15/05/2017

Pensar Matosinhos



Este compasso de espera na minha possível candidatura permite -me analisar o que se passa à minha volta. Li que um candidato acha que pode reverter para si os votos de outro. Como se isso fosse possível! Os votos são dos cidadãos e a eles diz respeito em quem votam.
É compreensível a necessidade de afirmação de algumas candidaturas que ainda não o são: essa decisão é no 55.ºdia anterior às eleições do dia 1 de Outubro. Isso tem que acontecer no início de Agosto com as listas de candidatos apresentadas perante o juiz do tribunal . Quem concorre por partidos essa questão não se põe.
Se for candidato a minha campanha será com argumentos e ideias para defender a minha posição. Por outro lado, defendo uma campanha com os cidadãos de Matosinhos e não uma campanha de "notáveis". Como eu acho que devo ser escrutinado, todos os outros candidatos devem sê-lo. Não podemos escamotear e, fazer de conta de tantas coisas que se têm passado em Matosinhos.
Apercebo-me que alguns jornais de Matosinhos procuram de uma forma dissimulada ignorar o Joaquim Jorge e o Clube dos Pensadores, com receio de lhes dar protagonismo. Lamento!
Por fim, um candidato afirmou que o processo de candidatura no PSD é semelhante à do PS. Tenho os pés bem assentes na terra e tenho direito a sonhar como qualquer pessoa.
Não me estou a colocar em bicos de pés, nem a ser oferecido. 
Recebi um convite, estava em casa sossegado. Antes de aceitar este  convite que é um desafio. Sabia muito bem como tudo se iria processar. A referência neste processo é o PSD e depois o CDS. Eu sujeitei-me ao escrutínio da concelhia do PSD, legitimamente representada pelo seu presidente, José António Barbosa. E venci por maioria (9-7). Parece que é por poucos, mas não é, num universo de 16 pessoas. Venci por 56,25%.
Obrigado a quem todos os dias me dá força, me contacta e se preocupa comigo.

JJ

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