22/05/2017

Clube dos Pensadores internacionaliza-se com José Ramos- Horta



Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores ( CdP), convidou José Ramos-Horta para estar presente, no dia 1 de Junho ( quinta-feira), pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.
 O CdP no seu 116.º debate, ao fim de 11 anos consegue o desígnio de ter uma figura de nível internacional nascido num país irmão – Timor-Leste.
 José Ramos-Horta, Prémio Nobel da Paz, notabilizou-se pelo continuo esforço para terminar com a opressão vigente em Timor-Leste levando o seu país  à independência.  Foi  Ministro de Negócios Estrangeiros de Timor-Leste desde a independência, em 2002. Mais tarde, Presidente da República de Timor-Leste entre 2007 e 2012.
 No dia 20 de Maio fez 15 anos que Timor-Leste se tornou independente e terminou com a ocupação Indonésia, iniciada em 1975, assim como, com os conflitos entre timorenses nacionalistas e outros ligados à Indonésia.O petróleo e o gás estão perto do esgotamento em Timor e a produção de café é escassa. O desemprego ameaça a população, metade da qual é constituída por jovens abaixo dos 17 anos. Os próximos tempos não serão nada fáceis para os timorenses. Portugal não pode esquecer a sua antiga colónia, que ajudou a libertar da opressão Indonésia. O turismo poderá revelar-se uma boa aposta.
 Nos últimos anos tem-se falado pouco, entre nós, de Timor-Leste . Será uma oportunidade para se falar das relações entre Portugal e Timor-Leste , o momento político actual em Timor – Leste, recentemente houve eleições presidenciais em que foi eleito o novo presidente Francisco Guterres Lu-Olo.
 O Clube dos Pensadores já recebeu: o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa; o  Primeiro-Ministro, António Costa; o líder da oposição Pedro Passos Coelho; a líder do CDS , Assunção Cristas; a líder do BE Catarina Martins ; o líder do PCP Jerónimo de Sousa; entre outros.
Sempre que surja uma oportunidade tentará ter presente personalidades dos países lusófonos : Brasil, Cabo-Verde, Guiné- Bissau , Angola e Moçambique.
 Clube dos Pensadores

15/05/2017

Noticia no DN sobre a minha candidatura



O líder da Distrital do PSD/Porto assegurou hoje que o candidato de Matosinhos às próximas autárquicas, Joaquim Jorge, "não está em causa" e que será votado…

Pensar Matosinhos



Este compasso de espera na minha possível candidatura permite -me analisar o que se passa à minha volta. Li que um candidato acha que pode reverter para si os votos de outro. Como se isso fosse possível! Os votos são dos cidadãos e a eles diz respeito em quem votam.
É compreensível a necessidade de afirmação de algumas candidaturas que ainda não o são: essa decisão é no 55.ºdia anterior às eleições do dia 1 de Outubro. Isso tem que acontecer no início de Agosto com as listas de candidatos apresentadas perante o juiz do tribunal . Quem concorre por partidos essa questão não se põe.
Se for candidato a minha campanha será com argumentos e ideias para defender a minha posição. Por outro lado, defendo uma campanha com os cidadãos de Matosinhos e não uma campanha de "notáveis". Como eu acho que devo ser escrutinado, todos os outros candidatos devem sê-lo. Não podemos escamotear e, fazer de conta de tantas coisas que se têm passado em Matosinhos.
Apercebo-me que alguns jornais de Matosinhos procuram de uma forma dissimulada ignorar o Joaquim Jorge e o Clube dos Pensadores, com receio de lhes dar protagonismo. Lamento!
Por fim, um candidato afirmou que o processo de candidatura no PSD é semelhante à do PS. Tenho os pés bem assentes na terra e tenho direito a sonhar como qualquer pessoa.
Não me estou a colocar em bicos de pés, nem a ser oferecido. 
Recebi um convite, estava em casa sossegado. Antes de aceitar este  convite que é um desafio. Sabia muito bem como tudo se iria processar. A referência neste processo é o PSD e depois o CDS. Eu sujeitei-me ao escrutínio da concelhia do PSD, legitimamente representada pelo seu presidente, José António Barbosa. E venci por maioria (9-7). Parece que é por poucos, mas não é, num universo de 16 pessoas. Venci por 56,25%.
Obrigado a quem todos os dias me dá força, me contacta e se preocupa comigo.

JJ

13/05/2017

Selecção JJ - Mayer Hawthorne - Someone Like You




Opinião de Joaquim Jorge no Noticias ao Minuto


(...) Fátima é um fenómeno cultural, disso ninguém pode ter dúvidas. Mas para além de um fenómeno cultural é um fenómeno social.
A vinda do Papa é algo importante para a Igreja Católica mas este Papa é transversal no domínio social. É um Papa para a "frentex" - moderno, não protocolar, inspirador, tolerante -, apesar de estar à frente de uma Instituição retrógrada e completamente desfasada da realidade.
É difícil não se gostar do Papa Francisco, quer católicos, quer agnóstico...
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11/05/2017

