O lado positivo de ler jornais diariamente, tem o seu lado negativo. Não sei se já se aperceberam que com a leitura dos jornais criamos uma angústia e uma revolta, que dificilmente é ultrapassada, porque mal nos refazemos de uma notícia, entramos noutra e se a primeira se referia a um tal crime passional (que disparate! Como se pode matar por se sentir trocada/o… mas somos coisas ou pessoas? As coisas trocam-se, as pessoas não… que confusão paira nas nossas cabeças; mata-se por uma courela de terra, por meia dúzia de haveres de uma herança… enfim, afinal até pensamos pouco, pois se pensássemos mais um bocadinho, chegávamos à conclusão que tudo é efémero e até nós, que nos consideramos de muita importância…).
Mas há outra espécie de notícias que nos surpreendem e nos deixam claramente bem dispostos (mais vale rir que chorar), e a que li sobre os “Docentes vão fazer provas de ingresso”, não só me deixou a pensar, como também me fez concluir que, por vezes não é o saber muito de uma matéria que revela quem é o bom professor, mas sim como ele transmite essa matéria e isso não vem nos livros…
Por outro lado, seria bom que se pensasse que há que ter em consideração os programas com os quais se pretende transmitir o que se pretende que seja ensinado, tendo em conta a constante mutação no campo da modernização e da dinâmica que se pretende imprimir ao acto de ensinar.
Ainda e no que refere à aprendizagem, o principal no processo de ensino, penso eu, é que a aprendizagem seja significativa; há que ter em consideração que o material a ser aprendido tem de fazer algum sentido para o aluno, porque quando a matéria a ser aprendida não consegue ligar-se a algo já conhecido, entra-se numa aprendizagem mecânica. Decoram-se fórmulas, e muitos temas para a prestação de provas, mas logo de seguida à avaliação são esquecidas. É essencial que o aluno tenha disposição para aprender e que o material a ser aprendido seja potencialmente significativo, uma vez que cada aluno faz uma filtragem dos materiais que têm significado ou não para si próprio.
Há também que não esquecer as múltiplas solicitações extra-escolares que a garotada das mais diversas idades sofre, através do manancial de informação que lhe chega às mãos e que nem sempre é da melhor qualidade e o mais importante, o meio onde está inserido o aprendiz…
Com tudo isto, apenas gostaria de alertar para certos métodos que se propõem vir a aplicar na avaliação a professores, que, se vierem a desenvolver-se dentro de uma futura “autonomia” das escolas, poderão resultar em algo muito similar ao que se conhece de alguns centros de ensino privado.
Mas há outra espécie de notícias que nos surpreendem e nos deixam claramente bem dispostos (mais vale rir que chorar), e a que li sobre os “Docentes vão fazer provas de ingresso”, não só me deixou a pensar, como também me fez concluir que, por vezes não é o saber muito de uma matéria que revela quem é o bom professor, mas sim como ele transmite essa matéria e isso não vem nos livros…
Por outro lado, seria bom que se pensasse que há que ter em consideração os programas com os quais se pretende transmitir o que se pretende que seja ensinado, tendo em conta a constante mutação no campo da modernização e da dinâmica que se pretende imprimir ao acto de ensinar.
Ainda e no que refere à aprendizagem, o principal no processo de ensino, penso eu, é que a aprendizagem seja significativa; há que ter em consideração que o material a ser aprendido tem de fazer algum sentido para o aluno, porque quando a matéria a ser aprendida não consegue ligar-se a algo já conhecido, entra-se numa aprendizagem mecânica. Decoram-se fórmulas, e muitos temas para a prestação de provas, mas logo de seguida à avaliação são esquecidas. É essencial que o aluno tenha disposição para aprender e que o material a ser aprendido seja potencialmente significativo, uma vez que cada aluno faz uma filtragem dos materiais que têm significado ou não para si próprio.
Há também que não esquecer as múltiplas solicitações extra-escolares que a garotada das mais diversas idades sofre, através do manancial de informação que lhe chega às mãos e que nem sempre é da melhor qualidade e o mais importante, o meio onde está inserido o aprendiz…
Com tudo isto, apenas gostaria de alertar para certos métodos que se propõem vir a aplicar na avaliação a professores, que, se vierem a desenvolver-se dentro de uma futura “autonomia” das escolas, poderão resultar em algo muito similar ao que se conhece de alguns centros de ensino privado.

