23/07/2017

EM BRAGA, É PRECISO ACREDITAR!




António Fernandes 
Acreditar é condição essencial de suporte à vontade.
Acreditar é também a essência do querer.
Sem estas três condicionantes: acreditar; vontade; querer; não há no individuo motivo relevante para concretizar o que quer que seja: um objetivo de vida; uma carreira profissional; um compromisso pessoal cívico para com a sociedade em forma de compromisso político publico;
Porque, é nas motivações alicerçadas na capacidade em acreditar que se forja a vontade que molda o querer e a consequente concretização do objetivo pretendido. O princípio e o fim daquilo a que cada um se propõe, se for capaz de concretizar.
Especialmente quando se trata de vencer uma eleição a cargo público em que a disputa por esse cargo gira em torno do interesse coletivo comum em que tudo aquilo que influi na qualidade e condição de vida, está em causa.
Um cargo de responsabilidade acrescida na gestão do bem público a ser distribuído com equidade e por isso com justiça de forma a proporcionar melhoria contínua nas condições e na qualidade de vida da nossa comunidade que neste momento se defronta com dificuldades extremas. Dificuldades essas a que urge responder com seriedade em que a lisura e a transparência são baluarte político imprescindível. Do candidato e de toda a equipa que acompanha esse candidato.

Acreditar; ter vontade; querer; é um triângulo de intenções que importa concretizar.
1 – Acreditar que é possível vencer a batalha eleitoral;
2 – Ter vontade férrea em dar forma e consistência aos motivos;
3 – Querer que o culminar desse projeto seja o interesse publico;
Coisa simples que teimosamente o receio complica e muitas vezes a dúvida apresenta como impossível apontando outros argumentos para justificar dificuldade racional a que bastaria ao receio livrar-se dos pesadelos que ensombram os conselhos desapropriados por serem desajustados para com as evidências.
A cidade cresceu, desenvolveu-se, muniu-se de todas as ferramentas essenciais que lhe permitiram aguentar um interregno nesse seu desenvolvimento sustentado durante quatro anos em que tudo está como estava quando uns determinados arautos de mudanças radicais ascenderam ao poder e aquilo que fizeram foi abalar a estabilidade financeira existente depauperando receita pública acumulada e corrente em devaneios burgueses de diversão.

A cidade parou no tempo à espera de um líder que traga consigo a esperança de que é possível:
a) - ACREDITAR na mudança.
b) - QUERER essa mudança.
c) - VONTADE em mudar as políticas para que a mudança seja um facto.
Não basta mudar os personagens instalados no Município que se deixaram embriagar pela vaidade que destrói a compostura política e dá azo ao que de pior o poder em si encerra, a prepotência (!) por outros personagens idênticos.
A prepotência converge em si animosidade generalizada de tal dimensão que as suas vitimas tudo fazem para se conseguirem ver livres da condição de servos a que os querem sujeitar.
Circunstância por si só suficientemente motivadora para mudanças políticas se não houvesse um rol de outras circunstâncias de igual modo lesivas da cidadania, que ensombram a cidade e lhe castram a liberdade!
Daí que caiba ao Partido Socialista e ao seu candidato aquilatar das responsabilidades políticas a assumir e, das que os seus adversários políticos enjeitaram, de forma a que não fiquem quaisquer dúvidas nos cidadãos eleitores do Concelho sobre quais os motivos porque devem votar massivamente, não se abstendo de participar ativamente na defesa dos interesses comuns de todos os cidadãos com particular incidência e atenção para com os segmentos sociais mais debilitados.
A essa tarefa o Partido Socialista nunca virou costas nem sequer hesitou em a levar por diante!