24/09/2017

Jornal É Noticia


As eleições autárquicas que são locais e de âmbito regional estão subalternizadas por tudo que é nacional














Opinião de Joaquim Jorge no Jornal É Noticia


Decididamente não acompanho estas eleições autárquicas. Vejo os primeiros minutos dos telejornais, e às vezes nem isso. Sigo as notícias nos jornais online. Des...
JORNALENOTICIA.COM

22/09/2017

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Jornal de Matosinhos




Eleições: os candidatos peraltas, ou os peraltas candidatos?




António Fernandes 
O título deste artigo,até parece um pleonasmo mas não é.
Não é, porque:
1 - O candidato peralta é aquele que não tendo a mínima noção do "peso" político do cargo a que se candidata e de todas as responsabilidades sociais que ao mesmo estão implícitas, por exigência constitucional e de credibilidade pública, para que colabore de forma criativa na legislatura para que foi eleito e que a dignidade com que o faça corresponda aos anseios e expectativas do cidadão eleitor que no partido político que ele representa depositou o seu voto de confiança, ajuíza o presente sem ter em conta o passado e pensa o futuro como algo em que não vale a pena pensar porque é coisa imprecisa e por isso imprevisível. Uma mera questão de, e do, tempo.
O candidato peralta, ou "pimpão", é um candidato a um emprego. Emprego esse que lhe assegure protagonismo social alimentando-lhe a vaidade e dando-lhe consistência ao ego. O único meio cultural de que dispõe para o seu equilíbrio emotivo e de realização da satisfação pessoal. Não olha os outros nos olhos nem caminha pausadamente. "Incha" o peito, levanta o "toutiço" e caminha de passo apressado. Cumprimenta os pares a espaços privilegiando os que lhe são  mais afetos e os de maior notoriedade no círculo das influências em que se movimenta. Não tem, culturalmente, consistência intelectual.
2 - O peralta candidato é alguém que não tem necessidade de procurar emprego porque já exerce atividade profissional e que por essa, ou outras, vias, se destacou. E que desse destaque social resultou o convite para ser candidato.
É uma pessoa com consistência intelectual mas de cultura egocêntrica.
Procura protagonismo social de amplitude em que a sua imagem seja exemplo a seguir.
Olha todos os outros de soslaio porque assumidamente pensa ser de casta superior em domínios do saber e do conhecimento em que ajuíza exclusividade no parecer técnico e científico da organização social. "Arrumando" os diversos tecidos consoante a sua sustentabilidade económica privilegiando sempre essa avaliação pelo prisma do valor acrescentado apurado dos saldos contabilisticos.
A macro economia, nuns casos; a retórica discursiva, noutros casos; o prestígio e a popularidade "pimba", em muitos outros casos; são a condição central para se imporem como candidatos quando já fazem carreira política ou quando são convidados pelos partidos políticos para a fazer.
Riem com facilidade. A expressão corporal é elaborada. São sempre (aparentemente) de trato fácil. Ouvem com atenção (presume-se) tudo o que lhes dizem a que respondem sempre a contento. Distribuem apertos de mão, abraços e beijinhos a rodos.
Estes são os "perfis" da nova vaga de candidatos que os partidos políticos apresentam a sufrágio.
Uma vaga de personagens cinzentos que não se identificam socialmente com coisa nenhuma a não ser consigo próprios. Aquilo a que alguns estudiosos concluíram ser o produto das jotas (juventudes partidárias), e das academias ou meios académicos.
Pessoas que aquilo que sempre souberam fazer, e que por isso são exímios nessa matéria, foi a disputa de lugares.
Não se esperando por isso outra conduta que não seja a continuação desta prática. Uma prática que vem, de há uns tempos a esta parte, desacreditando os partidos políticos, os políticos, e toda a sua atividade enquanto gestores da organização social do Estado, dos dinheiros públicos, e tudo o mais que se insira no contexto da "coisa pública". Do Estado e da Nação!
Talvez por isso, o número de indecisos mais os que não respondem, ronde os quarenta por cento do eleitorado. Segundo números apurados por sondagens publicadas e publicitadas...

