06/12/2009

OPINIÃO


Caro JJ

O meu conhecimento do “Clube dos Pensadores” era um conhecimento, vamos lá, empírico. Baseava-se apenas em duas ou três visitas que fizera ao seu blogue e no muito entusiasmo que lhe via manifestar o António, meu marido.
Concordei que acompanharia o António, a Maia, à sessão de encerramento das actividades de 2009. A medo, confesso. Afinal quem seriam os “Pensadores”? O que “pensavam”?
Na mesa, três senhores: Joaquim Jorge, Lino Ferreira, Mário Russo. Três “pensadores” a fazer uso do seu “pensamento”.
E o medo desvaneceu-se. E surgiu a surpresa, agradável surpresa. Admiração! E dei comigo a pensar, de uma maneira tão diferente, de coisas em que falava todos os dias (sem pensar). Os “sem abrigo”, a “segurança social” …
E dou comigo a pensar em como o nosso Portugal, o nosso Mundo, seriam bem melhores se todos nós aprendêssemos a pensar e a partilhar com outros o nosso pensamento.
E dou comigo a pensar que, afinal, o poeta tem razão: “Não há machado que corte a raiz ao pensamento”.

Bem haja, Joaquim Jorge, pelo seu “pensamento” tão cheio de ideais. Que a estes quatros anos se sigam mais quatro e mais quatro, até ao infinito…

Zaida Paiva Nunes