Próximo Presidente "deveria ter papel mais interventivo"
Notícias ao Minuto - Há 1 hora
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como "comentador", afirmou que o próximo Presidente da República, "seja ele quem for", tem ...
Rio diz que próximo Presidente da República deveria ter papel mais ...
Observador - Há 1 hora
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como “comentador”, afirmou que o próximo Presidente da República, “seja ele quem for”, tem ...
Rui Rio diz que próximo Presidente deveria ter papel mais interventivo
Expresso - Há 1 hora
O ex-presidente da Câmara do Porto foi o convidado desta segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, debate em que, frisando estar apenas a falar como "comentador", afirmou que o próximo chefe do Estado, "seja ele quem for", tem ...
Rui Rio diz que próximo PR deveria ter papel mais interventivo
Jornal SOL - Há 1 hora
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como "comentador", afirmou que o próximo Presidente da República, "seja ele quem for", tem ...
Próximo Presidente "deveria ter um papel mais interventivo"
Notícias ao Minuto - Há 4 horas
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como "comentador", afirmou que o próximo Presidente da República, "seja ele quem for", tem ...
Rui Rio defende: próximo PR tem que ser mais interventivo
TVI24 - Há 9 horas
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como «comentador», afirmou que o próximo Presidente da República, «seja ele quem for», tem ...
Rui Rio diz que próximo Presidente da República deveria ter papel ...
Renascença - Há 9 horas
Rui Rio foi o convidado de segunda-feira do Clube dos Pensadores, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, debate em que, frisando que estava apenas a falar como "comentador", afirmou que o próximo Presidente da República, "seja ele quem for", tem ...
Rui Rio defende que próximo Presidente deve ter papel mais ativo
SIC Notícias - Há 10 horas
Rui Rio defende que o próximo Presidente da República deve ter um papel mais interventivo na reforma da Justiça e do sistema político. Apontado como presidenciável, o ex-autarca do Porto esteve esta segunda-feira num debate do Clube dos Pensadores, ...
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10/02/2015
09/02/2015
Clube dos Pensadores recebe Rui Rio
HOJE
Joaquim Jorge, fundador do Clube dos Pensadores (CdP) convidou Rui Rio para estar presente num debate, dia 9 de Fevereiro, segunda-feira, pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia.Tema: É preciso Reformar a Política?
Rui Rio é economista, foi Presidente de Câmara do Porto, destacado dirigente do PSD em que foi secretário-geral do PSD, com Marcelo Rebelo de Sousa e vice-presidente com Durão Barroso, Pedro Santana Lopes e Manuela Ferreira Leite. No plano partidário é considerado um putativo candidato a líder do PSD.
No plano nacional também um putativo candidato a Primeiro-ministro ou eventualmente candidato a Presidente da República. No fundo é uma reserva moral do PSD e dos portugueses.
Muitos portugueses e muitos sociais-democratas acalentam a esperança que Rui Rio um dia lidere o PSD e Portugal. A sua prestação na CM Porto e na vida pública demonstra um perfil do gosto de muita gente: austero, poupado e equilibrado.
Tem sido crítico, algumas vezes em relação à política seguida pelo governo de Pedro Passos Coelho, apontando caminhos diferentes dos seguidos na política actual. Alimenta uma relação de proximidade com António Costa quando eram presidentes deCâmaras do Porto e Lisboa respectivamente e mantém essa relação depois de António Costa se tornar líder do PS e Rui Rio ter saído da Câmara do Porto pela lei da limitação de mandatos.
Há um grande divórcio entre os políticos e os portugueses. Há várias razões para justificar, o facto de a política ser mal vista: atitudes e comportamentos dos seus actores (políticos); falta do exemplo; excesso de privilégios; impunidade; a não separação entre política e justiça; etc.
A regeneração da política passa pela elaboração de um código de boas práticas e de várias reformas: lei eleitoral; poder judicial; partidos políticos; administração; educação.
