22/05/2015


Excelente. O Clube ainda é noticia para trás...

revista Caras




A passar informação da sessão do livro Pedagogia Cívica



Entrevista a Joaquim Jorge na Antena 1 com o jornalista António Jorge que irá para o ar na próxima semana. Também será emitida na Antena 1 internacional. Um bom momento de divulgação do Clube.





Os cereais no Alentejo - 1



Miguel Mota 
O programa “Olhos nos olhos”, na TV, em 6 de Abril de 2015, teve como convidado o ex-ministro da Agricultura Capoulas Santos, que fez uma equilibrada apreciação da agricultura portuguesa, focando o desenvolvimento dado nos últimos anos e salientando a grande importância do Alqueva.
Referiu a recente diminuição do défice comercial agrícola, pois agora exportamos mais e importamos menos produtos agrícolas. Lembrou que a importação de cereais pesa muito no défice, pois a nossa produção de trigo, foi diminuída.
O Dr. Medina Carreira perguntou  “e não tem solução?” Na sua resposta, o Dr. Capoulas Santos não indicou qualquer forma de reduzir o défice em cereais, mas disse que a ideia será compensar esse défice com as exportações de produtos que mais facilmente podemos produzir, como vinho, azeite, hortícolas e frutas.
O problema do défice do trigo, é grave, não só pelo custo das importações mas porque é um bem essencial. Se ficarmos sem a importação, por motivo de guerra, por exemplo, as privações serão muito grandes. Lembro sempre que os povos são mais facilmente derrotados pela fome do que pelos canhões. Na Idade Média, a menos custosa forma de conquistar uma cidade era cercá-la e esperar que a comida acabasse.

Admito que, mesmo no sequeiro alentejano, possa vir a ser viável a cultura do trigo. Para além de novas e melhores variedades, que a investigação agronómica portuguesa produzia com regularidade, antes da destruição a que foi submetida e de que ainda não recuperou, considero particularmente importante duas práticas agrícolas bem conhecidas: a drenagem dos solos e as rotações das culturas. Sobre esses dois temas tenho publicado muitos artigos, vários deles neste jornal, o mais recente “A drenagem” (24 de Abril de 2013), mas também noutras revistas e jornais para agricultores.
Correndo o risco de me repetir, irei desenvolver mais os dois temas porque a resposta do ex-ministro Capoulas Santos à pergunta do Dr. Medina Carreira sugere não acreditar nessa possibilidade. O leitor pode pensar que sou eu que estou errado, que esses dois temas não têm a importância que lhes atribuo, e poderá concluir que o Alentejo terá mesmo que deixar de cultivar trigo ou, como actualmente, em área muito limitada, longe da produção necessária e obrigando a avultadas importações. Isso seria extremamente grave para o país, pelas razões indicadas, o que torna importante envidar todos os esforços para que tal não aconteça ou sejam reduzidas as quantidades a importar.
Os elementos em que me baseio são suficientemente evidentes para manter a minha opinião. Para os transmitir aos leitores será necessário um desenvolvimento, que apresentarei em próximos artigos. Mas vi recentemente que, no último meio século, enquanto Portugal reduziu a sua produção de trigo, a Espanha triplicou-a.


Crónica de Genebra



Nelson Magalhães Fernandes
Os Cantores Portugueses e o Eurofestival.
O primeiro Eurofestival que vi na televisão, foi quando a Simone de Oliveira cantou o “ Milho Rei” ...!
A partir daí só ouvi mediocridade até hoje. Venho agora mesmo de ouvir uma linda canção cantada em Português. A Cantora que nem o nome sei, estava correctamente vestida de acordo com o titulo da canção, mas sobretudo estava BEM vestida, por esta coisa de ir em pêlo para a televisão, já foi.
Os presentes que estão aqui comigo, todos apreciaram. Não sei qual vai ser a pontuação, POUCO IMPORTA.
O que importa é que é uma Bela canção e bem interpretada. BRAVISSIMO e bom sucesso.


