24/07/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto


Este sábado, António Costa disse que acredita que já está tudo esclarecido relativamente à contabilização das vítimas mortais do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande. Mas parece que não...
Meu Deus ainda está a tentar-se saber quantos pessoas morreram nesta tragédia horrenda!
Este assunto exige que se explique aos portugueses as responsabilidades destas mortes macabras. Antes de tudo, pelo respeito às famílias e sua dor pela perda dos seus entes queridos.
Não se trata de aproveitamento político mas apuramento da verdade.

Gaia: finalmente mas só em parte



Coincidência ou não, depois do meu alerta , aqui no FB, a semana passada num post - Gaia: reverso da medalha

Hoje de tarde, taparam os buracos, contudo falta noutra zona da Rua Diogo Cão  ( atrás desta foto).

Em relação, ao corte da vegetação enorme que já é mato ( lado esquerdo da foto), tudo na mesma.

Obrigado,

JJ

Matosinhos: insólito





Boa tarde,

Reparei que durante o fim-de-semana o lixo que se encontrava a céu aberto começou a ser carregado para caixas metálicas e transportado em camiões, sendo agora a quantidade menor do que a inicialmente reportada. 
No entanto continuam a descarregar diariamente no local muito lixo.

Esta situação continua a não ser correcta para um espaço que tem o nome Parque da Ciência e que é aberto aos cidadãos de Matosinhos.
Já tomei a liberdade de informar a GNR (SEPNA) e a QUERCUS.
No mínimo dá que pensar!!
Muito Obrigado,


Manuel Simões 
 Eng. Ambiente

23/07/2017

Selecção JJ - Will Downing - Something special




EM BRAGA, É PRECISO ACREDITAR!




António Fernandes 
Acreditar é condição essencial de suporte à vontade.
Acreditar é também a essência do querer.
Sem estas três condicionantes: acreditar; vontade; querer; não há no individuo motivo relevante para concretizar o que quer que seja: um objetivo de vida; uma carreira profissional; um compromisso pessoal cívico para com a sociedade em forma de compromisso político publico;
Porque, é nas motivações alicerçadas na capacidade em acreditar que se forja a vontade que molda o querer e a consequente concretização do objetivo pretendido. O princípio e o fim daquilo a que cada um se propõe, se for capaz de concretizar.
Especialmente quando se trata de vencer uma eleição a cargo público em que a disputa por esse cargo gira em torno do interesse coletivo comum em que tudo aquilo que influi na qualidade e condição de vida, está em causa.
Um cargo de responsabilidade acrescida na gestão do bem público a ser distribuído com equidade e por isso com justiça de forma a proporcionar melhoria contínua nas condições e na qualidade de vida da nossa comunidade que neste momento se defronta com dificuldades extremas. Dificuldades essas a que urge responder com seriedade em que a lisura e a transparência são baluarte político imprescindível. Do candidato e de toda a equipa que acompanha esse candidato.

Acreditar; ter vontade; querer; é um triângulo de intenções que importa concretizar.
1 – Acreditar que é possível vencer a batalha eleitoral;
2 – Ter vontade férrea em dar forma e consistência aos motivos;
3 – Querer que o culminar desse projeto seja o interesse publico;
Coisa simples que teimosamente o receio complica e muitas vezes a dúvida apresenta como impossível apontando outros argumentos para justificar dificuldade racional a que bastaria ao receio livrar-se dos pesadelos que ensombram os conselhos desapropriados por serem desajustados para com as evidências.
A cidade cresceu, desenvolveu-se, muniu-se de todas as ferramentas essenciais que lhe permitiram aguentar um interregno nesse seu desenvolvimento sustentado durante quatro anos em que tudo está como estava quando uns determinados arautos de mudanças radicais ascenderam ao poder e aquilo que fizeram foi abalar a estabilidade financeira existente depauperando receita pública acumulada e corrente em devaneios burgueses de diversão.

A cidade parou no tempo à espera de um líder que traga consigo a esperança de que é possível:
a) - ACREDITAR na mudança.
b) - QUERER essa mudança.
c) - VONTADE em mudar as políticas para que a mudança seja um facto.
Não basta mudar os personagens instalados no Município que se deixaram embriagar pela vaidade que destrói a compostura política e dá azo ao que de pior o poder em si encerra, a prepotência (!) por outros personagens idênticos.
A prepotência converge em si animosidade generalizada de tal dimensão que as suas vitimas tudo fazem para se conseguirem ver livres da condição de servos a que os querem sujeitar.
Circunstância por si só suficientemente motivadora para mudanças políticas se não houvesse um rol de outras circunstâncias de igual modo lesivas da cidadania, que ensombram a cidade e lhe castram a liberdade!
Daí que caiba ao Partido Socialista e ao seu candidato aquilatar das responsabilidades políticas a assumir e, das que os seus adversários políticos enjeitaram, de forma a que não fiquem quaisquer dúvidas nos cidadãos eleitores do Concelho sobre quais os motivos porque devem votar massivamente, não se abstendo de participar ativamente na defesa dos interesses comuns de todos os cidadãos com particular incidência e atenção para com os segmentos sociais mais debilitados.
A essa tarefa o Partido Socialista nunca virou costas nem sequer hesitou em a levar por diante!

21/07/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto


Em Portugal o absolutismo bem-pensante comanda a vida política portuguesa, mas este unanimismo é suspeito. Parece que se comete sacrilégio por criticar os ciganos.

