17/07/2015

E EU..., QUE ESTAVA PENSANDO VOTAR NOS SOCIALISTAS...


MÁRIO SOARES
1978----Primeira Troika (FMI)
1983/86----Segunda Troika (FMI)


ANTÓNIO GUTERRES
1999...Mexeu nos dinheiros, Caixa Nacional de Aposentações
e ADSE


VÍTOR CONSTÂNCIO
De 1975 a 2009, das 966 toneladas de ouro, vendeu: 483.5
à media de 13.5 toneladas , ano.


JOSÉ SÓCRATES
2011----Terceira Troika (FMI)


ANTÓNIO COSTA
Lá vamos ao "funeral...!


Hercília Oliveira

“Agricultura convencional”



Miguel Mota 
Tenho visto recentemente referências a “agricultura convencional”, como algo oposto a agricultura moderna. Na minha opinião, isso pressupõe que a agricultura estaria parada no tempo e sem qualquer alteração, o que não é verdade. A agricultura sempre foi alterando técnicas, criando novas máquinas, melhores fertilizações, etc. Varia bastante a intensidade e amplitude dessas modificações, conforme os países têm melhores ou piores governos.
Não há espaço, num artigo, para fazer uma panorâmica, ainda que bastante sintética, da evolução verificada. Mas, mesmo nas últimas décadas em que os governos de Portugal andaram deliberadamente a destruir a agricultura – apenas favorecendo os importadores de produtos agrícolas – com o máximo de destruição durante o governo PS de Sócrates, alguns raros casos conseguiram progredir. Produtores de pêra Rocha, por exemplo, remando contra a maré, conseguiram algum progresso.
A partir de 2011, com a ministra Assunção Cristas, o panorama alterou-se radicalmente. Não só foi travada a destruição em curso como alguns casos de interesse, como o estímulo aos jovens agricultores, puseram o sector a crescer mais do que o resto da economia. Enquanto anteriormente era clamor geral que a agricultura portuguesa não tinha qualquer futuro, era para acabar ou até já nem existia, agora todos lhe fazem os maiores elogios.
Infelizmente, a ministra não fez o que eu gostaria, que indiquei em escritos e que considero essencial para haver uma agricultura muito melhor. Como se sabe, trata-se de ampliar a investigação agronómica e organizar convenientemente a extensão rural. Na série de artigos “A nova equipa na Agricultura”, publicados no Linhas de Elvas de 7-7 a 15-9-2011, mostrei o que seria necessário fazer e que resultados se conseguiriam. Se tivesse sido feito, neste final de legislatura, quatro anos passados, já teriam sido colhidos resultados que aumentariam ainda mais o crescimento da agricultura. Não vale a pena clamar que é preciso inovação e manter a fonte dessa inovação no nível em que está, uma pequena fracção do que existia antes da criminosa destruição efectuada.
O excelente Instituto Nacional de Investigação Agronómica (INRA) do Ministério da Agricultura de França, em face do previsto aquecimento global, já orientou o seu trabalho de melhoramento de cereais para a criação de variedades mais resistentes à secura. E são exemplos como este que Portugal devia seguir.
São estas as razões que me levam a não compreender o que é “agricultura convencional”.

16/07/2015

HUMOR




Para descontrair
Uma Freira velha pediu para escreverem na campa: “Nasci virgem, Vivi virgem, Morri Virgem...”
O cangalheiro achou que eram muitas palavras e escreveu: “Devolvida sem ser usada.”
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"Papa condena o segundo casamento..." (porque é solteiro... se fosse casado condenaria o primeiro também!)
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Pensamento 1:
Os Homens são como o vinho: todos começam como uvas. Cabe às mulheres amassá-los, pisá-los e enclausurá-los até que amadureçam!
Pensamento 2:
As Mulheres também são como o vinho: com o passar dos anos umas refinam o sabor, outras azedam. As que azedam é por falta de uma boa rolha...'