21/05/2015

Selecção JJ - The Very Best Of Diana Krall



Artigo de opinião de Joaquim Jorge no jornal Record



JOAQUIM JORGE | 16:25




entrevista que vai para o ar 2.ªfeira




noticia da apresentação do livro, página 14.










entrevista na Rádio Nova emitida este sábado de tarde

20/05/2015

Selecção JJ - Simply Red - Holding Back The Years





Chiado Editora

Bicicletto




A medio camino entre la bici y la moto, la Bicicletto cuenta con un peso de 24 kilos, está fabricada con un marco delgado de carbono ligero y delgado y viene equipada con un motor eléctrico de 500 watios instalado en su rueda trasera.

Funciona totalmente con batería. Puede alcanzar una velocidad máxima de 45 km/h, y con una sola carga puede recorrer 50 kilómetros en modo totalmente eléctrica, y unos 120 kilómetros con pedaleo asistido. Tiene ruedas de 26 pulgadas y faro LED extraíble, intermitentes LED, luces de freno y frenos Fórmula T1.

Pero, sin duda, es su práctico compartimento situado sobre el cuadro, que imita al de las motocicletas, lo que llama la atención. No sólo permite almacenar cosas en su interior, sino que también sirve para controlar su estado y rendimiento.

Un modelo nostálgico y exclusivo 'made in Italy' cuyo precio ronda los 10.000 euros. Elegancia, lujo y diseño sobre dos ruedas para los más caprichosos.

Marca online




Um cidadão exemplar!




Mafalda Moutinho
"Pensar é o trabalho mais difícil que existe, talvez por isso mesmo poucos se dediquem a ele."
Henry Ford

Hoje, escrevo sobre um idealista, e um idealista na minha concepção é uma pessoa que ajuda os outros a prosperar, e por esta razão hoje escrevo sobre este homem. Perante a democracia empobrecida em que vivemos, que a seu belo proveito alimenta a crise de valores que a nossa sociedade vive, existe um homem que sem medo assume publicamente que a sua luta é reinventar a democracia. Falo de Joaquim Jorge ou simplesmente JJ. JJ é uma lufada de ar fresco nesta sociedade moribunda de tudo. É um homem que opina em várias plataformas da comunicação social, sem que ninguém lhe possa apontar partidarites ou interesses. Facilmente poderemos ver JJ tecer uma opinião, e com o decorrer temporal poder multifacetar essa opinião e inclusive modificá-la. Esta capacidade é um dom único dos humildes, dos insubmissos, dos verdadeiros pensadores. Dos muitos adjetivos que poderia encontrar para vos pintar o perfil do Joaquim saliento: insubmisso, incómodo, independente, genuíno, amigo, cáustico, rebelde, crítico, irreverente, gentil, livre, extraordinário. Naturalmente, um homem raro com este perfil desperta as invejas e as intrigas daqueles que o querem mergulhar no descrédito, para que não despertemos para as múltiplas verdades que denuncia. O Biólogo na sua caminhada como cidadão exemplar funda em 2006 o prestigiado Clube dos Pensadores. O clube é até à data a única plataforma interactiva, independente e apartidária que oferece ao cidadão uma nova forma de democracia participativa, aproximando os eleitores dos eleitos. É um espaço vivo, mutante que caminha junto dos problemas da actualidade envolvendo os seus intervenientes. É um grito social cívico que ecoa em jornais, livros, rádio e na televisão. É um cidadão exemplar que arrasta consigo outros cidadãos, envolvendo-os na missão de pensar o seu país, o nosso Portugal. Pelo clube já passaram nomes como: Marcelo Rebelo de Sousa, Paula Teixeira da Cruz, Pedro Passos Coelho, António Costa, Jerónimo de Sousa, Paulo Portas, Ana Drago, Maria de Belém, Francisco Louça, Manuel Alegre, António José Seguro, Pedro Santana Lopes, Rui Rio, Teixeira dos Santos, Manuela Moura Guedes, Miguel Cadilhe, Sobrinho Simões, Belmiro de Azevedo, Alexandre Soares dos Santos, entre outros. A luta constante que o Joaquim tem travado ao longo dos anos não deve ser nada fácil. Se pela Europa fora perante a crise que os países vivem surgiram falsas alternativas designadas como movimentos cidadãos , não deve ser fácil para um homem que reconhece as falhas reais do nosso sistema político, remar "sozinho" naquilo que é e deveria ser um dever de todo o cidadão exercer a sua cidadania. Haver alguém que ao invés de concorrer, faz pedagogia é um tesouro vivo que se deveria multiplicar. Na realidade a solução para a crise de tudo que vivemos é simples e Joaquim Jorge aponta-a num diálogo com o seu semelhante: - nós os cidadãos no seu recente livro Pedagogia Cívica. Este mestre em cidadania dá a resposta que muitos de nós precisa incorporar: - " a resposta para a saída da crise está nos políticos e na forma como os cidadãos interagem com quem os governa." Não podemos viver alienados da política, remetendo a nossa acção para o bitaite do descontentamento no café e em dia de eleição para o fundo do sofá exercendo abstenção. Não é só do voto que muitos se abstêm. Ao afastarmos das nossas vidas o nosso papel enquanto cidadãos patrióticos afastamos o sonho de vivermos numa sociedade rica, num país próspero, em que as oportunidades são concebidas para todos e não apenas para uns quantos. São estas reflexões que o Joaquim nos oferece em Pedagogia Cívica. Que o grito do Joaquim nunca caia em silêncio.

