09/04/2014

Artigo de opinião de Joaquim Jorge no PT Jornal

5 comentários:

  1. Deveria se dar mais ênfase e valor a pessoas como JJ que explicam ( e muito bem ) e expõem estas situações concretas de má gestão e de corrupção no nosso sistema público, situações como estas são parte de um "bolo" gigantesco de défice nas contas públicas.
    Podemos também concluir na mentira que os partidos que estão no governo actualmente onde acusam exclusivamente o governo de Sócrates pelo desastre em que se encontra Portugal, pois muitas câmaras deste país estão em ruptura financeira tendo sido presididas por partidos da governação...o entendimento político desejado afinal é real, pois na mentira e conivência de má gestão estes políticos entendem-se muito bem!!
    Os anteriores executivos , deveriam ser responsabilizados de diversas formas, em primeiro lugar proibição de se candidatarem a qualquer organismo público, de seguida serem expulsos dos próprios partidos políticos servindo de exemplo para futuros aspirantes a ladrões e por último serem chamados a pagar parte desses mesmos negócios ruinosos em que estiveram envolvidos directa ou indirectamente.
    Caso tivessem patrimônio particular ser penhorado por terem lesado os contribuintes e abusar da confiança depositada na sua eleição e por último os autarcas que já tivessem requisitado a sua aposentação serem confiscados em parte desse valor, visto terem feito descontos sobre um ordenado que o próprio Estado lhe pagou , como por exemplo o L.F.Meneses que aos 60 anos vai usufruir de uma reforma de 3mil e poucos euros, deixando na ruína o município de V.N. de Gaia.

    Ricardo

    ResponderEliminar
  2. As câmaras deste nosso pequeno País, são essenciais no desenvolvimento e captaçao de investimento estranjeiro e nacional, são também a parte mais visivel e concreta para os cidadãos do poder público.
    Qualquer câmara deveria ter um número mínimo obrigatório de funcionários no seu quadro de recursos humanos ( o número apenas variava consoante o tamanho do seu território ), número este que conseguisse executar os serviços mínimos e essenciais para o funcionamento do município ( visão muito bem explicada por JJ ).
    Todos os restantes funcionários contratados pelo executivo no Poder do Município, apenas poderiam recrutar funcionários com contratos a termo incerto ( período no máximo de 4 anos, igual ao da governação local) e mediante o orçamento disponível (real e não fictício ).
    O actual modelo de governação local assemelha-se a pequenas ditaduras, pois muitas vezes são o maior empregador da Região o que por si só é uma forma de inibição e de pressão sobre os cidadãos que votam.

    Ricardo

    ResponderEliminar
  3. Peço desculpa, por estar novamente a comentar, mas ocorreu-me outra situação real e que é incorrecta na governação das Câmaras.
    As requisições e nomeações políticas após as eleições locais, são uma aberração, pois muitas vezes contratam funcionários desnecessários e para cargos aonde já existe recursos humanos ( por exemplo secretarias para os gabinetes de vereadores ), usufruindo de salários chorudos a recibos verdes , muitas das vezes roçando mais do dobro do ordenado do verdadeiro funcionário publico que está no activo à 15 e 20 anos.
    É incorrecto e injusto para um funcionário que está no seu topo de carreira relativamente á função que exerce.

    Ricardo

    ResponderEliminar
  4. Agradeço vivamente o seu contributo

    ResponderEliminar