enviado por Paula Carqueja 

Selecção JJ - Kem feat Maurissa Rose - If It's Love



artigo de opinião de Joaquim Jorge no Record



JOAQUIM JORGE | 12:42

15/07/2015

Selecção JJ - GUY- Yearning For Your Love



Grécia: Varoufakis diz que “acordo não é sustentável”



​Grécia: Varoufakis diz que “acordo não é sustentável”
Ex-ministro das Finanças deixou implícito na sua intervenção no parlamento grego que irá votar contra a proposta

O ex-ministro das Finanças grego Yanis Varoufakis deixou implícito, na sua intervenção no parlamento grego, que vai votar contra o novo acordo com Bruxelas.


O ex-governante considerou que o executivo liderado por Alexis Tsipras devia ter insistido na reestruturação da dívida grega antes de implementar um novo programa de resgate. Mas a reestruturação é tão inevitável que, na sua opinião, ela irá acontecer quando este novo resgate "falhar".


“Este acordo não é sustentável”, afirmou.

Para Yanis Varoufakis, o acordo é a resposta a um povo "que ousou dizer não", por isso é “um acordo punitivo”.

O ex-ministro de Tsipras, agora deputado, não tem dúvidas que o país está agora nesta situação "porque as negociações falharam".


Apesar de não ter assumido em nenhum momento o sentido do seu voto, Yanis Varoufakis acaba por deixar implícito o “não” pela dureza das críticas e das palavras.


Mais uma vez, o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schauble, mereceu referência como “Dr. Schauble”, com a palavra ‘doutor’ mais pronunciada. Varoufakis insistiu na ideia que tem defendido, nos últimos dias, em algumas entrevistas e textos de sua autoria:


“Estamos perante um novo tratado de Versalhes”


O Tratado de Versalhes (1919) foi um tratado de paz assinado pelas potências europeias que encerrou oficialmente a Primeira Guerra Mundial. Após seis meses de negociações, em Paris, o tratado foi assinado como uma continuação do armistício de Novembro de 1918, em Compiègne, que tinha posto um fim aos confrontos.1 O principal ponto do tratado determinava que a Alemanha aceitasse todas as responsabilidades por causar a guerra e que, sob os termos dos artigos 231-247, fizesse reparações a um certo número de nações daTríplice Entente.


Os termos impostos à Alemanha incluíam a perda de uma parte de seu território para um número de nações fronteiriças, de todas as colónias sobre os oceanos e sobre o continente africano, uma restrição ao tamanho do exército e uma indemnização pelos prejuízos causados durante a guerra. A República de Weimar também aceitou reconhecer a independência da Áustria. O ministro alemão do exterior, Hermann Müller, assinou o tratado em 28 de Junho de 1919.1 O tratado foi ratificado pela Liga das Nações em 10 de Janeiro de 1920. Na Alemanha o tratado causou choque e humilhação na população, o que contribuiu para a queda da República de Weimar em 1933 e a ascensão do Nazismo.


No tratado foi criada uma comissão para determinar a dimensão precisa das reparações que a Alemanha tinha de pagar. Em 1921, este valor foi oficialmente fixado em 33 milhões de dólares. Os encargos a comportar com este pagamento são frequentemente citados como a principal causa do fim da República de Weimar e a subida ao poder de Adolf Hitler, o que inevitavelmente levou à eclosão da Segunda Guerra Mundial apenas 20 anos depois da assinatura do Tratado de Versalhes.


Mas se este ex-governante não quis revelar o voto, 109 dos 201 membros do comité central do Syriza, o partido de Alexis Tsipras, assinaram uma declaração a condenar o novo acordo assinado com os credores internacionais. Um entendimento que consideram ser "o resultado de ameaças de imediata estrangulação financeira".

Outro discurso marca a votação do novo acordo. Zoe Konstantopoulou, presidente do parlamento grego e membro do Syriza, usou palavras duras apelando a todos os deputados para votarem contra a proposta.