" O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons."
Martin Luther King

19/05/2015

Na linha do horizonte



Carla Ribeiro










Toca o mar o sol e as nuvens, ao longe no horizonte.
Serena esta imagem, suave este sentir, quando estás perto de mim.
Os teus braços que me abraçam, o teu corpo junto ao meu.
Suave este sentir, que no silêncio, entre olhares e carícias nos faz mergulhar.
São os beijos desejado, os trocados e os roubados, são até os sonhados.
Toca o sol o mar com a mesma suavidade que no meu rosto sinto a tua mão.
Suavemente os teus dedos percorrem o meu rosto,
Fecho os olhos, sereno o meu respirar, fico apenas a sentir.
Penso em tudo, e penso em nada, quero apenas nestes movimentos mergulhar.
Sentir a suavidade da tua pele, o aroma do teu desejo, neste bailado perfeito
Entre os teus dedos e os beijos, entre o desejo e o sonho.
A tua respiração ofegante, os teus beijos que me deixam sem respiração.
Doces, meigos ardentes, como quando o sol toca o mar ao longe no horizonte.
Fica o brilho no mar, o vermelho ardente, a turbulência e a serenidade
Num misto de todos estes sentires, no ir e no ficar
No partir e no voltar, na busca de um sorriso, na busca de um beijo.
Toca o mar, o sol ardente, quando este se recolhe
Assim tocas tu em mim, nesta descoberta incessante de me fazer vibrar.
Fica no olhar o brilho, no rosto o sorriso, nos lábios o desejo
E em todo o nosso corpo a chama ardente de se tocarem.
Na linha do horizonte fica agora o anoitecer, que nos cobre no seu manto
Para que os nossos corpos se possam despir, para juntos se sentirem.
Fica a lua e as estrelas, são elas agora a nossa companhia
Neste desejo de te Amar, de te ter meu e de ser Tua.
Na linha do horizonte, fica agora este desejo ardente de te Amar.


PNN

Selecção JJ - Aretha Franklin - I Say A Little Prayer (Rare)




TRUQUES SURPREENDENTES PARA BAIXAR O COLESTEROL




1
Todos sabemos que uma boa dieta alimentar, muito exercício e a ingestão de estatina são as melhores apostas para lograr na batalha do HDL contra o LDL, o bom e o mau colesterol. Mas há outras técnicas que deve conhecer.
2
Dormir - Um estudo da Escola Médica da Universidade de Nihon, no Japão, descobriu que as mulheres que não dormiam o suficiente - menos de cinco horas por noite - tinham níveis de mau colesterol mais alto e de bom colesterol mais baixo. Nunca esquecer que o metabolismo do colesterol acontece durante o sono, portanto a falta dele desregula o processo. Durma!

Bergamota - A bergamota é quase o cruzamento entre uma laranja e um limão. Os investigadores acreditam que a alta concentração de flavonóides são o seu segredo no combate ao colesterol mau. Dois dos seus flavonóides são conhecidos por inibirem a formação de placa nas artérias, segundo investigadores da Universidade de Bolonha.

