13/12/2012

O sr. anti-ADSE

Este senhor administrador do Hospital de S. João , António Ferreira há tempos defendeu a extinção da ADSE e agora vem dizer que a ADSE viola a Constituição. Pelas suas contas, só seria possível manter os actuais serviços se cada funcionário público ganhasse perto de 8 mil euros por mês.

Este senhor que é um comissário político que assentou raiais no Hospital S.João, sendo considerado os seus serviços um dos melhores da Europa merecia ter outro tipo de pessoas à sua frente.

Meu prezado sr. anti-ADSE ,sendo tarefas fundamentais do Estado, promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos. O Estado Português, ao longo dos anos, não me tem esclarecido objectivamente sobre os seus actos e demais entidades públicas e de ser informado pelo Governo e outras autoridades acerca da gestão dos assuntos públicos, como por exemplo, nomear administradores de mérito duvidoso e que não justificam o ordenado chorudo a que tem direito.


Bem como o uso indevido de verbas públicas. Deste modo a aplicação dos meus impostos ao longo dos anos tem sido usurpada. Isto é que é violar a Constituição!

A Constituição é clara na responsabilização do Estado e demais entidades públicas, sendo civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem.

O país vive em impunidade constante! A gestão económica responsável e ser responsável pelos nossos actos de carácter público está inscrito nas origens da democracia. Um comportamento impróprio e infelizmente em democracia prevalecem a ideia que o único veredicto das decisões públicas reside no sufrágio eleitoral.

Se os serviços públicos fossem bem geridos ao longo doas anos com sentido do bem-comum e de uma forma racional e pensar em todos , não tínhamos que estar a passar o que estamos a passar, tendo que ouvir barbaridades desta natureza pífia e ignóbil.

JJ