É preciso novas formas de fazer política e que a cidadania recupere o seu lugar. A democracia tem de deixar de estar sequestrada pelas elites políticas e financeiras. É preciso exercer a democracia e impugnar a hierarquia das estruturas do poder. Não querer nada com quem tenha contribuído para o actual modelo e estado de coisas.
JJ
07/02/2015
Crónica de Genebra
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| Nélson Magalhães Fernandes |
« UBI SOLITUDINEM FACIUNT ; PACEM APPELLANT »
( "onde fazem a solidão, dizem que estabelecem a paz")
A ambiguidade do Mundo em que vivemos,
deve-se a um sistemático e geral desconhecimento, das nossa origens palpáveis,
isto é da nossa historia recente limitada num espaço de tempo acessível ao
conhecimento.
O Homem hoje
projecta-se em duas direcções tão opostas quanto inatingíveis
A primeira, uma projecção num futuro
imaginário e fantástico, que o conduza à descoberta da poção « Mágica da
vida eterna ».
A segunda, uma projecção no passado, nas
origens, no « Big Bang », para ver quem chega primeiro a dialogo com
o « Criador », seja Ele, « Matéria ou Antimatéria ».
Paradoxalmente a solução encontra-se nem
no Inicio nem no Fim, mas no meio ou seja num próximo/passado, acessível a cada
um de nós, mas do qual não nos interessamos miga-lha.
Mas Caros Leitores, quereis recuar um
pouco ? apenas uns « Segundos à velocidade da Luz ? »
Vamos a ATENAS à GRÉCIA, ano 427 antes de
Cristo e ao nascimento de PLATÃO… !
Aqueles de Vós que leram Platão, sabem que
foi ele o Pensador da Democracia… !
Segundo Platão a DEMOCRACIA era um sistema
de Governo para ser discutido e implementado apenas pelos Filósofos… !!!
Pergunto… ?
Quem foi o Imbecil que se lembrou de dizer
que a Democracia era o melhor sistema politico de Governar o Mundo… ?
Pergunto… ?
Como podem ainda continuar a existir
imbecis a quererem democratizar Países que viveram milénios em sistemas
Tribais, com os seus usos e costumes e que nunca fizeram mal a ninguém.
Porque é que se há-de ir interferir com
essas outras Civilizações só para que as mulheres desses Povos andem vestidas
de biquíni como as Ocidentais, em vez da BURKA. Sim porque depois das câmaras
de televisão, terem mostrado as caras das, uma vez Burcadas, ninguém mais lhes
liga patavina… !
Alguém as vai socorrer quando elas logo a
seguir, forem punidas por terem « pecado … ! » por terem ousado.
É essa a bênção da democracia… ?
E alguém têm alguma coisa contra as nossas
Nazarenas andem vestidas com sete sais ou com as capuchas das Beiras e
Trás-os-Montes.
É para isso que se vão dizimar Povos
Inteiros, para impor a democracia ?
Para que
pudesse eventualmente implementar-se uma pobre aproximação de Democracia
ter-se-ia que ensinar aos Povos do que se trata… ! ou seja… !
Em Democracia os meus direitos terminam
aonde começam os direitos do meu semelhante… !
Ora o que foi e continua a ser dito
aqueles que vão ser submetidos à dita-cuja é o seguinte :
Votem em
Democracia porque Ela dá-vos direito a tudo… !
« Ou a
Serpente, a Eva e o Adão … ! » Se comeres a Maçã ficas com acesso ao
Alfa e ao Beta… !
06/02/2015
05/02/2015
04/02/2015
PERDOA-ME SÓCRATES....
Ora, a conclusão a que chego depois de saber tudo isto vindo de uma pessoa que é conhecida sobejamente por não ter tendência para a mentira..., é que o juiz Carlos Alexandre embirrou com o homem...!?
Vai daí..., manda-o para um hotel de turismo em Évora, de onde não pode sair por perigo de "contágio" com quem ele cruze...!
Ora isso não se faz!!
