António José Seguro passou ao ataque , passou de uma posição branda e conciliadora para incisiva e intolerante . A isso não é alheio o que disse no inicio da semana Mário Soares , em que sugeriu uma ruptura .
A posição de António José Seguro é de ataque e não de defesa . Ao pedir para ser recebido por Cavaco Silva , dramatizou a situação e sabendo ,que nesse mesmo dia, iria à noite à TVI .
Esta 5ªfeira foi de Seguro e do PS , travestiu-se de duro e inflexível , assim o exige a possibilidade de se manter secretário-geral por mais tempo. Vamos ver se esta 6ª feira com o debate quinzenal no Parlamento se mantém a onda segura ou marca passo com Passos Coelho...
Seguro está disponível a sair para a rua, à frente de uma manifestação, se o Governo colocar em causa o Serviço Nacional de Saúde (SNS), afirmou que já se sentiu mais vinculado ao memorando e exige transparência com as secretas e a presença de Miguel Relvas no Parlamento.
Depois digam que o "velho" ( Mário Soares) está xéxé , que já não tem influência nenhuma e ninguém o ouve. Pelo menos o PS escuta-o atentamente e segue-o.
O consenso com o PS está mais distante , à suavidade sucede a crispação. O PSD tem que mudar de táctica.
António Fernandes; Francisco Azevedo Brandão;Valdemar F. Ribeiro ; José Francisco; Pedro Almeida; Nelson Fernandes;
Colaboradores
Bruna Santos ; Pedro Zenha ; Fernando Albuquerque ; Vítor Alves ; Artur Oliveira ; Pedro Miguel; Luís Abreu; Maria João; Tó Manel; João Elísio Carvalho