Segundo li, os cortes podem atingir actuais reformados da função pública. Acho muito bem.
Não podemos viver num país até determinada data ( por exemplo 2005) em que um cidadão se reformou com determinados requisitos altamente favoráveis e com bonificações .
No lema tudo que está para trás fica assim e quem está para a frente ( depois de 2005) e arca com o ónus de tudo ( pensão penalizadíssima e muito mais idade para se reformar).
Não podemos viver dentro do mesmo país com vários tipos de reformados e pensionistas.
Deste modo o Governo deve rever todo o sistema de cálculo das pensões, para trás ( com retroactividade ) . Deve lentamente convergir as regras da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social e não de supetão. Deve haver um período de transição. E evidentemente preservar as pensões mais baixas.
O Governo pretende cortar nas actuais pensões do Estado, aplicando um corte de 10% na parcela da pensão que foi calculada só com base no último salário. Não concordo.
Deve rever todas as pensões , em que o seu valor deve ser calculado pelos descontos feitos , e não, por benesses ou cargos exercidos.
Há muita gente que tem uma pensão que não condiz com os descontos feitos. É pegar numa folha Excel e rapidamente recalcular a pensão de cada pessoa.
Acabar com as subvenções vitalícias concedidas pelo Estado. E, não permitir que alguém que tenha uma pensão, possa acumular com um vencimento , antes de perfazer 65 anos.
Neste momento o país precisa de uma redefinição ética, cívica e moral. É preciso sentido comum e uma base moral honesta.
É preciso empenho em quem tem a responsabilidade e a autoridade de decidir , É preciso doses de equidade e exemplaridade para se ganhar confiança e dar-se a volta a este estado de coisas.
Como diz o sábio povo. « casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão» . É preciso distribuir o mal pelas aldeias , para as aldeias terem alguma coisa no futuro. Não podem uns ter tudo e outros nada . Uns de mãos nos bolsos e outros a carregar "heranças".
É legitimo redefinir os privilégios e distribuir os sacrifícios.
JJ
09/05/2013
Reformas
08/05/2013
Funcionários públicos : enterrados vivos
O Governo ao engendrar uma sistema maquiavélico de despedimentos na função pública vai conseguir fazer algo de extraordinário, enterrar pessoas vivas.
Como o vai fazer é diabólico. Os funcionários públicos passam de uma posição aparentemente favorável ( segurança no emprego) , para uma situação pífia e histriónica ,( despedido sem mais nem menos).
A jactância desta situação é insólita e torna o funcionário público , refém de uma estratégia delineada exactamente ,por quem é em parte culpado, do endividamento até ao tutano do nosso querido país.
A morbidez desta situação é que o funcionário público é enterrado vivo e é ele que faz a cova onde vai ser enterrado. Pois ao longo desta crise tem-lhe sido cortados ( pá a pá) direitos como vencimento , subsídio , acesso à saúde, etc.
O caricato desta situação é que se exige tudo e não se lhe dá nada ou muito pouco. Manda-se embora do pé para a mão e dá-se uma indemnização , porém se essa indemnização passar os 47.000€ , não a recebe , depois não tem direito a subsidio de desemprego , como qualquer trabalhador tem acesso. Por fim nunca mais pode trabalhar num organismo público. O que é isto senão enterrar uma pessoa viva? Coarctar a possibilidade de refazer ou tentar refazer a sua vida como acontece , num comum funcionário privado que é despedido, pode ir para o privado ou até público.
Como vai viver um funcionário que fez mais de 34 anos de descontos até à idade de reforma com mais de 55 anos ? Provavelmente pedir, roubar, perder a dignidade ou suicidar-se . Alguém está atento a este drama e flagelo social que aí vem?
O funcionário público é o alvo a abater , perseguido , existe um racismo persecutório contra o funcionário público criado por este governo e outros. O funcionário público é um privilegiado , um malandro , etc.
Ponho à vossa consideração , alguém com mais de 55 anos que receba uma indemnização amputada do seu valor real ( deveria receber 90.000€ mas só recebe 47.000€ , como pode viver até chegar à idade de reforma ?
Como é possível passar-se de forma instantânea de uma situação normal para uma situação de precipício.
Um funcionário público antes era enterrado morto como toda a gente agora vai ser enterrado vivo.
JJ
07/05/2013
Livro
Vem aí novo livro. Fiquem com as imagens dos 3 livros anteriores.
Para isso foi criada uma Página do evento , utilizando o Facebook para uma maior divulgação. Será um evento diferente numa sala única e com algumas surpresas.
Joaquim Jorge em Viana
Abordar temas que afectam a qualidade de vida de qualquer pessoa: transportes; habitação; acesso a serviços de saúde, ensino e justiça, entre outros; oportunidades de participação cívica; acesso à informação; oportunidades de trabalho; qualidade de espaços públicos; etc.
Falar com as pessoas, ver o que é prioritário, e o que é que faz falta incluir.
A melhor forma de incutir confiança e respeito é «o exemplo do nosso poder tem que ser igualado pelo poder do nosso exemplo», as instituições públicas estarem ao serviço das pessoas e não aos interesses e objectivos particulares e partidários.
Há gente que já perdeu a fé nos políticos e no país. Estão fartos de sorrisos brancos, fatos escuros, interesses obscuros, demagogia, broncos e insultos. Um palavreado contínuo, uma retórica brilhante vazia de conteúdo e inacção.