E cá para mim, o Dr. Carlos Alexandre corre o sério risco de ser o substituto do 44. ou ainda lhe poderá acontecer coisa bem pior.
É só lembrar o que o grande amigo do sr. Sócrates, o Mário, tem dito quando o visita.
O Mário já tinha feito alguns avisos à justiça ( sim, porque o Mário pode dizer tudo que lhe vem à cabeça e até fazer ameaças, que não passa nada...) que tivessem juízo.
Mas vendo que nada acontece..., por estes dias avisou, ou melhor, ameaçou: "O Carlos Alexandre que se cuide...".
E como o sr Sócrates disse e "provou" que está "inocente," eu que achava que o homem era culpado, tenho que lhe pedir desculpa!
PERDOA-ME Sócrates..., e se demoras muito a sair desse lugar em que contra a vontade te encontras, eu ainda apareço por aí para te dar um abraço...!
E já agora..., quero ver se ainda não é desta que a associação dos juízes se manifesta!?
Que o Mário tem a libertinagem de dizer e fazer o que lhe dá na gana, já sabemos. Mas..., há limites que tem ultrapassado e que só acontecem, porque aos socialistas sempre foi tudo permitido.
Gostava de ver..., se fosse o Cavaco, ou alguém do seu partido a ter atitudes destas!! Por muito menos, já todo o mundo lhe teria caído em cima. Até alguns que por aqui se manifestam, não abrem boca para dizer de sua "justiça"!
É tudo normal..., mas só quando é do "clube deles".
Quero ver o que vai acontecer com as ameaças do Mário...
Carlos Alexandre não vai apresentar queixa contra Mário Soares
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| FOTO ANTÓNIO PEDRO FERREIRA |
Foi uma frase quase no final da crónica semanal do Diário de Notícias: "O juiz Carlos Carlos Alexandre que se cuide ". O autor é Mário Soares e levou a uma reacção imediata da Associação Sindical dos juízes, que acusou o ex-Presidente da República de estar a ameaçar o juiz de instrução do processo que envolve José Sócrates. De acordo com o Código Penal, o crime de ameaça depende de queixa da vítima e o Expresso tentou contactar Carlos Alexandre para saber se irá avançar com uma eventual participação, mas as tentativas de contacto não tiveram sucesso. No entanto, o Expresso sabe que o juiz não vai avançar com uma queixa.
"O que posso dizer é que antes de fazermos o comunicado falei pessoalmente com o juiz Carlos Alexandre e ele concordou com a nossa posição", diz Mouraz Lopes, presidente da associação sindical. " Os juízes portugueses não podem silenciar a ameaça proferida ao juiz Carlos Alexandre por um conselheiro de Estado, lamentando profundamente tais declarações", diz o comunicado .
"Ainda assim, a frase pode ser entendida como uma forma de coação sobre um funcionário e, sendo assim, não é necessária uma queixa para avançar com um processo", defende um juiz que não quer ser identificado. A Procuradoria-Geral da República não esclareceu se vai abrir ou não um inquérito por causa da alegada ameaça.
"As declarações são lamentáveis, são uma ameaça ou uma tentativa de condicionar a actuação do juiz, mas não constituem crime", defende Rui Cardoso, do sindicato do Ministério Público. "Não houve um mal concretizado. O ex-Presidente disse 'o juiz que se cuide', mas não concretizou qualquer mal. Casos destes são arquivados todos os dias no Ministério Público."
Mouraz Lopes diz que a associação não vai avançar com qualquer queixa. "Isso é com o Ministério Público."
Expresso
Mário Soares ameaçou o juiz Carlos Alexandre? Associação de Juízes diz que sim
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| LUSA/LUSA |
Associação Sindical dos Juízes Portugueses critica declarações de Mário Soares sobre o juiz Carlos Alexandre, entendendo que são na prática uma ameaça ao magistrado.
A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) lamentou esta quarta-feira as declarações do ex-Presidente da República Mário Soares sobre o juiz Carlos Alexandre, entendendo que configuram uma ameaça ao magistrado que ordenou a prisão preventiva de José Sócrates.
