12/06/2017

Crónica de Genebra



Nelson Fernandes 
Era uma vez o :     “ CO2 “ 
     É verdade que por esse mundo fora muita coisa se inventa e desenvolve tendo em vista revolucionar o “ modus vivendi ”, do Homem.
     O que me traz hoje aqui, são algumas das invenções das mentes, que por meio destes Alpinos montes divagueiam.
     Sem dizer que foi neste País que Einstein encontrou a serenidade para meter as suas teorias em acção.
     Mais recentemente foi a vez do meu Amigo Bertrand Piccard e Equipe desenvolverem e executarem o Balão com o qual deram a volta ao Mundo. Mais recentemente foram os mesmos personagens a voar no Solar Impulse, também este desenvolvido aqui.
     Há pouco tempo foi um astrónomo Genebrino, a descobrir o primeiro planeta extra sistema solar, capaz de ter vida semelhante à nossa, malgrado se situar a uma distância de 40 anos luz. A seguir a este, foi um sem-fim de astrónomos a descobrir planetas habitáveis?
     Estão os engenheiros Suiços a construir  uma “ Traineira Espacial” para ir lançar as redes tendo em vista, pescar resíduos de todo o lixo que o Homem têm, vão lá uns sessenta anos, enviado para o Espaço.
     Agora a última, é a recente inauguração de uma fábrica, para recolher CO2 através de uns filtros. Quando os filtros estão saturados de CO2, estes filtros são aquecidos a uma temperatura de 100°C o que torna o CO2 sólido. Uma vez solidificado é vendido aos Agricultores para servir de adubo “ Buano”. Esta fábrica agora inaugurada pode reciclar cerca de mil toneladas de CO2 por ano. Os fabricantes prevêem serem necessárias 7500 fabricas semelhantes instaladas pelo Mundo para absorver todo o CO2 produzido pelo Homem. Aos senhores. financeiros portugueses que queiram investir, cada instalação custa 2.000.000€
     Uma maneira de tornar todos esses acordos e desacordos de Paris, coisa obsoleta.
    Entretanto como Português resta-me uma consolação. Sei que no meio destas invenções, trabalham e pensam discretos Cientistas dentro de cujas veias corre sangue Português.
     A minha homenagem pois, a todos esses, e sei que alguns vão ler esta humilde crónica que lhes dedico.

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