21/08/2014

C.I.V.A. (Centro de Investigação da Vida Alheia)





1-A vereadora Mercês Ferreira da CM Gaia,com o pelouro do ambiente mostra sensibilidade e atenção à limpeza dos jardins e zonas circundantes. É isso que deve fazer quem está no executivo de uma câmara: ouvir, analisar e decidir em tempo real para zelar pelo bem público.
2-Todavia há munícipes que são uns porcos e sem maneiras. Logo que se limpa uma zona metem entulho, cascalho de obras, ramos e relva cortados dos seus jardins, vasilhame, etc. O importante é que fique no jardim público, no seu é que não pode ficar. A sua educação cívica e ambiental é zero e deveriam ser penalizados por isso, com multa pecuniária por despejar lixo no espaço público.
3-O espaço público é de todos, não é o caixote do lixo de alguns.
4-Todavia os directores da Escola Básica Cabo- Mor e do colégio João de Deus devem ter problemas de visão ou não reparam à sua volta. Uma escola, o seu espaço físico não é somente o seu interior, mas o espaço circundante para zelar pela segurança dos seus alunos e pais.
5-Uma escola não pode ter nas suas zonas circundantes entulho, lixo, garrafas de vidro, objectos cortantes, etc.
6- Sugiro à CM Gaia fazer um plano de fiscalização em zonas de risco de incumprimento ambiental, para verificação deste tipo de ocorrências e proceder à sua limpeza. Infelizmente quem é educado, respeitador não pode pagar por quem é desleixado e mal-educado.
7-Desde que comecei a escrever no jornal Audiência sinto um ciúme e inveja constante e permanente de pessoas que nunca me tinha passado pela cabeça. Esquecem-se que já tive uma coluna de opinião em tempos idos, neste jornal nos seus primórdios. Em boa hora voltei.

8-Mas os meus inimigos de estimação podem estar à vontade escreverei aqui enquanto o seu director quiser e com muito gosto. Mas não se podem esquecer que não me falta onde escrever. Faço-o aqui porque gosto do Jornal, do seu director, do seu conceito, por imperativo cívico e porque gosto de Gaia.
9-O director do Jornal Audiência, Joaquim Ferreira Leite, amigo do actual presidente da CM Gaia, utiliza Joaquim Jorge como um cavalo de Troia. Isto é, alguém que não está de acordo, por vezes, com o poder vigente. E faz bem, mostra a sua independência.
10-Quem está no poder sente um nervoso miudinho, quando escrevo ou emito opinião. A última edição do jornal Audiência, em algumas bancas esgotou, segundo fui informado, queriam ler o CIVA.
11- A critica não tem carácter pessoal ou fulanizado, sempre para melhorar Gaia. O elogio para agradecer medidas tomadas para o bem de Gaia.

JJ

2 comentários:

  1. Olá JJ.
    Espero que estejas a descansar em merecidas férias, apesar de estares sempre atento ao que se passa à tua volta.

    Gosto de ler as tuas crónicas, inclusive esta coluna de cidadania. Só não gosto do acrónimo CIVA, porque é o mesmo de Código do Imposto de valor Acrescentado. Na correspondência que as empresas fazem para acompanhar o envio de faturas começam com: "De acordo com o CIVA, remetemos a Fatura nº XPTO, ...".
    É uma coluna que regata parte do que foi tradição literária nas célebres Crónicas de Escárnio e Maldizer, mas que tem um grande fundo de cidadania, com chamadas de atenção muito interessantes para órgãos públicos.

    Também acho bom que não seja fulanizado, como dizes, porque o que importa são os cidadãos.

    Parabéns pelo trabalho.

    Mário Russo

    ResponderEliminar
  2. Risos! Não sabia isso do CIVA... Obrigado.

    ResponderEliminar