“Os juízes portugueses não podem silenciar a ameaça proferida ao juiz Carlos Alexandre, por um conselheiro de Estado, lamentando profundamente tais declarações”, refere, em nota à agência Lusa, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP), a propósito das afirmações de Mário Soares num artigo de opinião publicado na terça-feira pelo Diário de Notícias.
No artigo em que fala sobre a prisão preventiva de Sócrates, Mário Soares questiona os motivos da detenção do ex-primeiro-ministro, critica as decisões do juiz de instrução criminal e termina dizendo:
“E o juiz Carlos Alexandre que se cuide…”.
Contactado pela Lusa, o presidente da ASJP, Mouraz Lopes, adiantou que a opinião da direcção da Associação está em “consonância com a posição do juiz Carlos Alexandre”, que tem o mesmo entendimento sobre o que foi dito pelo Conselheiro de Estado. Mouraz Lopes frisou que a associação “nunca tomou qualquer posição” sobre os comentários de Mário Soares acerca da detenção de José Sócrates, mas que agora “não foi uma declaração, mas sim uma ameaça” ao juiz Carlos Alexandre, feita por um conselheiro de Estado.
Na nota enviada à Lusa, a ASJP salienta que juízes portugueses “exigem a todos e, em especial aos que exercem funções de Estado, o respeito pela dignidade que a Constituição lhes atribui”, observando que é “este o especial dever que impede sobre quem exerce funções de Estado e o exemplo que devem dar aos cidadãos que os legitimam”. Alegam ainda que é no respeito do exercício e do funcionamento das instituições que “está o limite entre o Estado de Direito e o totalitarismo”.
A associação lembra que Portugal é um Estado de Direito e no Estado de Direito “os juízes cumprem a lei e apenas a lei”, acrescentando que “os juízes são titulares de órgãos de soberania e no exercício da sua função garantem os direitos de todos os cidadãos”.
Os juízes asseguram também que “não estão nem nunca estiveram acima da lei” e que “ao longo de 41 anos de democracia demonstraram-no diariamente”.
Indiciado pelos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal qualificada, José Sócrates foi detido a 21 de Novembro, no aeroporto de Lisboa, proveniente de Paris. Desde 25 de Novembro que o ex-primeiro-ministro está em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Évora, da qual recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa.
Observador
De novo Sócrates: Mário Soares critica prisão de ex-primeiro ministro
(*) Em artigo publicado nesta terça-feira (3), no jornal Diário de Notícias, o ex-Presidente da República Mário Soares criticou o "anormal aparato fortemente lesivo do segredo de Justiça" na detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, considerando que o que aconteceu "não pode passar em vão". No artigo, Mário Soares fala de um "acontecimento que deixou todos os democratas preocupados", referindo-se ao aparato mediático ocorrido quando José Sócrates foi detido no aeroporto de Lisboa, após regressar de Paris. O ex-primeiro ministro foi preso, sob as acusações de fraude fiscal e corrupção. Leia abaixo, a íntegra do artigo:
De novo Sócrates
Já passaram mais de dois meses desde que o ex-primeiro-ministro José Sócrates está preso, sem ser ouvido pela Justiça. O Juiz responsável pela prisão, Carlos Alexandre, não conseguiu ainda encontrar - que se saiba - nada de concreto que justifique esta prisão. É extraordinário.
Contrariamente à situação referida nunca tantos portugueses se manifestaram em favor de Sócrates e furiosos com a prisão por ele sofrida. Não só os socialistas mas também personalidades de outros partidos.
No recurso que foi apresentado pelos seus excelentes advogados, João Araújo e Pedro Delille, que muito estimo, para anular a prisão de Sócrates, a actuação do Juiz, Carlos Alexandre, é posta em causa, sendo acusado de ter ultrapassado os seus deveres. Por isso se diz que o Juiz citado foi além das suas funções, como por exemplo, se escreve e bem no último Expresso.
