01/09/2015

Desabafo de uma munícipe de Gaia


Orquídea Louro
No dia 20 de Agosto passado, pouco passava das 11 horas, deflagrou um incêndio num 3,º andar na Praceta Fonte do Casal em Mafamude na cidade de  Gaia. Para além de danos materiais, pôs em risco de vida uma criança de 5 anos e da sua mãe. Numa hora de aflição, pedi a um familiar próximo, pelo telefone, ajuda à Junta de Freguesia de Mafamude/Vilar do Paraíso, tendo sido muito mal recebido e atendido, pela funcionária  da Junta.
Perante o relato da ocorrência a dia funcionária da Junta respondeu: 
Que quer que lhe faça? Vá ter com a Segurança Social. 

Mais tarde, e porque o meu familiar não se calou, recebeu uma chamada de um membro do executivo da Junta a indicar-lhe para telefonar, para aqui e para acolá.

Mas afinal, na Junta há um pelouro de acção social, para que serve? Será que após uma tragédia destas, as pessoas têm cabeça, para resolver os problemas primários? A casa ficou inabitável, a Junta procurou saber, se era preciso alojamento?

O principio da solidariedade é um valor muito importante, mas esquecido do Senhor Presidente de Junta, João Paulo Correia. Em casos semelhantes, noutras freguesias o Presidente da Junta de Santa Marinha, Joaquim Leite, de imediato, se deslocava ao local.

Os fregueses, não servem apenas para votar, também devem servir para que os ajudem num momento difícil e trágico.

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