Gaia: o reverso da medalha



Jardim do Morro

Jardim do Morro

Cabo Mor 

Cabo Mor 

Cabo Mor 

Cabo Mor 


A CM Gaia apresentou há uns meses o projecto de requalificação do Jardim do Morro. O investimento rondou os 500 mil euros e está inserido num plano sustentável de reabilitação. Boa medida para quem nos visita e para quem mora em Gaia. Ficou muito bem.

Todavia, noutro local nobre da cidade de Gaia,  junto ao Largo Soares dos Reis, perto de escolas, o panorama é o reverso. Não é por falta de inúmeros pedidos para a CM Gaia , junto à vereadora do Ambiente Mercês Ferreira, assim como, ao vice -.presidente Patrocínio Azevedo alertando para estas situações . Para piorar as coisas iniciaram uma obra na rua e não a acabaram. Enfim!

Não escrevo estas linhas com prazer e não sou nenhum delator . O asseio , a limpeza e a beleza paisagística aplica-se a toda Gaia.

Já sei que vão dizer, "lá está ele a atacar o presidente de Câmara" e "tem a mania". Defender o bem comum não deve ser um capricho de alguns e querer pegar. Neste caso , protesto depois algum tempo passado e nada se modificou . Os cidadãos têm o direito a viverem numa zona cuidada e sem buracos na rua.

Continuo como cidadão, que reside em Gaia, a reivindicar o respeito pelo espaço público, não só, em zonas turísticas e para fazer manchetes de jornal em período eleitoral.

JJ 

20/07/2017

Selecção JJ - She & Him - This Girl's In Love With You (Audio)



Opinião de Joaquim Jorge no RECORD


Roger Federer, ao vencer oito vezes em Wimbledon e ao conquistar o 19.º título Grand Slam, tornou-se alguém muito especial, para além da lenda viva que já é.
Não só é o maior campeão em Wimbledon, como é o maior tenista de todos os tempos, para muitos.
A 8 de Agosto faz 36 anos, mas esperamos continuar a vê-lo explanar o seu perfume, o seu toque de raquete, a sua elegância, as suas jogadas únicas, que fazem encher um court de ténis jogue onde jogar.
...Ver Mais
Roger Federer, ao vencer oito vezes em Wimbledon e ao conquistar o 19.º título Grand Slam, tornou-se alguém muito especial, para além da lenda viva que já é.
RECORD.PT

19/07/2017

Os partidos políticos são os seus militantes!



António Fernandes 
Um partido político que enjeita a colaboração dos seus militantes ativos recorrendo a pessoas que ao não se filiarem nele estão a dar sinal inequívoco de que não é por esse partido politico que sentem estar representados os seus interesses, deixa de ser um partido politico para passar a ser um grupo de pessoas que se servem desse partido para não terem o trabalho de ter de executar o procedimento previsto na Lei a fim de poderem apresentar uma candidatura a Órgão Autárquico.
Este procedimento em que há cumplicidade na duplicidade do critério político porque se esconde por de trás do principio estatutário uma autentica farsa a pretexto de uma abertura ao cidadão considerado simpatizante e a outros que lhe não nutrem simpatia nenhuma mas que lhes dá jeito, a composição das listas de candidatura.
Esta conduta das cúpulas dirigentes esvazia o conteúdo ideológico e esvazia os próprios partidos que já só servem como meio para contornar a Lei eleitoral que impõe regras eletivas aos partidos e aos grupos de cidadãos.
Enfrentam assim, os partidos políticos, um déficit estrutural que nos mostra a sua fragilidade operacional e a inexistência de lideranças capazes em os organizar em torno dos mecanismos legais de que dispõe de forma a garantir aos seus militantes e apoiantes o respeito devido aos princípios que seria suposto defenderem.
Em pleno século XXI apura-se que a representatividades politica partidária é nula e que as suas politicas são ocasionais e submissas.
As suas estruturas locais resultam de acordos de convergência de interesses e o poder navega à vista das conveniências de clãs.
Talvez por isso o cidadão não nutra qualquer simpatia fidelizada a qualquer partido politico e siga caminho de animosidade uma vez que os seus interesses comuns não são defendidos.
Perante este cenário que desvirtua o principio da organização social em torno dos partidos políticos torna-se imperioso discutir a sua essência e representatividade e em consequência disso a sua própria existência.
Ou então, proceder à reorganização do formato politico partidário retirando-lhe o fundamento ideológico.
Ou... pela via do Estatutariamente estipulado questionar tudo aquilo que dá corpo aos atuais corpos dirigentes dos partidos políticos refundando o principio da forma e do projeto político que defendem como modelo de organização social.
A agonia em que os partidos políticos existentes se encontram é por demais evidente no resultado eleitoral em que, a abstenção lhe serve de barómetro.
Um indicador incontornável do divórcio existente entre os partidos e os cidadãos. As pessoas. A sua essência e razão de ser.
Um divórcio de interesses, entre quem dirige e quem dá corpo à organização levando para o seu interior aquilo que são os interesses e as necessidades das pessoas. 
Porque, sem pessoas, não há necessidade nenhuma de partidos políticos!

Jornal É Noticia


























Jornal É Noticia

17/07/2017

Opinião de Joaquim Jorge ao Noticias ao Minuto



Não tem mal nenhum aceitar convites para ir ao futebol, mas depende de quem os oferece e de quem os aceita. Por exemplo, a mim, ou aos ,meus amigos do FB ou do blogue, ninguém ofereceu bilhetes para ir ao Euro 2016.

15/07/2017