26/05/2016

E OS CRIMINOSOS SÃO, QUEM? QUEREM VER QUE AINDA SOU EU !?



Hercília Oliveira 
Os sindicatos, em países em que reina a demagogia, a ingovernabilidade e a ganância pelo poder a todo o custo, tornam-se donos e destruidores desses mesmos países.
O que se está passando no Porto de Lisboa  com as sucessivas greves dos estivadores, é bem o exemplo actual de como conscientemente se contribui para a destruição de uma grande empresa e arrasar a  economia de um país. Sobretudo quando este mesmo país anda há décadas sobrevivendo com uma economia de rastos.
Os estivadores, fazem parte entre outros, da classe de trabalhadores privilegiados  e que nunca estão satisfeitos.
Se a maioria dos portugueses tivessem os salários e regalias que estas classes têm, que bem estaria o país!!
Por causa da irresponsabilidade destes sindicatos e seus associados, já muitas das grandes empresas do país foram à falência; não vale a pena aqui enumera-las pois todos se devem lembrar.
E um bom exemplo, do que é deixar de estar sob orientação destas associações destruidoras é a Auto- Europa.
Dizem os "desgraçadinhos" dos estivadores, que tirar os contentores que aguardam há mais de um mês para serem despachados  é crime, e que o despedimento colectivo é terrorismo psicológico!!??
Sim meus "amigos" estivadores, tudo isso  que vocês dizem é verdade, sim..., mas é isso mesmo que vocês estão fazendo há meses, com todas as greves que só em seis meses já fizeram.
Despedimento colectivo, sim..., e já vem tarde.
E deveriam ficar no desemprego sem qualquer subsídio, pois se o receberem é do NOSSO bolso que vocês ainda vão usufruir.

7 comentários:

  1. Caríssima Hercília.
    Apenas para lhe dizêr que a última palavra do 2° parágrafo têm um S a mais. Assim, pela minha parte subentendo ...!!!" economia de RATOS ".
    Nelson Fernandes

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    1. E pode subentender, que até dá para as duas coisas,ahahah!
      Bem visto e muito oportuno. Gostei.

      Hercília Oliveira

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    2. Deixe-se que o mundo seja assolado pelos desígnios que Hitler deixou (a jeito de uma bomba atómica que ainda hoje produz os seus efeitos nefastos obviamente), espalhados pelo mundo. Que esses sim, são os ideais que defendem, no jogo do não és por mim és contra mim...
      Quando os srs. doutores (médicos) fazem greve nunca ouvi tece-los comentários. Comentários aparecem logo que há serviço braçal metido no caso: se assim não for bico calado...
      Quem desbarata a economia deste país são os vinte mil milhões para manter os bancos ao serviço de mais uma das variadíssimas formas de fazer terrorismo: o terrorismo não se faz só de arma na mão; não sou eu que o digo, são os mais notáveis investigadores, e jornalistas que vivem e viveram no terreno, e mais que ninguém estão abalizados para o fazer.
      Já agora aproveito que comentem o momento actual da França, Ou será que não dá jeito? Provavelmente são todos ratos: Quanto à economia de rastos parece ser verdade mas os dados agora, a ser revelados, reportam-se ao ano dois mil e quinze: que tal!

      Esta vai direitinha para o senhor Nelson Rodrigues. Aquando de um comentário meu, em que disse que não me proponha a responder a pessoas que não assinassem com nome próprio o que escrevem. Nessa altura houve mais alguém neste espaço, teve para com o senhor o mesmo tipo de actuação que eu tive.
      Num outro comentário meu, o sr. falou de lambe botas, e eu como não sou nada esquecido, aproveito as oportunidades para dar as achegas que acho que cada um merece: porque digo isto, é que ao que me parece, as pazes estão feitas, com o outro personagem do comentário. Espero ter-me feito compreender e cá espero as respostas se o professor Joaquim Jorge entender dar seguimento às minhas palavras.

      Inocêncio Matos (o marreta)

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  2. Caro Inocêncio MATOS. Constacto que me lê lucidamente e não podia de deixar de lhe responder para lhe dizêr que leio com prazêr os seus comentários. Peço-lhe contudo um favor, não me junte (Gonçalves) ao meu nome mas Fernandes.
    Sr. Inocêncio, já por três vezes aqui trouxe Crónicas sobre a Franca, cuja Civilização detesto. Curiosamente vào lá Séculos que Portugal copia e mete em obra a Filosofia Francêsa.
    Mas eu vou-me à França !!!
    O que se esta a passar na Franca é a esquerda contra a esquerda. O François Holande prometeu aquilo que sabia que nào tinha para dar, a toda a franja de opinião de esquerda, para derrotar nas eleições, vão lá quatro anos, outro comediante como ele: Sarkosy. Ora o F.Holande prometeu taxar as fortunas com 75% de imposto, para além de muitas outras baboseiras semelhantes e concluiu que era impossivel. Agora sabe a ultima Sr. Inocêncio, como o HOMEM que neste momento têm o maior ordenado na Franca é um PORTUGUÈS Carlos GAON, vai o F.Holande, para acalmar a bicharada,fazer uma Lei de proposito para impedir que o PORTUGUES possa ganhar tanto dinheiro. Em Portugal houve um grupo Rock que se chamava os "Bate na Avo" na Franca agora, são " os filhos a batêr no pai".
    Quanto ao Mario Russo e eu como bem leu,quero e vou acertar contas com ele.
    Mas eu também o convido a si Sr. Inocêncio com o mesmo prazêr, para vir à Suissa, mas para lhe mostrar no terreno como o Sr. está a perdêr o seu tempo com Sebastianismos do 25 de Abril. Os Hitlers, Mussulinis, Salazares e Lenines, Maos e outros semelhantes, nunca mais cá voltam. Intrepete-os como História, nada mais.
    Quêr que lhe cite nomes dos destruidores dos POVOS na actualidade e como o estão e vão fazêr ...?
    Se aceitar vir a Suissa eu pago-lhe o Hotel.
    Nelson Fernandes

