07/05/2015

Excerto de Pedagogia Cívica (2)



(...) O escrever não está reservado aos grandes literatos.Seria tão estúpido como pensarmos que não podemos jogar futebol, porque não somos iguais a Cristiano Ronaldo. Para escrever, como dizia Oscar Wilde, “somente há duas regras: ter algo para dizer e dizê-lo”.
A minha formação em Ciências, pouco tem a ver com Letras, mas há uns anos a esta parte verifico que escrever tem um poder assinalável de intervir e alertar. Os temas que mais me preocupam, por exemplo, são a política, em geral, alguns políticos e determinadas situações com as quais me
sinto mal quando tomo conhecimento. Faço-o para que tenha relevância pelos outros e para o bem-comum. Escrever, por outro lado, potencia a criatividade e a resolução de determinado problema. Escrevo sem medo e sem pensar nas consequências. As minhas ideias vão fluindo. Procuro
converter o complexo em simples. Muitas vezes, ouço críticas, outras vezes elogios. Charles Reade disse: “Semeia um pensamento e colhe um acto. Semeia um acto e colhe um hábito. Semeia um hábito e colhe um carácter. Semeia um carácter e colhe um destino”.
Não tenho dúvidas de que as minhas palavras, os meus pensamentos e as minhas ideias estão ligadas a uma finalidade: lutar pela cidadania, dar voz aos cidadãos, lutar pela sua participação activa, lutar pelos seus direitos,proporcionar mais e melhor democracia, etc.

Passe a jactância, não sei se é um destino, mas não deixarei de continuar a fazê-lo pelo uso da palavra
escrevendo ou falando.Tenho-me apercebido de que a minha escrita chega cada vez a mais gente, logo tem mais poder e influência.
Utilizo a internet no blogue e no Facebook, mas também em vários jornais de referência locais e nacionais. Tenho grande feedback do que digo e escrevo, o que é preocupante para alguns mas um prazer para muitos.
A minha escrita tem como finalidade melhorar. Quem é poder tudo o que faz está na arena pública, para o bem e para o mal. Não podem querer só aplausos. ( ...)

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