21/09/2017

Opinião de Joaquim Jorge no jornal Público


Seria da maior lisura membros do Governo não participarem na campanha eleitoral autárquica.
PUBLICO.PT

20/09/2017

UM PINGUIM EM BRAGA



António Fernandes 
O Pinguim, é uma ave, por muito estranho que possa parecer uma vez que tem uma acentuada adaptação à vida aquática marinha por ser aonde procura o alimento e se diverte.
Em terra arrasta-se até ao equilíbrio para andar em passo curto e ligeiro.
Usa um smoking clássico em tons escuros e a sua parte interior é branca.
Aprumado, o pinguim faz lembrar uma figura da nossa praça política em vários domínios: a adaptação; a pose; o andar;
A adaptação porque assim como o pinguim se adaptou à vida marinha como forma de vida, o pinguim local também se adaptou ao modelo governativo vigente como forma de vida.
A pose porque se há ave fotogénica, o pinguim é dos exemplares mais distintos. Ora, o pinguim local, também sabe como usar a pose para ser o mais fotogénico possível e imaginável.
O andar. Ah! O andar! Esse é o predicado que mais assemelha o pinguim local ao pinguim (porque há várias espécies de pinguins), da Antártida. Aquele andar estilo cowboy de mão na cinta. Um andar que na gíria se tem por, “andar gingão”.
O pinguim é por isso uma espécie camuflada. Uma ave que não voa. Nada. E nada bem. Atingindo velocidade considerável no mergulho. Em terra atinge cerca de 40 Km/hora em passo ligeiro.
O nosso pinguim local também é um fã do desporto. Por ventura o atletismo matinal camuflando assim algumas outras “movimentações” desportivas locais.
Camuflagem assertiva que proporciona condições para a apropriação de um perfil que lhe sendo estranho acaba por ser o seu no nome que era do extinto arau gigante na Antártida.

Que por cá, o silêncio comum ao da Antártida sem pinguins e a Braga sem festas, se encarrega de extinguir os obreiros desta mui nobre e Augusta cidade dos Bracari. Um povo de cultura Céltica que adoravam a Deusa Galaica Nábia. Que não tem estátua. A Estátua erigida na Praça fronteira aos Bombeiros Voluntários de Braga é a de um imperador Romano.

Jornal É Noticia acompanhou lançamento do livro DEMOCRACIA mudança
























Ler aqui 

Video da apresentação livro "DEMOCRACIA mudança" de Joaquim Jorge com Paula Teixeira da Cruz




19/09/2017

Jornal É Noticia





Uma noite com muita gente, mesmo em campanha eleitoral, em que Joaquim Jorge decidiu apresentar o seu livro DEMOCRACIA mudança. O Clube dos Pensadores…
JORNALENOTICIA.COM

Opinião de Joaquim Jorge no PT Jornal



Uma noite com muita gente, mesmo em campanha eleitoral, em que decidi apresentar o meu livro DEMOCRACIA mudança. O Clube dos Pensadores tem a sua agenda própria.
Dei o mote como iria decorrer a sessão, e mais do que apresentar o livro, foi um momento de homenagear Paula Teixeira da Cruz, a melhor ministra do Governo de Pedro Passos Coelho, que lutou por uma justiça eficaz e célere.
Por outro lado, convidar Paula Teixeira da Cruz, demonstrou que continuo a ter excelentes rela...
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Uma noite com muita gente, mesmo em campanha eleitoral, em que decidi apresentar o meu livro DEMOCRACIA mudança. O Clube dos Pensadores tem a sua agenda pr
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Imagens da apresentação/debate do livro DEMOCRACIA mudança de Joaquim Jorge com Paula Teixeira da Cruz




fotos: Fábio Rebelo




















imagens do jantar privado e da cerimónia 

livro Mudança democracia: sessão de autógrafos e fotos

fotos: Fábio Rebelo

























                                 


Muita gente amiga que quis dizer presente. Muitos compraram o livro e foram embora, não quiseram estar na fila para o livro ser autografado.Obrigado.