaram através de travessuras a conquistar o poder na instituição que servem e através desta ascender na carreira sempre bem colocados em Listas candidatas aos Órgãos internos para se abalançarem para as Listas candidatas a lugares públicos do Estado de forma a se sentarem nas cadeiras do poder político sempre na esteira de poderem vir a ser eles a ocupar o seu lugar sem contemplações nem agravo porque essa escola é uma escola de valores pela qual sua mãe se regeu e que segundo pensam, não resultou em beneficio de nada. Por isso passam a dedicar à sua "mãe" adotiva toda a afeição de que são capazes-
Os meninos da mãe são uma espécie em ascensão profissional mas em queda social precipitada por ser oficio de curta duração no tempo corrido e etário.
Talvez por isso tenham a preocupação dominante em acautelar tempos vindouros por todas as vias que se lhe oferecem em resultado de um sistema conveniente para eles, os meninos da mãe e, para os beneficiários indiretos os mestres subjugados aos interesses do poder financeiro que são os que diretamente tiram beneficio e que para isso pagam principescamente aos seus servidores.
Que o poder político está a ficar cada vez mais vazio de conteúdo político. De ideias para o futuro. De valores que moldem essas ideias de forma a que os Homens não sofram as consequências das birras dos meninos da mãe que não olhando a meios para atingir fins atropelam tudo e todos para chegar ao topo de uma pirâmide construída sobre barro.
Os meninos da mãe não precisam de mais nada a não ser de uns euros no bolso para gastar e de muitos euros em contas bancárias algures espalhadas por paraísos fiscais. Na presunção de que o dinheiro não fala e o património fala de mais.
No entanto, é de todo conveniente registar que havendo mães diferentes é lógico que haja meninos também diferentes.
Os meninos da mãe materna que lhes seguem os princípios e, os meninos de outras mães não maternas, que por não terem princípios, cumprem esse papel na perfeição. As "mães" e os meninos!

Opinião de Joaquim Jorge no Jornal É Noticia


Neste período do ano, em férias, costumo dormir melhor, não ter horas e preocupações faz-me feliz.
Deixar o tempo fluir sem compromissos e fazer o que me dá na real gana. Se me apetecer vou até à praia, se não me apetecer ir à praia fico em casa a ler e a escrever, etc.
Porventura descansar um pouco e ver um filme de que gosto. Haverá melhor coisa no mundo do que uma pessoa sentir-se livre e ter tempo livre? Eu acho que não. 
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Opinião de Joaquim Jorge no RECORD


Revelo aqui o meu registo de interesses futebolísticos. Quando era mais novo gostava do Benfica e do Eusébio, jogador único. Actualmente não tenho preferência de clube, sigo o campeonato nacional à distância. O meu clube é a selecção nacional. Vi o final do jogo Sporting- Setúbal, depois de ter visto um excepcional jogo da Premier League, Arsenal-Leicester terminou 4-3 a favor do Arsenal. Um jogo fabuloso de emoção e de bem jogado.
O penálti em que Bas Dost foi derrubado dent...
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Simpatizo com o Sporting e a sua maravilhosa massa associativa, mas não aceito invenções e roubos de bradar aos céus
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Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto



16/08/2017

Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto


 A organização do PSD deixa muito a desejar. É dos livros nunca organizar um encontro partidário ou outro qualquer à hora de um jogo de futebol.
- A festa do Pontal também apontou que Passos Coelho não gera entusiasmo nem euforia.

15/08/2017

Uma desgraça nunca vem só


Uma desgraça nunca vem só e é bem verdade.  Incêndios a matar pessoas e levar casas , avioneta aterra na praia e  ceifa duas vidas.  Um andor cai numa romaria e como era o maior do mundo fere várias pessoas. Hoje queda de árvore de grande porte na Madeira mata várias pessoas e inúmeros feridos.

Que mais virá por aí? Não sou pessimista mas dá que pensar.

Selecção JJ - Phil Perry - The Way That I Want You




13/08/2017

Quo vadis Brasil?