Beber vinho - O vinho tinto não reduz o colesterol mau, mas aumenta o bom - o HDL - limpando as artérias. Porém, há que beber com moderação porque o excesso de álcool é extremamente nocivo para a saúde.

Laxante - As fibras solúveis encontradas em alguns laxantes ajudam a bloquear a absorção de colesterol no sangue.

Tofu - Segundo investigadores da Escola Médica de Harvard, comer tofu e soja diariamente pode reduzir o colesterol mau em 5 a 6%.

Fitosterois - Algumas manteigas e margarinas contém estes esterois que estão naturalmente presentes em plantas. Os fitoesterois só chamaram a atenção dos cientistas recentemente. Estes reduzem o nível de colesterol plasmático, embora o mecanismo que gera essa diminuição da colesterolemia não seja ainda conhecido.

Groselha indiana - Este fruto tem tanta vitamina C como duas laranjas, o que lhe dá algum poder no combate ao colesterol. Este fruto contém ainda antioxidantes que juntamente com o complexo vitamínico deste fruto ajudam a desbloquear as artérias.
9 
Levedura de arroz vermelho - É um tipo de levedura que contém monacolina K, que é o mesmo composto encontrado na estatina lovastatina. Tal composto é importante na regulação dos níveis de bom e mau colesterol. Estudos revelaram que cápsulas de levedura de arroz vermelho pode reduzir o colesterol LDL em 10% a 30%.
10 
Raiz de alcaçuz - Tem propriedades na redução do colesterol e do excesso de gordura corporal.
11 
Extracto de cebola - Um estudo apresentado à Sociedade Norte-Americana de Endocrinologia descobriu que o extracto de cebola reduz o colesterol total em ratos diabéticos. Outros estudos já tinham descoberto que a cebola era eficaz na redução do colesterol mau (LDL) e do excesso de açúcar no sangue de ratinhos.
12 
Pectina - Esta fibra consegue reduzir o colesterol até 10%, de acordo com investigadores holandeses. Funciona como os fitosteróis, uma vez que a pectina impede que o mau colesterol seja absorvido pelo corpo. A pectina pode ser encontrada em quantidades satisfatórias na maçã.