Aliás a Senhora Bastonária da Ordem dos Advogados, Elina Fraga, disse na Rádio Renascença - cito - "que é a própria investigação criminal que entrega e tem relações perigosas e promíscuas com a Comunicação Social". Ou seja, parece que o Ministério Público por via de Rosário Teixeira violou o segredo de Justiça, bem como o Juiz Carlos Alexandre no caso Sócrates
Seja como for, a esmagadora maioria dos portugueses está indignada com a situação infame e intolerável em que se encontra José Sócrates. Nunca tantos portugueses se manifestaram em favor de José Sócrates, estando ao mesmo tempo indignados pelo que lhe aconteceu. Sintomaticamente o Presidente Cavaco Silva não tem tido a coragem de dizer uma palavra sobre o assunto. É espantoso.
Nesta fase final de um Governo incapaz e de um Presidente da República que nunca se dignou dizer uma palavra acerca de um ex-primeiro-ministro, com o qual durante tantos anos dialogou, a indignação e a solidariedade dos portugueses para com Sócrates não podia ser maior. Como se tem visto em inúmeras visitas que, de norte a sul, lhe têm feito, com enorme carinho. Valha-nos isso. E o Juiz Carlos Alexandre que se cuide...
Carta Maior
APRENDAM MEUS AMIGOS...APRENDAM....
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| Hercília Oliveira |
Já não é só o novo acordo ortográfico, não..., temos agora um novo vocabulário que tem vindo a ser implantado, por alguns dos muito avançados que devem ter frequentado estabelecimentos fora de série...!
Ora vejam só o que por estes dias eu vi:
INTERDITAÇÃO
OFENSIVIDADE
DIGLADIAREM
Quando vejo estas "novas" palavras, fico baralhada. E no primeiro instante, chego a duvidar do meu conhecimento!!
Será que foram alteradas palavras do nosso vocabulário e nem me apercebi !?
Não..., não foram não...! Mas por este andar, e com a ideologia que anda por aí, em que temos que aceitar tudo que vem de novo para sermos pessoas esclarecidas e evoluídas (!?), qualquer dia que não aderir ao novo vocabulário, ainda vai levar um adjectivo qualquer que ainda vai ser inventado.
Quem sabe: DESANALFABETO...???
03/02/2015
A EUROPA a VER-SE GREGA
A Europa está a ver-se grega com a Grécia e
com a vida difícil. Na Idade Média era frequente dizer-se:“Graecum est,
non legitur” (É grego, não se entende). O que sei é que a Grécia está a
atrapalhar a Europa - não só os países do Norte (ricos) como os do Sul (periféricos
e pobres)
A Grécia rejeita a
autoridade da troika e mais resgastes. Em Portugal foi pena não se bater o pé a
uma troika que mais parecia um cobrador-de-fraque que deixou o país com uma pobreza
inqualificável em que os portugueses vivem em agonia permanente e no limite. A
maior parte dos portugueses estão especializados em como "chegar até ao
fim do mês" com muita imaginação e perseverança.
Sei que a Grécia em 2010
pediu um empréstimo de 110.000 milhões de euros, o défice grego era de 3,7% mas
na prática de 12,7%. No Verão de 2011, novo resgaste de 130.000 milhões de
euros para salvar a Grécia da bancarrota. Actualmente a dívida grega anda à
volta de 317.000 milhões de euros que equivale a 175% do PIB do país, sendo a
taxa mais elevada da zona euro. A economia grega perdeu 25% do seu PIB.
Os gregos votaram e
querem o que está a fazer o governo da Grécia por intermédio de Yanis Varufakis,
ministro das Finanças e o Primeiro-ministro Alexis Tsipras: rejeitar o actual
programa de resgaste e o pagamento da dívida.
Não querem discutir com
a troika , afirmando que não passa de uma delegação tripartida anti-europeia e
que não tem razão de ser e o mais importante alegam, e bem, que em 1953 numa
conferência em Londres perdoou à Alemanha metade do seu passivo.
