Debate/Apresentação do livro na Maia
Ontem , sexta-feira foi uma noite agradável e mais uma vez um teste à capacidade mobilizadora do CdP . A sala esteve cheia apesar de à mesma hora estar a realizar-se um jogo de futebol com interesse e transmitido na televisão : Guimarães - Porto.
Tiago Silva Domingos , vice-presidente da CMM e meu amigo de infância não pôde fazer as honras da casa , devido a uma gripe sazonal arreliadora,todavia esteve Lino Ferreira ,em grande com a sua bonomia e clarividência. Mário Russo ,com o seu ar professoral fez uma resenha do CdP e o quanto tem contribuído para a cidadania e despertar consciências . Joaquim Jorge não fez uma intervenção inicial e desafiou os presentes a questionarem-no e o CdP em si. Aposta ganha e deu voz às pessoas em tempo alargado. Falou imensa gente desde a fundadora Rosa Rodrigues, Júlia Princpe,Hercília Oliveira,José Vitorino, Artur Mesquita, Fernando Moutinho,Henrique Cruz e Álvaro Correia( a primeira vez), os meus amigos da Maia , entre eles, Hélder Ribeiro. Mas a tertúlia sobre o CdP teve um momento alto com a intervenção de Soares Duarte que se deslocou de Leiria com o nosso amigo blogger António Nunes ( assina a-nunes) em que traduziu fielmente o que se pretende ser e fazer : pensar e continuar a sermos dignos,íntegros,isentos. António Nunes falou de seguida deu-se a conhecer e ficou fã deste conceito. Hélder Ribeiro no seu tom doce alertou para as questões sociais e de liberdade de opinião.Além dos que falaram estiverem presentes Marta Isabel , Alexandra Fabião , Álvaro Lopes Machado, Guimarães Teixeira, Pinheiro Martins, José Carvalho, Clara Sousa , Joaquim Pereira , Mário e tantos outros.
Gostei ! Não pensei que corresse tão bem e cumpri com o meu dever de ter prometido que iria à Maia. Esta etapa do livro fechou-se ,agora vou pensar fazer um novo livro , quem sabe e carregar baterias para um novo ano.
Não sou presidente de nada , porventura porta-voz de uma ideia e corrente . O meu empenho nos assuntos do CdP não é negociável e que o defenderei sempre.O CdP ultrapassa as fronteiras partidárias mas tenho as minhas sensibilidades , mundivivências, ideologia e cultura, mas isso não é uma questão de alinhamento partidário. A conclusão que se teria deste encontro que raramente se falou do livro é que é necessário protagonismo da sociedade civil, há um défice da virtude social . O CdP com estes amigos presentes tem ânimo e energia para continuar mas o CdP atingiu uma bitola que requer tempo, trabalho intenso,minucioso,cheio de atenção aos detalhes e algumas ajudas pecuniárias. O importante é ter sempre força para recomeçar , serenidade e evitar ceder à tentação do esgoto.
Joaquim Jorge

