
Rumando a um desenvolvimento sustentado com uma educação do respeito do meio ambiente.
JOAQUIM JORGE
Perante a ameaça evidente do aquecimento artificial do Planeta e as suas consequências .Todos os países têm de encontrar uma forma de actuar juntos, quer os desenvolvidos,incluindo os E.U.A. , quer os em via de desenvolvimento, cujas emissões estão a crescer enormemente.
Esta união dos países e seus governos é importante ,mas tem de ser complementada com atitudes cívicas e de cidadania não procurando ignorar que somos – cada um de nós – a causa principal deste problema.Mas somos nós,também os mais aptos para encontrarmos a solução. Se levássemos no nosso automóvel para o trabalho só mais um passageiro ,poderíamos poupar cerca de doze milhões de litros de gasolina e evitaríamos que seis milhões de quilos de “gases de estufa” fossem lançados na atmosfera,todos os dias. É necessário fazer com que o maior número de pessoas se comprometa com a defesa do meio ambiente . Aprender a usar a energia de um modo inteligente . E para isso não é necessário tomar duche frio ou viver à luz das velas.Basta exigir que aquilo que gasta em electricidade,gás, ou gasolina , lhe renda o máximo de conforto pelo mínimo dinheiro. Uma nova consciência está a aparecer. Creio que as pessoas começam a perceber que nenhuma instituição será capaz de resolver os problemas gigantescos que, ao longo dos anos, se foram acumulando,resultantes das acções inconsequentes de milhões de indivíduos. Todos juntos ,podemos contribuir ,numa cultura de prevenção e de exemplo a seguir, rumando a um desenvolvimento sustentado com uma educação do respeito do meio ambiente. Existe uma urgência objectiva em zelar para que a Terra continue humana ,bela e um local agradável para a maioria dos indivíduos.
Tendo em conta que vamos presidir à União Europeia e que se vai realizar um conselho de ministros com todos os ministros do ambiente dos 27 países da U.E. , seria bom incrementar um programa integral de luta contra as alterações climáticas a nível europeu. Em Portugal começar com um exemplo simbólico – todos os carros novos adquiridos para administração pública sejam hibrídos e por conseguinte menos poluentes.
JOAQUIM JORGE
Perante a ameaça evidente do aquecimento artificial do Planeta e as suas consequências .Todos os países têm de encontrar uma forma de actuar juntos, quer os desenvolvidos,incluindo os E.U.A. , quer os em via de desenvolvimento, cujas emissões estão a crescer enormemente.
Esta união dos países e seus governos é importante ,mas tem de ser complementada com atitudes cívicas e de cidadania não procurando ignorar que somos – cada um de nós – a causa principal deste problema.Mas somos nós,também os mais aptos para encontrarmos a solução. Se levássemos no nosso automóvel para o trabalho só mais um passageiro ,poderíamos poupar cerca de doze milhões de litros de gasolina e evitaríamos que seis milhões de quilos de “gases de estufa” fossem lançados na atmosfera,todos os dias. É necessário fazer com que o maior número de pessoas se comprometa com a defesa do meio ambiente . Aprender a usar a energia de um modo inteligente . E para isso não é necessário tomar duche frio ou viver à luz das velas.Basta exigir que aquilo que gasta em electricidade,gás, ou gasolina , lhe renda o máximo de conforto pelo mínimo dinheiro. Uma nova consciência está a aparecer. Creio que as pessoas começam a perceber que nenhuma instituição será capaz de resolver os problemas gigantescos que, ao longo dos anos, se foram acumulando,resultantes das acções inconsequentes de milhões de indivíduos. Todos juntos ,podemos contribuir ,numa cultura de prevenção e de exemplo a seguir, rumando a um desenvolvimento sustentado com uma educação do respeito do meio ambiente. Existe uma urgência objectiva em zelar para que a Terra continue humana ,bela e um local agradável para a maioria dos indivíduos.
Tendo em conta que vamos presidir à União Europeia e que se vai realizar um conselho de ministros com todos os ministros do ambiente dos 27 países da U.E. , seria bom incrementar um programa integral de luta contra as alterações climáticas a nível europeu. Em Portugal começar com um exemplo simbólico – todos os carros novos adquiridos para administração pública sejam hibrídos e por conseguinte menos poluentes.
Artigo publicado na revista PERSPECTIVA , baseado na dissertação feita nas Jornadas de engenharia e ambiente no Politécnico de Viana