NUNO NORONHA // LIFESTYLE

Quem somos e para onde vamos



João Paiva 
A Europa, a União Europeia e o Euro estão a atravessar momentos críticos. Não porque a sua existência é ameaçada, mas porque se percebeu, devido a fatores diversos, que o caminho escolhido na encruzilhada que ficou lá para trás não foi, porventura, o correto. A União Europeia evoluiu talvez de forma errada para uma união monetária que, com o avançar dos tempos, absorveu e distorceu toda a sua essência inicial. O caminho daqui para a frente poderá ter que ser repensar o Euro, os termos em que é utilizado pelos países e toda a conceção de solidariedade europeia, outrora tão pregada por Adenauer, Monnet, Schuman e restantes pais deste modelo social, político e económico em que nos inserimos. Esta é a minha opinião.
O nosso Velho Continente, exportador, no passado, de ideias e valores humanitários, propulsor de movimentos de igualdade, justiça e democracia para todos os cantos do mundo, criador de uma paisagem global à sua imagem e semelhança, enfrenta uma crise grave de várias vertentes. Contudo, o que mais me assusta não é a incapacidade das economias europeias de competirem entre si e com as exteriores. A gravíssima crise de confiança armada em todas e entre todas as nações deste nobre continente parece-me bem mais alarmante que quaisquer ingerências de dívidas soberanas, reduções de PIBs ou aumentos de défices orçamentais. Há o estigma corrosivo por parte dos pequenos de que os grandes os exploram e enriquecem à sua custa e, no reverso da medalha, a ideia sobranceira, por parte dos grandes, de que os pequenos sugam a sua riqueza para descansarem errantemente acomodados sobre leitos subsidiários. Esta situação de rivalidade trouxe-nos à condição instável atual europeia. A vulgar imagem de que, quando algo corre mal, culpas são atribuídas de uns a outros, ilustra esse fenómeno certamente muito negativo que se tem vindo a verificar pela União Europeia que é o crescimento da inclinação da população votante em direção a forças políticas extremadas, muitas delas baseadas em valores altamente reprimíveis e que se situam numa posição totalmente adversa a todos os ideais basilares do projeto europeu pós-Guerra.
“We must go back to teach Europeans to love Europe” – palavras de Jean Claude Juncker. Penso que tudo se possa refletir nessa frase.
É-me difícil falar de doenças e seus sintomas de forma alegre. Mas a partir de agora escrevo sobre algo melhor: o Futuro. Melhor porque acredito em nós, europeus. Nada me enche de maior orgulho que poder dizer, em primeiro lugar, que descendo do povo cantado por Camões e, em segundo lugar, que pertenço a esta nação vasta e multicultural que, ao longo dos tempos, deu ao mundo a sua forma e espalhou o Bem. Por isto e porque a ideia de que somos “tão iguais, tão diferentes, tão europeus” deve levar a União Europeia a encontrar soluções que façam vontades e pensamentos diferentes convergir em prol do bem comum, é necessária compreensão. Fazer com que devedores e credores percebam que o projeto europeu ultrapassa a Economia. O Euro tornou-se a cara de toda a ideologia política da União e isso foi o princípio do problema. A verdadeira força que iniciou o movimento das rodas dentadas que edificaram a nossa Europa unida foi a procura de uma paz duradoura e a exaustão da guerra; foi a busca de um sentimento mútuo de solidariedade e compaixão que se espalhasse desde o nosso soalheiro Cabo de Sagres até às cidades frias da Península Escandinava. Ignorar isto ou simplesmente elevar interesses do Euro aos reais interesses da União Europeia é estar a agir contra todo o pensamento que fez a Europa recuperar dos tempos negros do meio do século XX. A UE não é o Euro! O seu sucesso ou insucesso não se mede por resultados numéricos. A missão é, sempre foi e para sempre será bem mais vasta!
A meu ver, possíveis alargamentos da União apenas ganham razão de ser se forem abordados com base nestas ideias. Fazem sentido se forem vistos como expansão ideológica da democracia e da entreajuda a sociedades que carecem delas ou não as vivem em pleno. É imperativo que se apague da mente dos líderes da União a ideia de que a aceitação de um novo país na UE simboliza pouco mais que uma aquisição estratégica de megaempresa com o fim de lucro. Isso é o que eu acho que tem que mudar. Na minha opinião, o caminho passa por repensar a moeda comum e as suas políticas, não pondo em causa a sua existência.
Bem, esta é a forma como vejo a Europa do meu tempo. A “solidariedade de facto” que Schuman defendeu no seu discurso de 9 de maio de 1950 como princípio basilar para o desenvolvimento é, apesar de tudo, defendida pela grande maioria da população europeia e isso é algo que ninguém pode negar. Contudo, em situações precárias como aquelas que alguns países da União atravessam neste momento, é necessário olhar para trás, perceber onde estamos e planear para onde vamos. Se fizermos este exercício, todos juntos e despidos de nacionalismos exacerbados, conseguiremos prosseguir. Eu acredito no que nos trouxe até aqui e no que nos faz combater pelo bem de todos.
Sou Europeu orgulhoso e só posso ansiar que o povo da União, elevando no ar o azul e amarelo da bandeira, em marcha conjunta e a passo folgado, cante a uma só voz a “An Die Freude” que Schiller para nós escreveu, na língua original ou naquela que mais lhes aprouver, porque ser europeu é isso mesmo: defender uma ideia comum, entoá-la em diferentes dialetos e cooperar com vista a um futuro melhor.

United in Diversity! In Vielfalt geeint! Unie dans la diversité! Unidos na diversidade!

*texto para concurso da União Europeia

18/05/2015

Humor



Máxima do reformado

       
-

A minha mulher perguntou-me com sarcasmo:
- "Que pensas fazer hoje?"
- "Nada."
Diz-me ela:
- "Isso foi o que fizeste ontem!"
- "Sim, mas ainda não acabei."
( enviado por Paula Carqueja )