"Não à chantagem! Não aos ultimatos! Não aos memorandos de servidão!", pediu acrescentando que a Grécia "não pode ter medo" de Bruxelas.

TVI / Wikipédia / JJ

Varoufakis em entrevista à New Statesman.




Varoufakis abre o livro: “Você até tem razão, mas vamos esmagar-vos à mesma”

Yanis Varoufakis
“Desde o início, esses países [os mais endividados] deixaram bem claro que eram os mais enérgicos inimigos do nosso governo(…). E claro que a razão era que o seu maior pesadelo era o nosso sucesso: se conseguíssemos um acordo melhor para a Grécia, isso iria obliterá-los politicamente, teriam de responder aos seus povos porque não tinham negociado como nós fizemos”, responde Varoufakis na entrevista à New Statesman.
O ambiente no Eurogrupo é um dos temas mais tratados na entrevista e é definido assim pelo antigo ministro das Finanças grego: “Aquilo é como uma orquestra bem afinada e Schäuble é o maestro. Tudo segue a sua pauta”. Para Varoufakis, apenas o ministro francês sai do tom, mas de forma “muito subtil”, parecendo que não se está a opor ao homólogo alemão. Mas no fim, quando o Dr. Schäuble responde a definir a linha oficial, o ministro das Finanças francês acaba sempre por aceitar”, explica.
Varoufakis explica também o episódio da sua “expulsão” da reunião do Eurogrupo em junho. Quando chamou a atenção de Dijsselbloem que as declarações do Eurogrupo têm de ser aprovadas por unanimidade e que ele não pode convocar uma reunião excluindo um dos membros, “ele disse: Tenho a certeza de que posso. Então pedi um parecer legal. Isso criou alguma confusão. A reunião parou cinco ou dez minutos, os funcionários falavam uns com os outros ao telefone e acabou por chegar um responsável dos assuntos legais ao pé de mim a dizer-me isto: Bom, o Eurogrupo não tem existência legal, não há nenhum tratado que tenha previsto este grupo”.

“Eurogrupo toma decisões quase de vida ou morte e nenhum membro tem de prestar contas a ninguém”

“Afinal o que temos é um grupo inexistente que tem o maior poder para determinar as vidas dos europeus. Não presta contas a ninguém, dado que não existe na lei; não há minutas das reuniões; e é confidencial. Por isso nenhum cidadão sabe o que lá é dito… São decisões quase de vida ou morte e nenhum membro tem de prestar contas a ninguém”, prossegue Varoufakis.
Quando falava nas reuniões, com argumentos económicos preparados, “as pessoas ficavam a olhar para mim, como se não tivesse falado (…) Bem podia estar ali a cantar o hino da Suécia que ia receber a mesma resposta (…) Nem sequer havia mal-estar, era como se ninguém tivesse dito nada”, revela Varoufakis.
O que mais impressionou Varoufakis nas reuniões a que assistiu foi a “completa ausência de qualquer escrúpulo democrático por parte dos supostos defensores da democracia”. O ex-ministro dá um exemplo: “Ter várias figuras muito poderosas a olharem-me nos olhos e dizerem ‘Você até tem razão no que está a dizer, mas vamos esmagar-vos à mesma’”.

Proposta de emitir moeda paralela, tomar posse do banco central e cortar dívida ao BCE foi a derrota que o levou a sair do governo

Varoufakis fala também pela primeira vez da derrota política que o levou a sair do governo. Segundo a versão do ex-ministro, propôs ao governo um plano com três ações caso o BCE obrigasse ao encerramento dos bancos: a emissão (ou o anúncio) de uma moeda paralela (uma promessa de dívida conhecida como IOU), o corte na dívida detida pelo BCE desde 2012 e tomar o controlo do Banco da Grécia. “Perdi por seis contra dois”, diz Varoufakis, que voltou a insistir no plano na noite da vitória do OXI.
Mas o governo tinha outros planos, segundo Varoufakis, que levaria a “mais concessões ao outro lado: a reunião dos líderes partidários, com o nosso primeiro-ministro a aceitar a premissa de que o que quer que aconteça, o que quer que o outro lado faça, nunca vamos responder de forma desafiante. E basicamente isso significa desistir… deixa-se de negociar”.
InfoGrécia 

Humor



Realizar exercícios com as mãos pode ser cura para uma série de doenças!