Mário Russo
O Brasil está a passar por um período crítico da sua existência devido à inundação de casos de corrupção em catadupa. Todos os dias as televisões e rádios, para além dos jornais, relatam casos de políticos ou agentes da administração nas esferas municipal, estadual ou federal, envolvidos em esquemas de elevada corrupção que fazem corar qualquer pessoa minimamente séria.
Segundo a voz corrente, dizem que aqui no Brasil a corrupção é endémica e está nas veias da própria população, que acha normal dar uma propina (luvas) a funcionários para a tramitação de “papelada” em repartições públicas. No entanto, esta perceção, hoje em dia, parece já não ser verdade, pois não constatei em várias situações em que pessoalmente tive de tratar de assuntos burocráticos em órgãos públicos e deparei com sistema avançado de atendimento e apoio ao cidadão, através de informatização, muitas tarefas realizadas via internet e, por isso tudo sem a necessidade das tais luvas, que eram comuns, mas há algumas décadas atrás.
No entanto, o mesmo não se passa na esfera política e económica (grandes grupos económicos), cujo comportamento foi o oposto, sobretudo após a entrada do PT na governação com o governo Lula, iniciando-se um projeto de poder em que o dinheiro seria arrecadado para comprar votos dos deputados, batizado de “mensalão”. Assim começou uma verdadeira caça a recursos públicos através de drenagem de dinheiro de grandes empresas públicas e privadas, com ênfase na Petrobras, uma das maiores companhias do mundo, à época. Também as obras públicas foram usadas como fontes de arrecadação, pois uma percentagem drenava para os cofres dos políticos, de todos os partidos, porque os partidos de poder nos diversos Estados faziam o mesmo que era feito a nível federal.
O BNDES, Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social, um banco que deveria financiar o desenvolvimento do Brasil, financiou obras no Peru, em Cuba, Venezuela, Angola, entre outros países, todos com luvas pagas aos políticos, sobretudo através de uma das maiores empresas de construção do mundo, a Odebrecht, incluindo em Portugal.
Recentemente o ex-Presidente Lula foi condenado a 9,5 anos de prisão em primeira instância. Agora até o Presidente  Michel Temer, que foi vice-Presidente de Dilma Russef, que foi destituída do poder por irregularidades, escapou de ser investigado por um Congresso de deputados na sua maioria corruptos que votaram a favor do parecer de um dos compinchas da tafulhada que se vive neste momento.
O que se passou nas negociações para votar a favor de Temer, é indiscritível. Compra de votos com dinheiro público, mas tudo de forma legal, tal os instrumentos legais existentes na política brasileira,, em que deputados eleitos por um partido, passam para outro através de negociação tipo jogadores de futebol. Não consigo perceber como o Presidente consegue não esconder a cara na areia diante de tamanhas denúncias. A todo o momento há mais uma ameaça de julgamento por corrupção, barradas com as negociações costuradas nos bastidores da política rasteira.
A corrupção, comandada pelas grandes corporações económicas, comprava, literalmente, os políticos e agentes da administração de forma inacreditável. Milhões e milhões para roubar o povo, fraudar a qualidade de carne, obter contratos fraudulentos, roubar a merenda escolar, beneficiar ilegitimamente de juros em financiamentos públicos com prejuízos para o banco BNDES, entre outros.
 O que está a mudar e torna-se uma luz no horizonte é a ação dos novos promotores e juízes, com relevo para o corajoso Sérgio Moro, que são a grande esperança de mudança de paradigma, prendendo e julgando os poderosos, coisa impensável há uma década atrás. De facto, pela primeira vez na história deste país os ricos e poderosos estão a ser presos num sinal a todos, que não há ninguém acima da lei.
Na outra “ponta”, o Rio de Janeiro está entregue às traças há várias décadas, onde o tráfico é rei e comanda a vida pública na capital do Estado e cidades vizinhas. Cada governador eleito é pior que o seguinte, lambuzando-se à grande e francesa. As obras das olimpíadas foram um fartar vilanagem. O governador de então, Sérgio Cabral, está preso por roubo estratosférico de recursos do erário público.
Os bandidos já mataram só desde janeiro, mais de 95 polícias em serviço. São de tal maneira ousados que desafiam literalmente o sistema de segurança. Roubam cargas de camiões com mercadorias, camiões dos correios com encomendas ou carros de valores bancários e montam escolta enquanto saqueiam as cargas.
O que vai acontecer e para onde vai o Brasil?
É uma questão que todos fazem. A economia, no meio deste caos, começa a dar sinais de crescimento deste portentoso país, tão riquíssimo em recursos naturais e biodiversidade, quanto injusto, indiferente ao descrédito dos políticos. A ação dos empresários começa a sentir-se.
A depuração que se começa a verificar, pode ser mesmo o sinal de que o país pode mudar para o que todos os brasileiros desejam, mas não será fácil nem na mesma velocidade da ação dos promotores e juízes. De facto, diante do anacronismo dos novos políticos, filhos das velhas manhas dos caciques, numa corrente monárquica, em que são filhos e netos de deputados que seguem a cartilha passada.
Esta é a incógnita que se vive por aqui, mas ainda assim, com sinais de mudança e esperança. Após a prisão dos poderosos, com relevo para o ex-Presidente Lula, nada vai ficar como dantes.


