Não é possível a um governante retirar dinheiro a um parco subsidio de desemprego e a quem está doente. Isso é herege e mostra tudo que um político não deve ser : insensível, ignorante , incompetente e nunca soube o que era a vida de desempregado e de doente. Por outro lado as Fundações não só não acabaram como vão manter isenções de IMI, de IRC , de imposto de selo,para além de outros benefícios e isenções fiscais. Continua -se a comprar carros , jogar golfe e o que nós não sabemos...
O momento é tão complicado que tem que haver prioridades e uma delas são as pessoas e as suas necessidades básicas : alimentação , saúde , medicamentos, etc.
É preciso um combate feroz à evasão fiscal e à fuga aos impostos . Por outro lado acabar com todas as ajudas às Fundações ficando somente as de âmbito social . Acabar com as transferências para as PPP`s , benefícios fiscais para a banca e grandes empresas, etc.
O que deve fazer no Estado é cortar aos recursos materiais e só depois aos recursos humanos ( pessoas).
O PS propõe algumas alternativas que merecem ser analisadas:
1- Mais tempo para a consolidação das contas públicas mantendo o rigor orçamental com prioridade ao emprego,à criação de riqueza e ao crescimento
2- Criação de uma banco de Fomento , no apoio ao investimento , financiado pelos fundos comunitários e do Banco Europeu de Investimento
3- Colocar ao dispor da economia 3.000 milhões de euro do QREN.
4- Linha de crédito de 5000 milhões de euros a contratar com o BEI , de um fundo de recapitalização , par apoiar as PME`s.
5-Expansão de postos de combustível de linha branca.
Um coisa é certa cortar na despesa do Estado não é o mesmo que mandar funcionários públicos embora. Essa ideia é errada e parte de pressupostos errados. O certo é diminuir nos salários dos membros do governo , 30% , como exemplo. Menos mordomias , menos carros, menos viagens. E , por fim , mais ideias para defesa das pessoas , e não ataque às pessoas.
Ideias kafkianas , surreais,absurdas, confusão entre o real e a ficção estou farto. Este governo está numa crise de identidade entre o país e o indivíduo , numa submissão ao imaginário.
JJ
JJ

