Há quem fale da necessidade premente de um governo de Salvação Nacional,face á situação politico económica de Portugal.
Há também quem ache a ideia horrenda e antidemocrática, para além de estapafúrdia e outros adjectivos que aqui me inibirei de transcrever.
Eu por mim concordo com um governo de Unidade Nacional, por justaposição a um governo de salvação nacional,até para não se confundir com Junta de Salvação Nacional.
Dizem os da esquerda,que não,que será um autêntico bloco central,etc... Dizem os da Direita,que,ai que horror, que o governo eleito tem de governar,mal ou bem ou mais mal que bem, quem fez esta cama que nela se deite,etc... Diz o Centro e muito bem, que um governo com interveniência multipartidária representativa da AR, seria de aceitar até que a crise passe ou pelo menos amaine.
Eu irei mais longe: Um governo composto por 1 ou 2 elementos de cada partido representado na AR, complementado por independentes da política,por técnicos das diversas áreas de actuação seria o ideal. O 1º. Ministro seria proposto ao PR ouvidos todos os intervenientes e por eles aceite, independentemente de partidos e de preferência um membro activo e reconhecido com mérito da sociedade civil. E seria para durar pelo menos 1 legislatura inteira.
Vamos ver se os dissonantes desta opção,que também é democrática,continuam a falar da mesma maneira,lá para Fevereiro ou Março de 2011,quando lhes forem às algibeiras forte e feio. Veremos então...
Oliveira Neves
Há também quem ache a ideia horrenda e antidemocrática, para além de estapafúrdia e outros adjectivos que aqui me inibirei de transcrever.
Eu por mim concordo com um governo de Unidade Nacional, por justaposição a um governo de salvação nacional,até para não se confundir com Junta de Salvação Nacional.
Dizem os da esquerda,que não,que será um autêntico bloco central,etc... Dizem os da Direita,que,ai que horror, que o governo eleito tem de governar,mal ou bem ou mais mal que bem, quem fez esta cama que nela se deite,etc... Diz o Centro e muito bem, que um governo com interveniência multipartidária representativa da AR, seria de aceitar até que a crise passe ou pelo menos amaine.
Eu irei mais longe: Um governo composto por 1 ou 2 elementos de cada partido representado na AR, complementado por independentes da política,por técnicos das diversas áreas de actuação seria o ideal. O 1º. Ministro seria proposto ao PR ouvidos todos os intervenientes e por eles aceite, independentemente de partidos e de preferência um membro activo e reconhecido com mérito da sociedade civil. E seria para durar pelo menos 1 legislatura inteira.
Vamos ver se os dissonantes desta opção,que também é democrática,continuam a falar da mesma maneira,lá para Fevereiro ou Março de 2011,quando lhes forem às algibeiras forte e feio. Veremos então...
Oliveira Neves

