A crise tem arrasado toda a gente ( nem toda), a perspectiva de melhoras é uma miragem. O estado de espírito dos cidadãos é inquietante e de frustração. A situação económica teima em não melhorar, os cidadãos estão fartos de ouvir falar de politicas de austeridade e de politicas de crescimento como alternativa , querem é politicas que funcionem sejam de que orientação forem. É preciso medidas para melhorar o bem-estar e capacidade de aquisição dos cidadãos. As pessoas seguem sem levantar a cabeça e têm passado mal. A recuperação tarda em aparecer e a intranquilidade é enorme. Os cidadãos interrogam-se, se vivem melhor hoje que há uns anos atrás? A resposta é não e vivem muito pior. Os cidadãos interrogam-se porque não há culpados? Mas todos sabemos quais são e nada lhes acontece...
JJ
27 Maio 2012
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Culpados, tantos, Governo e anteriores, tantos, Oposiçoes, tantas.
ResponderEliminarBancos, tantos, U.E, toda!
Comunicação Social sensacionalista!!!!!
E aquelas a quem a Justiça ainda justiça não fez, mas por lá andam,,. faz tempo...........................
É por estas e por outras do mesmo jaez que há dias fiquei a magicar porque diabo é que o Procurador Geral da República estava tão enxofrado a responder a uma jornalista dizendo que é preciso calma, que as coisas levam o seu tempo, que não precisam de recados nem dos jornalistas nem de ninguém.
ResponderEliminarFiquei ?????!!!!!
Claro que se fica preocupado, porque estamos fartos de ver que há indiciados, cuidado que só são arguídos quando lhes for deduzida uma acusação pela justiça, se tiverem dinheiro até não precisam de se preocupar muito (ou morrem entretanto ou o crime prescreve no emaranhado das "tramitações processuais"...)...
País de duas velocidades para a justiça: para os pobres é rápida e dum sentido, para os ricos e poderosos, calma que tudo se resolve!...
Não pode ser!
Caro Sr. Nunes,
EliminarO cavalheiro em causa (PGR) não consegue meter ordem na quantidade de pivots de lojas maçónicas que tomaram o organismo que dirige, quanto mais fazer com que o dito cujo organismo execute a função para que foi criado e mostre trabalho útil!
Quem manda na Procuradoria não é esse senhor nem nunca foi...Ele apenas está lá para as televisões terem alguém a quem filmar dizendo que está tudo bem e que a justiça está a seguir os seus trâmites.
Um aprendiz de grand-guignol.
O caixa d'óculos
Eu lamento, mas tenho de voltar a dizer, a todos os que dizem que estão em democracia, que a culpa é toda vossa. Se acham que têm eleições livres porque é que elegeram tanta gente desonestou ou incapaz? Ou julgam que não há, em Portugal, ninguém melhor que estes?
ResponderEliminarEu sei que, além de não me poder candidatar a deputado (mesmo que o desejasse e tivesse muitos eleitores a apoiar-me), quando vou votar só posso escolher a menos pior de meia dúzia de "listas"... com os nomes que meia dúzia escolheu! Isto chama-se ditadura (ou fascismo...) e era disso que eu me queixava na anterior.
Miguel Mota
meu caro senhor atendendo à sua idade que eu respeito ,mas com o devido respeito está sempre a bater na mesma tecla...
ResponderEliminarEu sei disso há muito tempo e tenho menos uns anos que o Miguel Mota.
Não temos outra solução são eles que fazem e votam as leis em causa própria.
Ou fazemos uma revolução pacífica de ideias que é o CdP tenta fazer com mudança de comportamentos e atitudes ou revolução violenta.
Ou faça um partido e concorra e faça listas
Caro JJ,
ResponderEliminarSe eu bato sempre na mesma tecla, é porque vejo todos - ou quase todos - a bater na mesma tecla da "democracia".
Quando diz que "são eles que fazem e votam as leis em causa própria" está a confessar que não pode escolher quem deseja e que está sujeito a uma ditadura, pois em democracia, além de se poder candidatar a deputado - as eleições mais importantes - pode votar na pessoa que entender, como sucede em Inglaterra e outros países democráticos.
Quanto a eu fazer um partido, conto algo real, que não sei se já contei aqui.
Há uns 3 ou 4 anos, no fim duma aula do disciplina de "Conversas sobre Democracia" que dei aqui na Universidade Sénior de Oeiras, uma das alunas veio falar comigo e transcrevo o nosso diálogo:
- O senhor é que era bom para liderar um movimento desses.
- Está bem. Estou disponível. A senhora aparece com um milhão de apoiantes e vamos para a frente.
- Ah!
- Então o que é que quer que eu faça?
Com os portugueses apáticos como andam - e a achar que têm democracia e eleições livres - não vejo nenhum futuro feliz para Portugal.
Miguel Mota
Às vezes parece que nem pertence ou faz parte do Clube dos Pensadores . Esvreve aqui tem espaço para dizer o que pensa e como quer e lhe apetece .
ResponderEliminarPorém nem se apercebe do que JJ faz , tem feito e fará...
Reparei que aquando do 2ºlivro , como coloquei lá um texto seu , apresssou-se a pedir um exemplar . Todavia desta vez , como não tem nada seu , não o pediu. Nada que não esteja habituado e não é por isso que o livro não se venda.