Aquando da estadia da troika
em Portugal de má memória sempre disse que o pagamento da nossa dívida é
inviável e não é possível pagar-se uma dívida tão grande.
O que é interessante com
as eleições gregas em que venceu o Syriza, em vez de Portugal ficar contente,
se a Grécia beneficiar de uma ampliação de prazos e de um perdão da sua dívida,
está assustado.
Mas não é só Portugal,
Espanha alinha pelo mesmo diapasão, está em pânico. Portugal emprestou 1.100
milhões de euros, Espanha emprestou 26.000 milhões de euros mas isso é do somenos.
Os governos de Portugal e de Espanha receiam e estão assustados pelo êxito do Syriza,
pelo contágio em próximas eleições. Em Espanha o Podemos vai de vento em popa,
em Portugal vamos ver o que acontece.
Neste jogo de fumaça e
espelhos, a Grécia quer apoiar-se noutros países mas o que é caricato é que
países como Portugal, Espanha e Irlanda, resgatados não lhe dão apoio.
Quando alguém já não tem
nada a perder tudo pode acontecer e quando alguém deve muito dinheiro quem está
tramado é quem emprestou e não quem deve.
O que se está a passar
na Grécia vai ter efeito nas próximas eleições legislativas em Portugal.
O problema grego é o
mesmo que Portugal trataram o Estado que é público e zela pelo bem comum, como
se fosse uma empresa privada e gerida pelo capricho dos nossos governantes que
fizeram o que lhes deu na real gana.
Reconheço que sinto uma
certa simpatia por ver o governo grego bater o pé aos poderosos da Europa e mostrar-lhes
que as coisas não são como eles querem mas como têm que ser.
O Syriza é a última
cartada do desespero dos gregos.
JJ
*texto publicado no PT Jornal
02/02/2015
REFORMAR A POLÍTICA E/OU REFORMAR ESTES POLÍTICOS?
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| Daniel Braga |
E o que esperamos nós, como
cidadãos conscientes e ativos e que acreditamos num conceito de democracia
participada por todos e para todos? E o que fazer do nosso sistema político,
todo ele minado por uma teia de interesses e falível a qualquer forma de
corrupção, venha ela de onde vier? Qualquer debate que se faça em redor da
política deve questionar e introduzir a reforma do sistema político associado
ao próprio sistema eleitoral de representação proporcional – método de Hondt –
e ao sistema maioritário nos diversos actos eleitorais desde a eleição do
Presidente da República, passando pelas autárquicas, legislativas, regionais e
europeias, introduzindo o chamado voto preferencial e os círculos uninominais,
do agrado de muitos, como Pedro Santa Lopes e outros. Outro denominador comum
será o do excessivo número de deputados num País tão pequeno. Passar de 230
deputados para 180 ou 181 deputados (para evitar mais casos como os do queijo
limiano, de tão triste memória) terá de ser uma prioridade. E depois remunerá-los de forma consentânea
com o prestígio do cargo que ocupam para evitar sistemas opacos de falta de
transparência e de regime de incompatibilidades que originam inúmeros conflitos
de interesses e casos de ilegalidades à face da lei. Um estatuto remuneratório
consentâneo implicaria também um exercício melhor da atividade parlamentar e
também o direito de se lhes exigir responsabilidades perante a falha e a
incompetência. Em conclusão: menos
políticos, mais bem pagos e assessorados e com regras muito mais exigentes na
prevenção de conflitos de interesses.
