16/06/2014

Adivinhe o autor




Isabel Coutinho


Adivinhe o autor...e saberá um pouco mais de historia de Portugal (após 25 de Abril).


“Os problemas económicos em Portugal são fáceis de explicar e a única coisa a fazer é apertar o cinto”.

“Não se fazem omeletas sem ovos. Evidentemente teremos de partir alguns”.

“Quem vê, do estrangeiro, este esforço e a coragem com que estamos a aplicar as medidas impopulares aprecia e louva o esforço feito por este governo.”

“Quando nos reunimos com os macro-economistas, todos reconhecem com gradações subtis ou simples nuances que a política que está a ser seguida é a necessária para Portugal”.

“Fomos obrigados a fazer, sem contemplações, o diagnóstico dos nossos males colectivos e a indicar a terapêutica possível” 

“A terapêutica de choque não é diferente, aliás, da que estão a aplicar outros países da Europa bem mais ricos do que nós” 

“Portugal habituara-se a viver, demasiado tempo, acima dos seus meios e recursos”. 

“O importante é saber se invertemos ou não a corrida para o abismo em que nos instalámos irresponsavelmente”.

“[O desemprego e os salário em atraso], isso é uma questão das empresas e não do Estado. Isso é uma questão que faz parte do livre jogo das empresas e dos trabalhadores (…). O Estado só deve garantir o subsídio de desemprego”.

“O que sucede é que uma empresa quando entra em falência… deve pura e simplesmente falir. (…) Só uma concepção estatal e colectivista da sociedade é que atribui ao Estado essa responsabilidade". 

“Anunciámos medidas de rigor e dissemos em que consistia a política de austeridade, dura mas necessária, para readquirirmos o controlo da situação financeira, reduzirmos os défices e nos pormos ao abrigo de humilhantes dependências exteriores, sem que o pais caminharia, necessariamente para a bancarrota e o desastre”. 

“Pedi que com imaginação e capacidade criadora o Ministério das Finanças criasse um novo tipo de receitas, daí surgiram estes novos impostos”.

“Posso garantir que não irá faltar aos portugueses nem trabalho nem salários”. 

“A CGTP concentra-se em reivindicações políticas com menosprezo dos interesses dos trabalhadores que pretende representar” 

“A imprensa portuguesa ainda não se habituou suficientemente à democracia e é completamente irresponsável. Ela dá uma imagem completamente falsa.”

“Basta circular pelo País e atentar nas inscrições nas paredes. Uma verdadeira agressão quotidiana que é intolerável que não seja punida na lei. Sê-lo-á”. 

“A Associação 25 de Abril é qualquer coisa que não devia ser permitida a militares em serviço”

“As finanças públicas são como uma manta que, puxada para a cabeça deixa os pés de fora e, puxada para os pés deixa a cabeça descoberta”.

“Não foi, de facto, com alegria no coração que aceitei ser primeiro-ministro. Não é agradável para a imagem de um politico sê-lo nas condições actuais” 

“Temos pronta a Lei das Rendas, já depois de submetida a discussão pública, devidamente corrigida”. 

4 comentários:

  1. Olá Isabel
    Eu adivinhei...! O Marócas!!
    Eu já tinha lido há pouco tempo atrás, mas como os anos passam e a gente esquece..., quando li nem queria acreditar.
    Uma das grandes armas dos políticos, é na verdade o esquecimento; deles duvido, não é bem esquecimento..., é mais contando como nosso.
    É muito bom que apareçam estas "lembranças". Deviam era confronta-lo em plena TV e gostaria de ver o que ele respondia.
    Mas a comunicação social também colabora muito no" esquecimento", sobretudo quando os "artistas" são dos chamados de esquerda.

    Hercília Oliveira

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  2. Naquela altura, a teia da corrupcao ainda nao era visivel. E' essa a grande diferenca com os dias de hoje. Hoje ve-se a olho nu o enriquecimento dos politicos, o tamanho da corrupcao, os negocios fraudolentos feitos em nome do Estado e no final, nao ha' culpados.
    Os "tomates" desapareceram dos Portugueses.
    Pedro-Liverpool

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  3. Para quem não quis arriscar na resposta ou porque afinal era tão óbvia!


    «MÁRIO SOARES defendia o plano do FMI:
    Em Agosto de 1983, o Governo assinou um memorando de entendimento com o Fundo Monetário Internacional. Os impostos subiram, os preços dispararam, a moeda desvalorizou, o crédito acabou, o desemprego e os salários em atraso tornaram-se numa chaga social e havia bolsas de fome por todo o país. O primeiro-ministro era Mário Soares. Vejam como o homem queria rasgar o acordo com a troika defendia os sacrifícios pedidos aos portugueses.»

    O que na realidade me incomoda é que se continua a dar canal a este senhor.
    E vamos vê-lo brevemente a fazer campanha ao lado de António Costa de braço dado com Sócrates.

    Agradecida a JJ por disponibilizar este canal.

    "...Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas, que puxa válvulas, que olha o relógio, que compra pão às 6 horas da tarde,que vai lá fora, que aponta lápis,que vê a uva etc. etc.
    Perdoai..." - Manoel de Barros

    Isabel Coutinho

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    Respostas
    1. Ele la' sabe as diferencas entre aquela troika e esta...onde esta' o combate a' chaga que e' a corrupcao em Portugal e que conduziu ao estado en que se encontra o Pais? Nao se querem as respostas?
      Pedro-Liverpool

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