Em relação ao que lhe disseram quase todos os dias me solicitam ligerar algo e eu não costumo falar nisso.
Se me permite em relação a cidadania e participação cívica peço meças a qualquer um e sei muito bem as idiossincrasias do sistema.
Acho como pessoa que gosta de investigar e estar atento ao que se passa não me parece que conheça muito bem o CdP e JJ...
Joaquim Jorge
Se os meus textos o incomodam e os publica por amabilidade, peço o favor de dizer que eu deixarei de enviar qualquer escrito e de fazer qualquer comentário.
ResponderEliminarÉ claro que escrevo o que penso. Mesmo que os portugueses em massa digam o contrário, eu continuarei a dizer o que penso.
Quanto aos livros, não comprei um, mas sim dois e não os comprei por o segundo ter coisas minhas. E se não encomendei o último, que nem sabia se tinha ou não algo meu, foi porque, além de ter imenso para ler e não conseguir atender a tudo, não tenho espaço e a casa já está a abarrotar de forma incrível.
Talvez não conheça bem o JJ, pois nunca sequer nos encontrámos pessoalmente e apenas trocamos e-mails. Mas o CdP, que vejo há muito tempo, sem bem o que é e mais uma vez o felicito por tão bom trabalho.
Miguel Mota
Mais uma frase do JJ que diz como vai o momento:
ResponderEliminarOs cidadãos interrogam-se porque não há culpados? Mas todos sabemos quais são e nada lhes acontece...
a.kuettner
A questão não é essa...
ResponderEliminarA mim só me incomoda quem eu deixo...
E, por vezes , mal dos portugueses , são uns para cada lado e sempre a pensar no seu quintal.
O que tiver a dizer - dir-lhe-ei e não deixarei de dizer o que penso e sinto
É pena!
JJ
So' votam nestes e nos anteriores (PS ePSD), porque querem.
ResponderEliminarHa' outros partidos.
Se os assustam com o papao do comunismo ou outras coisas piores, para que ordeiramente votem nos dois atras referidos, ou ainda, pratiquem a abstencao, os resultados nao irao mudar.
Enquanto pela Europa fora, novos partidos se vao formando, e mesmo alguns radicais como the pirates, na ex alemanha de leste, um grupo de hackers que esta' no Parlamento por eleicao livre, em Portugal, querem 1 milhao de Portugueses para formar um partido?
Pois um milhao, e' composto por 1 unidade vezes 1milhao.
E cada unidade, tem o dever de influenciar os outros 999.000. Por influencia direta e por efeito em cadeia. Nem que nao vejamos nunca, os efeitos das nossas atitudes. Mas nunca, nunca, desmotivar os outros, a procurar a mudanca nas suas vidas e nas dos seus pares.
Pedro=Liverpool
O homem das secretas manda clippings de imprensa a um ministro, o primeiro-ministro acha que ficar sem emprego deve ser motivo de alegria, o Álvaro sugere a multinacional do pastel de nata, a Cristas adopta regulamentos de fardamento para poupar no ar condicionado, o Relvas ameaça a jornalista de que vai dizer na internet que anda amancebada com um gajo da esquerda, o Portas anda a fazer diplomacia económica, o Gaspar não acerta numa previsão.
ResponderEliminarO que incomoda mais em tudo isto já nem é a incompetência ou a falta de respeito pelas regras mais elementares da democracia, mas sim a patetice desta gente, as patetices cometidas pelos membros deste governo são de tal nível intelectual que é muito questionável se nas próximas legislativas é legítimo afirmar que o governo vai ser julgado, vai haver quem se lembre de defender que os membros deste governo não têm idade intelectual para serem julgados, são inimputáveis por se ter provado excesso de patetice.
O mais grave é que a patetice já atingiu outros níveis do Estado, veja-se, por exemplo, o discurso da vaca da graciosa ou, ainda antes deste, a afirmação do então candidato presidencial a classificar-se de mísero professor que nada sabe dessas palavras sobre acções escritas em inglês. Outro bom exemplo de patetice foi-nos dado pelo catedrático a tempo parcial zero por cento quando expôs a tese sobre os pentelhos.
Não sendo defensável a avaliação curricular dos candidatos a altos cargos do Estado, nem sendo legítimo excluir alguém de um cargo no poder por ser burro demais, começa a fazer sentido a adopção de medidas para evitar o assalto dos patetas ao poder. É necessário inventar um patetómetro para sujeitar todos os candidatos a altos cargos do Estado ao teste da patetice. Antigamente os portugueses em idade escolar iam todos anos colocar o selo nas costas para se sacrificarem de que não estavam tuberculosos, agora teremos de fazer uma coisa do género aos candidatos a carreiras políticas para nos certificarmos de que não são patetas.
Aliás, se não fosse o facto de o Álvaro dificilmente passar no teste do patetómetro teríamos um excelente ministro para defender a ideia da criação da multinacional do patetómetro, uma espécie de Nokia portuguesa. O mundo só teria razões para nos agradecer, os EUA teria evitado o Bush e os alemães estariam certos de que o seu chanceler sabe que Berlim não fica em território russo.