Por outro lado exigir-lhes,
enquanto representantes eleitos pelo povo, uma relação de proximidade com os
seus eleitores, proporcionando-lhes mesmo oportunidades para a sua deslocação
aos locais por onde foram eleitos para ouvirem as diferentes sensibilidades de
quem os elegeu. É deste modo que se exerce uma verdadeira atividade parlamentar
de proximidade e descentralizada. Por último, não podemos ignorar que o nosso
sistema político é hoje um sistema de partidos. Para o
melhor e para o pior o acesso ao poder faz-se hoje em Portugal através dos
partidos. Para haver democracia, a vontade popular tem de estar sempre
representada e a voz do povo deve ser ouvida e tida em conta. Já não chega a
voz dos Partidos “novos ou velhos”. Tem que mudar a forma de fazer política. A
maioria das pessoas está cansada desta forma de fazer política, as pessoas
estão fartas de verem sempre as mesmas caras a prometerem mundos e fundos, que
logo a seguir se esquecem de cumprir mal são eleitos. As pessoas não querem saber
dos políticos poque não lhes reconhecem nem competência nem capacidade para
exercerem com lisura os cargos para que foram eleitos. Este sistema,
enquisolado e ultrapassado, afasta as pessoas da política em vez de
aproximá-las. Daí a abstenção elevadíssima
a cada eleição que ocorre e enquanto não mudar algo , as pessoas continuarão a
não acreditar neste sistema político e nesta forma de exercer política em
Portugal.
01/02/2015
Angola, o petróleo e a oportunidade de Portugal
![]() |
| Mário Russo |
Angola é um importante player na economia africana e mesmo
mundial porque é rica em recursos minerais, em água, terras férteis e
superfície. É 14 vezes maior que Portugal, podendo ser o celeiro de África. Um
famoso geólogo brasileiro disse que Portugal descobrira dois “escândalos” geológicos,
o Brasil e Angola, dadas as riquezas mineralógicas.
Na última década Angola foi de impar importância para
Portugal, pois foi refúgio económico de empresas e centenas de milhares de
portugueses que demandaram aquele país. Só que a sua economia, pese embora a
diversidade dos seus recursos naturais, depende em cerca de 76% do petróleo. A
atual luta estratégica internacional tem artificialmente feito com que o preço
do barril de crude venha caindo constantemente, sendo cerca de 40% do preço de
há um ano atrás, colocando sérios problemas ao plano de desenvolvimento de
Angola. E pior que tudo, a única certeza que temos é a incerteza. Não sabemos
até quando esta guerra continua e em que valor chegará o preço do barril.
No passado Angola, com as mesmas potencialidades, não tinha
divisas para encetar o seu desenvolvimento, pois necessita delas para comprar
quase tudo. Ninguém emprestava um cêntimo ao país e foi a China que se
apresentou com um cheque de 20 mil milhões de dólares, numa linha de
financiamento, em troca do petróleo, a 39 USD o barril como garantia. Durante
todo este tempo em que o barril estava a preços elevados a China beneficiou-se
da sua “generosidade” no negócio que o Governo de Angola teve de aceitar porque
a Europa, EUA e até o FMI, simplesmente negaram-se a acudir às necessidades do
país. Estranham porque é que a China domina na economia de Angola?
Neste momento Angola tem as suas receitas diminuídas drasticamente
e, por isso, dificuldades de captação de divisas para o seu desenvolvimento. Esta
situação já afeta as empresas estrangeiras, e em particular as portuguesas.
Poderá causar o despedimento de dezenas de milhares de portugueses que virão
engrossar o número de desempregados que o país já tem, para além de lançar uma
nuvem de desânimo na sociedade portuguesa que não será saudável para uma
economia que pretende sair da anemia em que se encontra.
As riquezas de Angola estão lá, o que precisam é que sejam
exploradas. A economia de Angola precisa de ser diversificada e ser desatrelada
do petróleo. Este deve ser mais um ingrediente para a sua economia, mas nunca o
carro chefe. O Governo tem feito um esforço grande na construção de diversas
infraestruturas, de escolas, centros de saúde, mas elas não farão nada sem
recursos humanos. É preciso a sua formação. Angola precisa de formação de
quadros intermédios e superiores qualificados (nenhuma universidade Angolana
está entre as 100 melhores de África, enquanto a de Cabo Verde e de moçambique,
fazem). Precisa de técnicos profissionais básicos de qualidade. Precisa de
investimentos na indústria, na agricultura e na pecuária para evitar ter de
importar tudo ou quase tudo. Esta é a oportunidade de Portugal e das empresas
portuguesas não deixarem escapar. Tal como fez a China, que é hegemónica
atualmente em Angola, Portugal pode ocupar o vazio que a falta de liquidez do
país tem, aportando o financiamento de que o país precisa, aproveitando as
facilidades que Draghi concede aos Estados membros da UE. Não será dívida para
Portugal, mas investimento com frutos.