PS..., O PARTIDO DOS PENDURAS




Hercilia Oliveira 
Ao longo dos últimos anos. uma caracteristica a juntar ao currículo do PS, é a de ser um partido de penduras.
Sendo o PS, sobejamente conhecido por o partido das bancarrotas, ( já lá vão três...,), podemos  agora acrescentar mais uma: a de Pendura!
Em Outubro de 2015, se tudo corresse como habitualmente, o PS teria ganho as eleições. E teria ganho, porque sempre que o PSD tinha que impor austeridade para reparar o efeito do despesismo que  PS deixa ficar, o PSD perdia as eleições; sempre assim foi.
Só que, ao fim de todos estes anos e com as três bancarrotas com que o PS "presenteou " este país, as pessoas souberam finalmente distinguir entre quem causa os problemas e quem os tenta resolver. E, por isso mesmo, pela primeira vez o PS perdeu e o PSD ganhou.
E se a derrota foi má para o PS, para o Costa foi aterradora;  ele estaria acabado dentro e fora do partido. Costa  ficou como o naufrago  em alto mar, desesperado para se salvar e tendo um fantasma chamado Seguro que lhe acenava sorrindo!
Era demasiado aterrador e tinha que se pendurar no que quer que fosse que lhe aparecesse.
E o  desespero para sobreviver foi tal, que pediu ao Aladino que o iluminasse.
A salvação, bom...,a salvação foi pendurar-se nos camaradas do BE e do PCP; só pendurado teria alguma hipótese de se salvar.
E como os "cabides" em que se pendurou o aguentam e mesmo engolindo sapos atrás de sapos o seguram, tentou o PS de Costa, mais uma vez, fazer a experiência pela mão da Ana Catarina Mendes.
Vai daí, foi muito divertido assistir ás intervenções por ela protagonizadas.
Se da primeira eleição de Rui Moreira o PS concorreu com o seu próprio candidato e perdeu, era por demais evidente que nestas eleições de 2017 Rui Moreira ganharia de novo sem precisar do PS para nada.
Mas..., quem precisava do Rui Moreira era o PS!
O PS, tendo o Costa como o  chefe que se pendurou e se salvou, envia a Ana Catarina que em entrevistas  ensaia o salto de pendura e começa a pedir a Rui Moreira que lhe estenda a mão.
E como Rui Moreira lhe deu ao de leve a devida reposta a esses pedidos, a camarada Catarina voltou ao ataque derradeiro. E foi uma vergonha a forma como se pendurou!!
Disse ela sem hesitar, por várias vezes nessa última tentativa, que se Rui Moreira ganhasse, seria sem dúvida também, uma vitória do PS!
E por mais que os interlocutores a fizessem reflectir  no que estava dizendo, ela com o seu ar arrogante que está no ADN dos socialistas, voltava a repetir o mesmo e do género quero e posso e mando.
Era bom, muito bom..., o PS mais uma vez sairia vencedor pendurado em alguém. Bem à maneira do Costa.
Para Rui Moreira não havia outra maneira de lhes responder, senão da forma que o fez.
Pode até, vir a ficar fragilizado em votos nas próximas eleições e  até as perder, pode. Mas em consideração dos portugueses e em particular dos portuenses, ficou bem mais conceituado e admirado pela sua postura.
É bom, que existam pessoas ligadas à política mas que mostrem pelo menos alguma seriedade e diferença na forma de fazer política. Dos políticos profissionais e penduras, estamos nós demasiado cansados. Eu pelo menos estou.

Opinião de Joaquim Jorge no Record


Neymar é um jogador que faz com se goste de futebol, o seu talento e o seu divertimento em campo é sedutor.
RECORD.PT

10/05/2017

O Rei vai nu



António Fernandes 
O Rei ainda não encontrou o traje que lhe molde a figura e muito menos traje que lhe ative os neurónios sensoriais.

O Rei prometeu aos seus súbditos reinar e está a cumprir.

Aquilo que o Rei não está a cumprir é que prometeu aos seus eleitores acabar com as dinastias e o que fez foi instalar a Dinastia Rio I.

Uma dinastia assente no maior logro de que há memória numa cidade com dois mil anos de História, fundada sobre os escombros do povoado Bracari, povo que depois de sangrentas batalhas que a História omite não renega a sua origem, perante um monarca que idolatra os invasores por decreto Real em que a presente dinastia consagra tal submissão.

O Rei prometeu trasladar ossadas de esqueletos que ia descobrir e desenterrar para tonificar o seu cheiro com a licenciatura em economia que possui e não cumpriu.

O Rei prometeu um maior equilíbrio político e social e não cumpriu.

O Rei prometeu um povo mais culto no fim do mandato autárquico e não cumpriu.

O Rei prometeu maior transparência e lisura nas contas públicas e não cumpriu.

O Rei prometeu um novo ordenamento do território com predominância para os eco parques e não cumpriu.

O Rei prometeu predominância urbanística para o equilíbrio ambiental e não cumpriu.

O Rei prometeu defender o injustiçado comercio tradicional e não cumpriu.

O Rei prometeu este mundo e o outro em benfeitorias possíveis e impossíveis e não cumpriu.

O Rei prometeu restabelecer a Confiança e o que fez foi destruir a pouca confiança existente neste povo de origem Bracari para que sejam mais submissos à sua vontade e do seu séquito.

O Rei falhou rotundamente o mandato ao não cumprir essa promessa elementar que é a de respeitar a democracia e os seus valores.

Porque um mandato não é uma dinastia e governar não é reinar. Que foi aquilo que Ricardo Rio soube, até hoje, fazer. Reinar!

O futuro e a História se encarregarão de julgar aqueles que engrandeceram a cidade e ridicularizar os que a menorizaram submetendo os seus interesses coletivos a interesses dinásticos nem que o sejam a um Rei sem coroa só porque não tem o mérito necessário para a ostentar.

Houve um estádio temporal na vida da Humanidade em que a coroa dignificava o homem que a ostentava.

Hoje, esse artefacto só tem interesse para exibição e atração turística.

Não dignifica a República e muito menos o Estado Democrático.

Não dignifica porque, os valores supremos do republicanismo acrescido dos valores do direito num Estado democrático sem esquecer os valores incutidos pela componente educativa de origem religiosa, são valores demasiado elevados para algumas mentes que não conseguiram assimilar no tempo aquilo que o tempo lhes ensinou.

Clube dos Pensadores: debate Futebol com António Magalhães e Pedro Henriques



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