12/08/2017

Enguias em Braga. No Rio Este? Já não há. Andam por aí.



António Fernandes 
A enguia, tal como a conhecemos, quando abundava no Rio Este e demais afluentes, era um misto de cobra pela semelhança e de peixe por viver na água, comestível, e que por isso era pescada como as demais espécies de peixes existentes na época.
De cor escura e combativa quando se sentia encurralada, a enguia, usava a sua defesa privilegiada. Uma cobertura escorregadia que dificultava a sua apanha manual. Por isso, os pescadores do tempo enlameavam as mãos para conseguirem um maior atrito ao agarrar a enguia que desesperadamente lhes procurava escapar.
Outra das técnicas usadas pela enguia era a da dissimulação enterrando-se nas profundezas lamacentas do Rio.
Este comportamento natural, que presumimos instintivo, pode, na perspetiva filosófica das regras da sobrevivência, ultrapassar o âmbito dessa presunção para se equiparar a um comportamento intuitivo. O que deitaria por terra um dos pilares da racionalidade que suporta a inteligência e por essa via a diferença estabelecida pelo Homem entre o racional e o irracional.
Cousa complicada para agente político mediano conseguir entender.
Porque neste domínio, o do se ser escorregadio e dissimulado, não há grandes diferenças entre a enguia e o agente político. Salvo na extinção de uns e na praga em que se tornaram outros.
E se uns, as enguias, se vão extinguindo, os outros, a praga de agentes políticos que desliza sub-repticiamente por entre os meandros dos interesses instalados, estão em crescimento acelerado.
Convém esclarecer que “agente politico” é designação de interlocutores diversos que intervém em nome de terceiros e não em exclusivo dos que se movimentam no seio dos paridos políticos. Embora sejam este os que mais se colocam a jeito de serem contestados; criticados; diabolizados; entre ouros predicados, por serem o elo mais fraco de uma cadeia de interesses em que o epicentro se centra na disputa feroz pelo poder em meios fora do alcance do cidadão comum quando não, do seu próprio conhecimento.
O político convencional discute a rama de uma teia legal que tem de urdir em torno de políticas gerais. Umas mais sociais e outras menos sociais.
Obviamente de que nesta disputa, o peso da correlação das forças sociais em presença tem significado relevante por serem, em primeira instância, o alvo de todos os interesses a montante. Daí que, a estabilidade social e a regulação da concorrência sejam fatores de contenção das apetências tentaculares.
Circunstância que condiciona os programas eleitorais de uns e os interesses financeiros de outros.
Ou, em tese, promove a promiscuidade entre ambos.
Mas, essa questão, é uma questão do foro ideológico profundo. Algo que não se aprende da forma leviana incutida nos programas do ensino curricular e muito menos nos bancos das academias.
As contradições conducentes a instabilidade social mais as dificuldades acrescidas a jusante são sempre a regra que delimita o interesse, da necessidade.
Essa é que é a questão central!
Para os políticos e, os demais agentes políticos que interferem na organização das sociedades do presente, tendo em atenção a sociedade do futuro, a educação é fundamental; o conhecimento um valor insubstituível; a visão Humanista da justiça com equidade e solidariedade um valor incalculável e incontornável como regra elementar da vida em comunidade.
Sobre as enguias que já houveram no Rio Este em Braga e as enguias que se esgueiram por entre os contornos das letras que compõem frases com promessas e outras engenharias de frases em que as mentiras escritas são por demais evidentes, pouco há a dizer porque o seu crédito bateu no fundo, em Braga.

Sporting : penalty inventado


Revelo aqui o meu registo de interesses futebolísticos. Quando era mais novo gostava do Benfica e do Eusébio , jogador único. Actualmente não tenho clube, sigo o campeonato nacional à distância. O meu clube é a selecção nacional. Vi o final do jogo Sporting- Setúbal , depois de ter visto um excepcional jogo da Premier League, Arsenal- Leicester terminou 4-3 a favor do Arsenal. Um jogo fabuloso de emoção e de bem jogado.