A simples movimentação dos dedos das mãos funciona como uma cura milagrosa.
Um exercício simples, que pode ser praticado diariamente, a qualquer hora.
Os benefícios são enormes:

1. Cura depressão;

2. Stress;

3. Normaliza a pressão arterial;

4. Activa a produção de serotoninas (aumentam o prazer e a alegria);

5. Activa a circulação sanguínea;

6. Cura crise de pânico;

7. Elimina fobias, etc.

8. Melhora a auto-estima


Vejam abaixo como deve ser feito:















enviado por Paula Carqueja 

14/07/2015

Humor



Porque os novos ministros gregos não usam gravata? Mesmo assim foram esganados... 

Selecção JJ - Guy - Smile



Capitulação da Grécia: O princípio do fim do projeto Europeu. A seguir somos nós Portugueses





A Grécia acaba de capitular diante de dirigentes europeus que ufanamente dizem ter chegado a um acordo. Na verdade não passa de um eufemismo utilizado pelos senhores que mandam e desmandam a seu bel prazer nesta Europa cínica.
Alexis Tsipras ganhou as eleições prometendo romper com o status quo reinante em Bruxelas e que estava a levar o povo Grego à miséria com um plano de austeridade que não resolvia o problema da economia e nem sequer permitia que o país pudesse honrar os compromissos assumidos pela Nova Democracia, partido do Sr. Samaras, que fazia o trabalho imposto pelos credores internacionais. Uma espécie de Passos Coelho Grego. Agora capitula e pode ser contestado fortemente nas ruas. Se era para fazer este papel, devia estar quieto.
Este novo Partido de contestação prometia fazer história na Europa. O seu líder, Alexis Tsipras, não usa gravata, tal como o seu ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, um prestigiado professor de economia numa prestigiada universidade americana, que anda de moto e de avião em classe económica, prometiam virar a mesa dos betinhos incultos que pululam nos corredores de Bruxelas. Mas capitularam às mãos esganadoras e sufocantes dos credores que sabiam que Aquiles deixou um calcanhar frágil na Grécia. A sua estatura administrativa é rudimentar, a máquina fiscal inexistente, a disciplina é uma miragem e o rigor uma forma retórica de ver as coisas. Nestas condições era fácil sufocar a economia, estrangulando-a, como se viu. Sem dinheiro, o país não pode comprar a maior parte dos bens que vem dos países vizinhos. O suficiente para a contestação voltar às ruas e forçar o Governo a ceder em toda a linha, ou quase. Já sem Varoufakis, que se demitiu porque sabia que a sua presença irritava os betinhos, a nova equipa apresentou-se em Bruxelas com uma corda ao pescoço, como Egas Moniz diante do rei de Espanha.
A Grécia, ao contrário do que se faz crer, foi o país da Europa que mais cortes nos rendimentos teve de fazer para satisfazer o plano de “ajustamento” da economia desenhado pela troika. Cortes salariais e nas pensões, aumento de impostos, cortes nos benefícios sociais, privatizações a tuta e meia, etc., com os resultados que aí estão. Só que querem insistir na receita, cujo resultado já se sabe de antemão.
A dívida que o país contraiu sem qualquer escrutínio por parte das instâncias credoras, é impagável porque a maior parte não beneficiou o povo Grego, mas a indústria e a banca alemã e francesa e a oligarquia Grega, portanto ilegítima. Culpados são os governos da Grécia que antecederam o do Syriza e, sobretudo, as instâncias europeias e o FMI pela conivência estratégica que deixaram arrastar por décadas o regabofe. Agora, todos deveriam assumir os erros desse passado vampiresco e aceitar, com os ajustes adequados, o plano apresentado por Tsipras, porque permitiria a Grécia pagar o montante que lhe cabe liquidar e com tempo. Mas à imagem desse plano, com um corte na dívida (também erradamente chamado de perdão), outros países em iguais circunstâncias, como Portugal, deveriam ser contemplados, como única forma da economia crescer minimamente e beneficiar muito mais gente.
O Syriza estava convencido que a sua dívida astronómica era suficiente para que outros países em pré-bancarrota, como Portugal, Espanha, Itália, Bélgica e Irlanda se unissem em prol de uma reflexão séria de modo a tratar do assunto com a dignidade que o mesmo merece. Só que os pobretanas foram os que mais finca-pé fizeram para torpedear os intentos de Tsipras.  Estão todos convencidos que estão bem, como se vangloria Passos Coelho, e que a Grécia é que tem de ser educada á força, pois são uns preguiçosos. Porém, o pior é que ainda não se viram ao espelho.
Mário Russo
O dito acordo, é uma carta de rendição, daqui a 3 dias. Rendição que é apenas o princípio do fim do Euro, sem que Passos Coelho e a sua ajudante das Finanças (e outros betinhos) se tenham apercebido que assinaram a própria morte. É uma questão de tempo, como o sismo que se abaterá sobre Lisboa. Só não se sabe quando acontecerá e se será ainda Passos a estar ao leme do bote furado que é Portugal.