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    1. E Porque Não

      Há uma raça que é como navios
      Não tem nada que enganar
      Entra no porto de porões vazios
      E sai com eles abarrotar

      Vem atrás com engenho, e artes
      Outros iguais sem tirar nem pôr
      Para seguir com exemplo as partes
      A quem os outros juraram amor

      E é neste baloiço arcaico
      Que esta nação prolifera
      Neste estado “dito” laico
      Onde só há Primavera

      Andam milhares a penar
      Pelas portas e janelas da sopa
      Para uns tantos engordar
      E seguir de vento em popa

      Tudo são flores à beira mar
      Que esta raça como sal destrói
      Mas são hábeis a governar
      Tanto que o seu império constrói

      Venham ao não ao de cima
      Que cometeram dolo na governação
      Que importa se a justiça não lima.
      As arestas e os deixa sem punição

      Reclama a seu favor esta raça
      De favores que diz que fez à nação
      Mais: até vem dizer à praça
      Que não abdica da sua subvenção

      À mundo que não te conheço
      Não sei se estou dentro ou fora da razão
      Provavelmente nem te mereço
      Mas pedir-te perdão não peço não

      Vou terminar e sair de fininho
      Vem à maneira portuguesa
      Sem pressa devagarinho
      Para tudo acabar em beleza …

      Escreveu: Inocêncio Matos

      27-05-2016

      Não me identifico com esta raça é-me indiferente quem governa...

      Os meus ideais clamam por justiça, por uma melhor distribuição da riqueza...



      Quanto à França digo somente que pertence ao grupo restrito de quatro países
      que detêm mais de 75% do PIB e da população da zona euro...

      Se estes países se propuserem a dar verdade à justiça fiscal, basta para que tudo mude. Por isto sim devemos lutar...

      Só me deslocarei à Suiça se algo tiver de fazer aí, para me justificar nunca.

      O meu Sebastianismo é português e orgulho-me dele, tenho muita pena que outros portugueses não sintam o mesmo, mas aí não posso fazer nada (eu sinto a Pátria). Posso dizer apenas que se atirem as culpas aos homens e não ao 25 de Abril.

      Agradecia-lhe que me fala-se antes dos ditadores de agora com cara de anjinhos, estes sim estão a fazer muito mal ao mundo. Há-de chegar o tempo da história deles.

      Se um dia tivermos de nos conhecer, não tenho problema absolutamente nenhum em apertar-lhe a mão,basta a educação para que eu nao recue.

      Do nome deixo-lhe aqui as minhas desculpas.

      Inocêncio Matos







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  3. Meu Caro Inocêncio MATOS.
    Lei outra vêz o meu texto. Não o convidei para vir à Suissa "Justificar-se", tenho mais que fazêr. Quando o Sr diz que eu tenho um dente contra Portugal eu ir-lhe-ia ou ir-lhe-ei se aceitar vir, mostrar-lhe a vida dos Portuguêses que aqui trabalham e depois vão dizêr para aí que são doutores, só porque vão ao volante de uma carrada de latas.
    E quanto a essa de sentir a (Patria) o Sr.Inocêncio porque lhe reconheço lucidez para essa analize (também vai vêr do que eu falo).
    Quanto a têr aqui que fazêr, aparte justificar-se, como o Sr escreve frequentemente entre aspas que é o " MARRETA", eu tenho aqui um bocado de Calçada Portuguêsa a aplicar, se aceitar utilizar a sua marreta (para acalmar a calçada) eu não só lhe pago o Hotel como as viagens de avião e lhe dou alimentação.
    Quanto à SUA POESIA, muito embora não seja um "Cesário Verde", gostei e sujiro-lhe que continue.
    Quanto aos "ditadores de agora",muito embora tenham "cara de anjinhos" de anjos não têm nada. Assim como o Sr. têm como Nome: INOCÊNCIO, mas de inocênte, também nada têm...!!!
    E penso que está de acordo comigo.
    Já que o Sr. Inocêncio é um Homem de Sebastianismos, cíclicos, porque os interregnos não lhe interessam, lembra-se seguramente que DATA os Homens de ESQUERDA, PORTUGUESES DEVERIAM COMEMORAR E MESMO FAZER FERIADO HOJE. 28 DE MAIO DE 1926.
    Nelson Fernandes
    Genébra 28.05.16

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  4. Eu entendo o sr. perfeitamente. Não vê com bons olhos a França, como não vê Portugal e provavelmente não verá outros países, mas confesso que é problema que não me diz respeito .
    E porquê! Dá para perceber, que o sr. é contra o que se denomina de multi raças...
    Portugal e a França estão na linha da frente no apoio aos refugiados, e de certa forma a todos os outros meios de acolhimento, a outras raças. E parece-me que vive mal com isto.
    Não é que eu não compreenda, que quanto menos misturas mais puras são as coisas, inclusive os seres humanos. Mas esta miscigenação é imparável, e é preciso ser muito céptico para pensar que algum dia este mundo possa existir sem isto.
    A tal raça que sem querer entrar em julgamentos, penso que o sr defende, "ariana" desmoronou-se rapidamente, tão só porque sem as massas (povo) nenhum país é capaz de sobreviver.
    Partindo do pressuposto que um qualquer país, (hipoteticamente) decidia que tudo que não fosse nascido dentro das suas fronteiras tinham ordem de expulsão: o que Fazia?.
    Não precisa de me dizer porque penso que no meu texto já mora a resposta.

    Passe bem
    Inocêncio matos

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