O penalty em que Bas Dost foi derrubado dentro da área, já perto do final do jogo,nunca pode ser considerado falta. É um lance em que o defesa mal toca no jogador. É por isso, que não aprecio , o campeonato nacional , os grandes clubes são sempre beneficiados. O pior é quando jogam entre si!


Simpatizo com o Sporting e a sua maravilhosa massa associativa, mas não aceito invenções e roubos de bradar aos céus.


JJ

11/08/2017

Selecção JJ - EVERYTHING BUT THE GIRL: CORCOVADO



Braga, uma cidade encalhada




António Fernandes 
A nau que comporta os limites do Concelho de Braga, após deriva motivada por agitação política e ventos fortes nefastos empurrados pelos media aproveitando comportamento individual para desacreditar uma organização de concidadãos Concelhios que nada tiveram a ver, ou sequer beneficiaram, dessas presumidas actividades, naufragou de imediato por entre os esqueletos em que tentou ancoragem mas que não lhe serviram de ancoradouro seguro aonde a ancora amarrasse pelo simples facto de que esses obstáculos não existiam e por isso a citada ancora não encontrou o desejado suporte de ancoragem. Entrou em deriva e naufragou.
Bem tentaram os seus marinheiros içar velas para zarpar os dossiês que não conheciam. Tentaram também mudar a direção do leme. Simplesmente, o seu timoneiro não autorizou a manobra por entender poder abrir brecha na sua orientação dando azo a um possível motim.
O tempo mostrou que tinha razão e que mesmo encalhado, a voz de comando, é: a voz de comando!
Optou por manter a sua nau submersa e combater os fantasmas que sempre perseguiu usando os feitos dos citados como sendo seus para iludir as águas pouco profundas em que sempre navegou por não saber nadar e por isso o perigo de afogamento ser condição a ter em linha de conta.
Nada que o timoneiro não tivesse acautelado face aos marinheiros que lhe faziam companhia.
Foi um período da vida da cidade que não fará história tão só porque nada há digno desse registo.
A não ser pela negação do óbvio: Braga é aquilo que é graças ao trabalho dos seus sucessivos governos municipais desde 1975 a 2013.
Braga é assim, uma cidade encalhada no longínquo ano de 2013, com um timoneiro que não conseguiu mudar a tripulação de uma nau em que cada um rema de olho posto no outro.

Opinião de Joaquim Jorge no jornal Tornado



por Joaquim Jorge, no Porto - Não sou economista, mas preocupa-me o estado da nossa economia e a sua evolução. Os números da dívida pública divulgados pelo Banco de Portugal estão no limiar dos 250 mil milhões de euros - cada português…
JORNALTORNADO.PT

Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto


É um absurdo complicar e aplicar entraves à recolha de assinaturas. As listas de candidatos só estão completas no momento da subscrição, é no momento da entrega da lista que se concretizam os candidatos, e não antes.
Em Oeiras, Paulo Vistas não vê com bons olhos o seu mentor Isaltino Morais. E o juiz ajuda…
No Porto, o PSD tenta ganhar na secretaria as eleições que vai perder no dia 1 de Outubro, alegando que Rui Moreira usa o nome partido.
A partidocracia no seu melhor, ajudada pela CNE (Comissão Nacional de Eleições) e juízes zelosos da sua função.

Capa do Jornal





10/08/2017

Opinião de Joaquim Jorge no Jornal É Noticia



Joaquim Jorge/ Marcelo Rebelo de Sousa in Clube dos Pensadores Diria que é um presidente, culto, inteligente, popular e subtil. O Governo com os incêndios, viag...
JORNALENOTICIA.COM

Opinião de Joaquim Jorge no RECORD


Josep María Bartomeu, presidente do Barcelona, disse que tudo tem um limite e ninguém está por cima do Barcelona. A verdade é que Neymar foi-se e, no Barcelona nunca pensaram que fosse possível. Foram ludibriados e por falta de perícia. Bastava terem aumentando a cláusula de rescisão substancialmente (a de Messi é de 1000 milhões de euros) e ter melhorado o contrato de Neymar.
Mas não o fizeram! Apenas uns retoques. Estavam preocupados com a renovação de Messi e esqueceram-se...
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Ronaldo mais cedo ou mais tarde vai sair do Real Madrid e este ano é o que deveria ter feito
RECORD.PT