14/03/2016

A horta no telhado




Miguel Mota 
Recebi informação de que, em França, legislação recente determina que todos os prédios a construir em zonas comerciais tenham os seus telhados ocupados com painéis solares ou com agricultura. A notícia trazia uma figura, que aqui reproduzo, com a devida vénia.
A notícia parece-me interessante, pois trata de mais um aproveitamento de um espaço que, na maioria dos casos, com os telhados de telhas, nada rende.
Para a agricultura, é mais um bom aproveitamento para aumentar significamente a produção de frutos e legumes, no seguimento de casos sobre os quais já tenho escrito, do que se obtém nos pequenos quintais e nas varandas.
Sobre a obtenção de energia, recordo algo que sugeri, num concurso que não ganhei. A proposta era que, em vez de painéis solares, colocados sobre o telhado, nas suas vertentes viradas a Sul, o próprio telhado fosse construído com módulos que, na sua construção, integrassem os painéis. Módulos semelhantes poderiam revestir pelo menos uma parte das fachadas viradas a Sul, para aproveitamento da imensa energia que o sol ali faz incidir. Isto aplica-se a painéis para aquecimento de água, ou para a produção de energia elétrica, com células fotovoltaicas.Algum tempo depois vi notícias de algo desse género estar em marcha na Suécia e que, em Portugal, alguém tinha construído telhas com células fotovoltaicas. Nada mais sei destes temas, mas acredito que são boas formas de captar uma parte da energia que o sol derrama sobre a terra durante várias horas do dia.

4 comentários:

  1. A italia faz telhas fotovoltaicos deu na sic.

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  2. A italia faz telhas fotovoltaticos.
    http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/empresas-desenvolvem-telha-que-substitui-placas-solares/

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  3. Nuno ja falei nesse assunto aqui no clube há algum tempo. O seu preço é um óbice mas uma excelente ideia. Obrigado.

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  4. Senhor Miguel MOTA, muito boa noite.
    Tudo o que fôr de " Conneries, comme ils disent", os francêses são os maiores. Os inglêses têm o jardim (horta) diante da porta. Aqui os suissos,(as Comunas) emparcelam terrenos devolutos e vendêm-os aos cidadãos eventualmente interessados, com a definição de " Jardins FAMILIARES". Alias sobre este assunto vou escrevêr uma das minhas Crónicas.
    Mas quanto aos jardins sobre os telhados francófonos não é invenção nenhuma. Os nossos antepassados os Austrolopitécos já tinham o jardim sobre o telhado da Cavérna. Pôr acaso, não era para servir de aquécimento central que nesses Lindos Minho, Tràs-os-Montes e Beira Alta, os currais do gado se situavam por baixo da casa de habitação. Já o Menino Jesus foi deitado na mangedoura e aquecido pelo bafo da vaca. Já tenho as minhas reticências quanto ao bafo do burro ...!!!
    Pena é, meu amigo Miguél, que a França seja um bebedouro aonde a "burricada" portuguêsa vai bebêr. Até mesmo o DIREITO Português a norte do Téjo esta prênhe da Filosofia francêsa. Mas a burricada portuguêssa adora mesmo ir ressaciar-se nas margens do Sena.
    Já agora e é por isso que aqui trago a minha achêga. Foi hoje lançado ao mar um velêiro de regáta, cujas vélas são cobertas com paineis SOLARES FLÉXIVEIS os quais permitem, uma autonomia total em energia, ao veleiro. Estas vêlas vão já fazêr parte das grandes regatas internacionais. Transact, Cape Horn etc.
    Estes paineis solares, fléxiveis,são cosidos sobre um tecido das vélas (especial, mais fino)porque o painél solar vai ele mesmo captar o vento. Assim meus Amigos Leitores se houver-mos de copiar façâ-mo-lo por civilizações mais avançadas que a embrutecedora francêsa.
    A ménos que tenhais saudades dos " BIDON VILLE".
    Já aqui o escrevi anteriormente, os francêses nunca engoliram o sapo de têrem sido batidos no BUçACO e tudo têm feito para destruir Portugal. Vou citar alguns elementos de refexão ; A Guiné Bissau e a Conakri. Os Estaleiros Navais da Lisnave. A electricidade consumida em Portugal. E conhêço outros elementos que não são da ordem pública.
    Genébra 12.03.16
    Nelson Fernandes

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