11/04/2014

CIVA ( Centro de Investigação da Vida Alheia)



 Hoje realiza-se na Casa da Música, o concerto comemorativo dos 500 anos do Foral de Matosinhos, em que  a Câmara Municipal de Matosinhos se associa a estas comemorações, com um concerto pela Orquestra Sinfónica do Porto.
 

Na Maia, a actual presidente de Junta, Olga Freire, que já esteve a assistir a debates no Clube dos Pensadores e o anterior presidente da Junta, Carlos Teixeira andam à turra e à massa pelo Zoo e buracos financeiros. Lamentamos, pois, Carlos Teixeira estava nesse lugar há muitos anos e muito fez pela Maia, recordamos que Joaquim Jorge chegou a jogar futebol de salão em torneios organizados por si. Por outro lado, Olga Freire é a nova inquilina, com ideias novas e quer mostrar serviço, mas não é bonito e elegante o que se está a passar. O que andam a fazer os responsáveis máximos dos destinos da Maia? 

Não me digam que no futuro quando sair Bragança Fernandes vamos ter episódios deste tipo com o novo presidente da CM Maia? Espero bem que não. Deve honrar-se o passado de quem exerceu um cargo público e ajudar no futuro  quem de novo chegou. Agora atirar pedras não resolve nada.


Aqui em Gaia não faltam conferências e debates. Para a semana é a CM Gaia que realiza um debate pelo 25 de Abril com António Arnaut , assim como o PSD, a propósito das eleições  europeias, vai receber Paulo Rangel. O Clube dos Pensadores fiel à sua matriz de pluralidade vai ter um novo debate no dia 21 de Abril, com um convidado de arromba.


A Câmara de Alfandega da Fé viu algumas das suas contas penhoradas por processos em tribunal. Aguardo, para ver o desenrolar dos acontecimentos em Gaia com os inúmeros processos e dívidas.


Matosinhos pode voltar a ter uma rádio local. Isso deve-se à perseverança de Maria Jacinta ex-funcionária da Rádio Clube de Matosinhos, entretanto extinta, que deitou mãos à obra e começou a encetar os seus contactos.


O 25 de Abril pelo que se tem passado nestes anos de democracia não dá azo a festejos e muita alegria. Porém contínuo de acordo  com  Winston Churchill que dizia:"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à excepção de todas as outras que foram experimentadas."

A geração Millennials, a geração do milénio, que está entre os 18 anos e 33 anos, não quer nada com os bancos, nem hipotecas de casas, nem ligam muito a carros e poucos se casam. No fundo impõe uma nova forma de consumir. Temos pena que não liguem nada a política, pois poderiam mudar o curso dos acontecimentos.

Vai-se festejar a data do 25 de Abril, quarenta anos de democracia. Porém continua-se a pedir sacrifícios e não se vêem resultados. Há um profundo precipício entre o poder político e o povo. A distância dos políticos com os cidadãos está a criar um enorme descrédito. E a pior doença da democracia é as pessoas não acreditarem no governo, na oposição e em nada. Quando se diz: são todos iguais. É o princípio do fim...

JJ

2 comentários:

  1. A geração Millennials, que JJ indica e aonde me insiro é o resultado de uma democracia europeia falhada e aburguesada por parte de uma geração mais velha.
    Concordo com as características que define este grupo, não por ser negativo, mas sim por serem positivas, o consumismo tornou-se mais real e de conformidade com as suas posses ( que são muito poucas nesta conjuntura actual ).
    Contudo em relação à política , não concordo a 100%, a minha geração une-se em torno de novos horizontes e ideais , muitos deles não se revêm na forma actual de fazer política e a sua forma convencional e arcaica e outros simplesmente não acreditam nessa forma de governação.
    Alternativas? Existem no coração e nas mentes, mas são automaticamente desacreditadas pelo sistema instalado.
    Muitos génios, políticos, cientistas e movimentos ao longo dos séculos foram considerados loucos nas alturas que apresentavam as suas ideias, a história ensina-nos que foram revolucionários e avançados para a época em que viveram. Acredito que nenhum sistema por mais bem protegido que esteja, seja eterno perante tanta fissura e desunião, a história também nos explica e bem este facto.

    Ricardo

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  2. O "25 de Abril" serviu apenas para que se pudessem eliminar as componentes nacionalista e isolacionista da cultura portuguesa e para criar as condições para colocar Portugal como mais um vagão no comboio da União Europeia, rumo à "Nova Ordem Mundial".

    E, tudo isto, para que passássemos de uma economia fascista, de teor nacionalista, para algo semelhante a uma versão internacionalista deste modelo económico.

    Foi maioritariamente isto, juntamente com um propositado incentivo à decadência, a vários níveis, o que mudou.

    Pois, continuam a ser os grandes interesses económicos quem realmente dá ordens ao Estado, enquanto o último continua a Mentir perante o Povo, dizendo que são os interesses das pessoas, em geral, que está a servir.

    Discordo, no entanto, de que a Democracia é o sistema menos mau de todos. Pois, a Anarquia funcionou, e bem, nos anos 30 do século passado, na Catalunha. E, a razão pela qual não triunfou, foi por ter sido destruída militarmente - primeiro por comunistas e depois por fascistas. (E, não por ter colapsado, de tão "podre" que era - como já é, em boa parte, esta Democracia, onde abdicam as pessoas de pensar e de decidir sobre as suas próprias vidas.)

    E, o Winston Churchill não é boa fonte para o que quer que seja... Pois, foi ele mais um dos vários agentes, ao serviço da coroa britânica, que esteve/estão por trás de toda esta tentativa de mudar o mundo para pior. (Informem-se sobre quem é que criou a UE, a ONU e demais organizações internacionalistas - e com que propósito foram estas criadas.) (http://img594.imageshack.us/img594/8449/bilderbergfocusfev09.jpg)

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