Joaquim Jorge
A etapa da demonização do PSD e da sua culpabilização por governações anteriores terminou , sendo acusados de tudo e mais alguma coisa . Manuel Ferreira Leite ( MFL ) tem procurado reduzir a excessiva euforia depois da vitória nas europeias. Pode agora ocupar-se da sua imagem e construir uma alternativa ao Governo PS e acabar com o lastro de antipatia . A estratégia de cozinhar a sua vitória em lume brando , sem excessos e destaques . O PS está num estado liquefeito e MFL pode ganhar sem que dê conta. As eleições não são ganhas pela oposição mas sim perdidas por quem Governa. O voto em Manuel Ferreira Leite não será entusiasmante mas ela oferece o sentido comum. A conjectura atravessa uma das maiores recessões da história , os partidos e os seus lideres devem preocupar-se mais por tomar a iniciativa , apresentar propostas concretas para debelar a crise e a dura realidade do país . E , não aproveitar os flancos eleitorais do adversário. A politica não se pode reduzir à luta de profissionais do poder , esquecendo a dimensão mais importante e imprescindível de invocar : a vontade maioritária dos cidadãos em torno de uma estratégia plausível e capaz.
A etapa da demonização do PSD e da sua culpabilização por governações anteriores terminou , sendo acusados de tudo e mais alguma coisa . Manuel Ferreira Leite ( MFL ) tem procurado reduzir a excessiva euforia depois da vitória nas europeias. Pode agora ocupar-se da sua imagem e construir uma alternativa ao Governo PS e acabar com o lastro de antipatia . A estratégia de cozinhar a sua vitória em lume brando , sem excessos e destaques . O PS está num estado liquefeito e MFL pode ganhar sem que dê conta. As eleições não são ganhas pela oposição mas sim perdidas por quem Governa. O voto em Manuel Ferreira Leite não será entusiasmante mas ela oferece o sentido comum. A conjectura atravessa uma das maiores recessões da história , os partidos e os seus lideres devem preocupar-se mais por tomar a iniciativa , apresentar propostas concretas para debelar a crise e a dura realidade do país . E , não aproveitar os flancos eleitorais do adversário. A politica não se pode reduzir à luta de profissionais do poder , esquecendo a dimensão mais importante e imprescindível de invocar : a vontade maioritária dos cidadãos em torno de uma estratégia plausível e capaz.
post citado no JN rubrica blogues pág.37 de 23/06/2009