Com efeito, para Portugal é estratégico porque é a
consolidação de uma ponte forte para o futuro. Nas horas más é que se constroem
essas pontes com benefícios comuns. Por outro lado, Portugal evitará despesas
sociais astronómicas com os “novos retornados”, como já ouvi dizer, e o efeito
moral devastador que o seu regresso forçado causará. O Governo Português tem de
tomar a dianteira e sentar-se com o Governo Angolano, de igual para igual, e
estabelecer um “Plano Marshal” para Angola continuar na senda do crescimento e
Portugal participar e dele também se beneficiar.
Angola precisa que seja garantido o financiamento para a sua
economia para suprir as carências na área do abastecimento de água, drenagem de
águas residuais, tratamento de resíduos sólidos, vias de comunicação,
habitação, educação e saúde. Portugal tem capacidade excedentária na área da
formação e com carência de alunos no ensino superior, que pode ser aproveitada
em Angola. Empresas portuguesas de vários domínios podem instalar-se em Angola
e produzir lá o que o país necessita de modo a reduzir as importações, mas é
preciso que isto seja feito num quadro de cooperação entre Estados. É pois a
oportunidade que Portugal sempre deixou fugir que se abre, haja ousadia,
coragem, inteligência e pragmatismo. Uma oportunidade pode não passar duas
vezes no mesmo caminho. Esta é uma delas.
La aurora boreal, qué es y dónde verla
La aurora boreal es uno de los fenómenos astronómicos más espectaculares que existen y Finlandia es uno de los mejores sitios para verlo.
Luces de colores moviéndose en la oscuridad, nubes de todos los colores llenan el cielo… lo único que puedes hacer es levantar la cabeza y disfrutar del espectáculo.
¿Quieres saber cómo se produce y dónde ir para ver la aurora boreal? Te lo contamos.

Un fenómeno magnético
En pocas palabras, las auroras son luces naturales que se producen en la parte alta de la atmósfera. El choque de partículas cargadas de energía con átomos de oxígeno y nitrógeno se transforma en luz de colores, visible desde el suelo.
Los lugares donde se puede ver son los más cercanos a los polos magnéticos del planeta. Cuando se produce en el norte, hablamos de aurora boreal; en el sur, en cambio, encontramos la aurora austral.
Las leyendas
Por su espectacularidad y extrañeza, las auroras boreales siempre se han asociado a mitos y leyendas. En Finlandia, uno de los lugares donde mejor pueden verse, se llaman revontulet (fuego del zorro). Dice la leyenda sami que las luces son en realidad la nieve que levanta la cola de un zorro al correr por colinas de nieve.
¿Cómo es la aurora boreal?
La primera vez que vi la aurora boreal fue al salir de la universidad. Era una tarde-noche de invierno y las luces eran tan potentes que podían verse incluso desde la ciudad.
Normalmente, se ven mucho mejor desde una zona sin luz, en el campo. Así, la segunda vez que tuve la suerte de verlas, el espectáculo fue maravilloso. Luces de color morado, verde, etc. se sucedían por la noche en un pequeño pueblo al norte de Rovaniemi.
Dónde y cuándo ver la aurora boreal
Los meses en los que tendrás más probabilidades de ver la aurora boreal son los de invierno. Entre octubre y marzo es más habitual, especialmente al norte de Finlandia. El frío también incide: cuanto más frío estés pasando, más posibilidades de ver la aurora.

SERGIO RESECO
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