13/07/2015

COSTA NÃO MUDA DE CABEÇA DE LISTA CONSTANTEMENTE...COSTA MUDA DE CABEÇA TODOS OS DIAS...




É um nojo que já não aguento, assistir à bandalheira com que os abutres que constituem e comandam os partidos ( centros de emprego bem remunerados, e com boas regalias...), se movem, e com que entusiasmo, ( pudera), para ter o melhor "cargo...!"
Que bom seria, se todo o entusiasmo e azáfama com que eles se movem, para tratar da vidinha deles..., fosse usada para realmente tratar do país.
Mas não...! E nunca estes abutres que nos sugam há décadas, terão um comportamento diferente, NUNCA!!
E isso é que me revolta; viver num país, onde tenho que assistir a tudo isto, sem nada poder fazer, senão..., o mostrar a minha revolta, sabendo no entanto, que nada de concreto e de diferente possa acontecer com isto, a curto prazo.
E tudo isto acontece, porque apesar de esta minha revolta ser a de muitos, e muitos outros portugueses que  assim se sentem,  não aparece no panorama político, uma outra força política que nos representem !
Será que não temos portugueses a querer e a saber fazer as coisas de maneira diferente e séria? Com toda a certeza que os temos.
Mas acontece, que com a comunicação social que temos, e que na maioria dos casos depende dos poderes instalados..., será muito, mas muito difícil, alterar esta situação calamitosa e que nos escraviza.
E, enquanto assim for..., só com a "revolta lenta" das pessoas, ou pelo contrário, violenta..., é que algum dia este país se verá livre deste bando de abutres.
E, então com Costa e seus velhos e enferrujados companheiros de sugação, ( até o Ferro mais que enferrujado voltou...), é que não vamos ficar melhor; bem pelo contrário. A única promessa que Costa pode apresentar e na qual eu acredito, é que corremos o sério risco de nos dar de presente, outra ida para o abismo.
O discurso  e promessas de Costa, ( que são todas para dar  coisas  "boas"), além de cheirarem a mofo, já deixaram bem demonstrado ao que nos conduziram.
Quem gostar de mais uma dose, tem em Costa o candidato certo.
                                                          -------- x --------
E, já agora, aproveito para dar um bom exemplo do que deveria e teria que ser, uma imprensa séria, independente e responsável:
Este clube, O CLUBE dos PENSADORES, é disso um bom exemplo.
Hercília Oliveira 
Livre, independente, onde a manipulação dos partidos não tem entrada, e onde qualquer cidadão que queira livremente e educadamente dar liberdade ao seu pensamento através da sua voz nos debates, ou através da escrita neste blog, tem aqui um espaço que lhe dá essa oportunidade.
Por isso, e com todo o merecimento para o seu fundador e principal responsável e impulsionador, Joaquim Jorge..., os meu Parabéns.

