Daniel Braga
A docência com todo o peso que o termo carrega e acarreta exige, hoje, mais do que nunca, um apego e uma dedicação mais exigente, mais responsável, mais profissional e, sobretudo, uma maior disponibilidade colaborativa e de rigor quer em termos científicos, quer nas suas práticas lectivo-pedagógicas. Ser professor é , hoje, o simbolizar da excelência, o primado do rigor científico-pedagógico e a consciência do que é a nossa função primeira:ensinar / educar. Só assim calaremos as vozes cujo "ruído" único é o de nos desprestigiar, de nos desmotivar e de nos silenciar fazendo de nós o bode expiatório de tudo o que vai mal no ensino em Portugal. Com a nossa prática de rigor, de responsabilização e de profissionalismo contribuiremos todos para a melhoria efectiva do ensino e para o atenuar das lacunas detectadas ao nível das aprendizagens, fazendo dos nossos jovens e do seu gosto de aprender uma alavanca de sucesso e de satisfação pelo dever cumprido. Com paixão e determinação faremos deste autêntico sacerdócio que é a nossa profissão uma mais valia, obrigando-nos , por isso,mesmo perante os escolhos que se nos vão deparando, a que nos movamos em patamares de exigência, competência e mérito a roçar a excelência, para que todos saiamos a ganhar:os alunos porque aprenderam, os pais satisfeitos por verem os filhos motivados na escola e nós porque fomos professores exigentes, eficientes e competentes perante esse grande desafio que é o de ensinar.
Será tudo isto uma utopia ?
A docência com todo o peso que o termo carrega e acarreta exige, hoje, mais do que nunca, um apego e uma dedicação mais exigente, mais responsável, mais profissional e, sobretudo, uma maior disponibilidade colaborativa e de rigor quer em termos científicos, quer nas suas práticas lectivo-pedagógicas. Ser professor é , hoje, o simbolizar da excelência, o primado do rigor científico-pedagógico e a consciência do que é a nossa função primeira:ensinar / educar. Só assim calaremos as vozes cujo "ruído" único é o de nos desprestigiar, de nos desmotivar e de nos silenciar fazendo de nós o bode expiatório de tudo o que vai mal no ensino em Portugal. Com a nossa prática de rigor, de responsabilização e de profissionalismo contribuiremos todos para a melhoria efectiva do ensino e para o atenuar das lacunas detectadas ao nível das aprendizagens, fazendo dos nossos jovens e do seu gosto de aprender uma alavanca de sucesso e de satisfação pelo dever cumprido. Com paixão e determinação faremos deste autêntico sacerdócio que é a nossa profissão uma mais valia, obrigando-nos , por isso,mesmo perante os escolhos que se nos vão deparando, a que nos movamos em patamares de exigência, competência e mérito a roçar a excelência, para que todos saiamos a ganhar:os alunos porque aprenderam, os pais satisfeitos por verem os filhos motivados na escola e nós porque fomos professores exigentes, eficientes e competentes perante esse grande desafio que é o de ensinar.
Será tudo isto uma utopia ?