Selecção JJ - GTA: Vice City radio - Fever 105 *HQ*



Humor



Imprimir e colocar em local bem visível...


As nossas idades obrigam-nos a ter cuidado com a saúde!

As dosagens poderão variar consoante o paciente!

Protejam-se!


DOENÇA
REMÉDIO
POSOLOGIA
Alergias
Monte Velho
1 copo
Anemia
Dão Grão Vasco
4 copos
Arterosclerose
Douro Esteva
2 copos
Bronquite
Quinta da Bacalhôa
3 copos
Constipação
Periquita
4 copos
Icterícia
Porto Ferreira
2 cálices
Diarreia
Altas Quintas
4 copos
Hepatite
Murganheira Reserva
1 garrafa
Ciática
Barca Velha
4 copos
Gripe
João Pires
2 garrafas
Hipertensão
Muralhas
1 garrafa
Artrite
Raposeira
2 taças
Depressão
Valle Pradinhos tinto
3 copos
Obesidade
Porto Real C.ª Velha
5 cálices
Cirrose
C.R.F. Reserva
3 garrafas
Reumatismo
Fundação E. Almeida
2 copos
Enxaqueca
Herdade Grande
4 copos
Lombalgia
Valle Pradinhos branco
4 copos
Alzheimer
Fragulho
1/2 copo










































enviado por Paula Carqueja 

Humor






12/07/2015

Artigo de opinião de Joaquim Jorge no Porto24



OUTROS ARTIGOS DE JOAQUIM JORGE
12 JUL 2015, 13:11
É preciso lutar contra a pobreza, implementar políticas públicas de ajuda às famílias, lançar novas políticas públicas de criação de emprego, recuperar os serviços sociais públicos que se perderam pelos cortes levados a cabo.
Desigualdade Social

Selecção JJ - Barry White - Break It Down With You --- Steff. B --- HD



Humor

















Em primeira mão a mais nova moeda da Europa, directo da Grécia: o GEURO

POR CAUSA DE UMA FOTO...



foto: VIP

O PM português passa na sua vida pessoal, por problemas delicados, nomeadamente por causa da doença da esposa. A esposa - Laura Ferreira - sentiu necessidade de acompanhar o marido na sua viagem a Cabo - Verde e à Guiné, mostrando publica e corajosamente a doença que a minava. Logo vozes se levantaram achando que tudo era marketing político e aproveitamento de uma situação dolorosa por parte dele e do seu partido (o PSD) com fins eleitoralistas. Uma escroqueria de todo o tamanho que infelizmente se vai revelando, essencialmente nas redes sociais, sempre que o assunto não nos agrada ou nos é ideologicamente antagónico. Também poderia dizer então que o PS se aproveitou da morte e funeral da Drª Maria Barroso (também já vi isso escrito, em jeito de "contra- ataque"), o que não deixa de ser outra estupidez e escroqueria. De escroqueria em escroqueria, anda este País cheio e era bom que as discussões públicas e políticas se revelassem de conteúdos bem mais elevados e construtivos e não se entrasse na vida privada das pessoas, respeitando os momentos dolorosos porque que passam quer Passos Coelho, quer Mário Soares. A elevação de cada um assim o exige e muito mais em pessoas que têm alto grau de responsabilidade pública e política. Ainda não vivemos (acho eu) no País do vale tudo...

Daniel Braga