Como diz Michel Maffesoli, «o político é o contrário do que é a democracia; agora são uns poucos, uma aristocracia, quem governa».
O HEREGE E O BISPO
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| Tereza Halliday* |
06/05/2013
Paulo Portas
Paulo Portas no que toca ,à ideia que está subjacente para rejeitar uma contribuição adicional sobre os pensionistas, tem razão. Porém tem que ver que há imensas pensões que são auferidas , para além dos descontos feitos , isso está mal. É preciso corrigir essas anomalias para não distorcer o sistema de equidade e de esforço de todos.
Não se pode aceitar que o que está para trás está feito e nada pode ser alterado. Infelizmente o que está para trás a nível de gestão dos vários governos , faz com que estejamos a pagar um preço elevadíssimo. Não acho que seja argumento neste tempo de austeridade. e deve ser tido em conta neste momento politico , procurar distribuir o esforço por todos de forma a suavizar os cortes. Rever pensões dos futuros pensionistas e mas também dos actuais pensionistas que auferem pensão acima dos descontos feitos.
Deste modo tem que haver vontade politica e respeito por quem ainda não se reformou e está perto de o conseguir ( + 55 anos) que tem um aumento de idade da reforma e uma penalização da reforma . Não é correcto e sensato.
Paulo Portas aquando da TSU fez vincar que se tinha que diferenciar os públicos , dos privados e deu a trapalhada que toda a gente sabe com subsídios e afins. Em vez de retirar um salário em forma de subsidio a todos os funcionários só tirou aos públicos e como se sabe foi chumbado no TC.
É um mito pensar-se que os funcionários públicos têm mais regalias do que os privados. Em alguns casos nos tempos que correm é exatamente ao contrário.
JJ
Agricultura : Portugal e a Holanda
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| Miguel Mota |
05/05/2013
Pensões
Uma das formas de haver equidade e de todos os pensionistas ficarem numa situação de igualdade será , aquela que sempre lutei e venho a dizer . É necessário rever todas as pensões para trás , as recentes e as de futuro.
Público
1 - Trabalhadores antes de 31/08/1993 base de cálculo o último salário em 2005 e a média da carreira contributiva de 2005 , para a frente.
2- Trabalhadores a partir de 1/10/1993 base de cálculo melhores 10 dos últimos 15 e média da carreira contributiva
Privado
Inscritos até 31 de Dezembro de 2001.
1- os melhores 10 dos últimos 15 anos de descontos até 2006 ( quem se reforme até 2016)
ou até 2001( para quem se reforme de 2016 em diante)
2- A medida da carreira contributiva contada de 2006 ou de 2001 em diante , conforme a data da sua reforma
Inscritos a partir de 1 de Janeiro 2002
Pensão calculada com base em toda a carreira contributiva
Porém para além este resumo que é elucidativo da diferença abismal entre portugueses. É preciso rever todas as pensões que sejam calculadas por cargos exercidos e outro tipo de benesse, como bonificações.
A pensão de todos os portugueses tem que ser calculada pelos descontos feitos. Ponto final!
Depois as subvenções vitalícias seriam pura e simplesmente retiradas .ma subvenção nada tem que ver com a pensão e pode ser acumulada. Uma vergonha nos tempos difíceis que correm no nosso país...
JJ
Intolerável
O que o governo quer fazer é intolerável e falacioso. Procura dar a entender que quer uniformizar o regime privado ao público mas penaliza muito mais os funcionários públicos . vem com o argumento que os funcionários públicos são privilegiados mas depois cavalga essa situação e coloca os funcionários públicos em desigualdade gritante com os privados .
1 - Os funcionários públicos do quadro de nomeação definitiva não têm direito aos subsidio de desemprego
2 - A sua indemnização é enganadora . Um funcionário com mais de 55 anos e 35 anos de trabalho e com um vencimento de 2.000€ , por exemplo - deveria receber em média 70.000€ pelo seu labor ao longo da sua vinda. Porém só recebe 48.500€ ( valor máximo)e não tem subsidio de desemprego.
3- Um funcionário privado o montante de indemnização vai perto de 120.000€ ,com direito a subsidio de desemprego.
4- Deve haver a convergência público e privado e das sua regras mas não pode ser feito de supetão . Tem que haver um período de transição para quem tem 55 anos ou mais que não pode refazer do mesmo modo a sua vida.
JJ
04/05/2013
Pensamento
A politica de austeridade e os cortes consecutivos deste Governo têm-se estendido como um rastilho de pólvora. E toda a gente sabe o que a pólvora provoca ( uma explosão).
JJ
João Semedo no Clube dos Pensadores em dia de mais cortes na Função Pública
Joaquim Jorge aproveitou para dizer que foi uma pena que o movimento Que Se Lixe a Troika que protagonizou recentemente um episódio caricato no Clube dos Pensadores com Miguel Relvas impedido de discursar ao ser interrompido pela Grândola Vila Morena , num debate moderado por Joaquim Jorge ( fundador do Clube ), não estivesse presente . O BE que tem nas suas fileiras gente que simpatiza com este movimento deveriam estar presentes para fazerem propostas alternativas...
Função Pública : novas medidas
Rescisões podem afectar 30 mil funcionários
As mudanças
no regime de mobilidade e o programa de rescisões amigáveis podem afectar 30 mil
funcionários públicos, anunciou hoje o primeiro-ministro. Essas rescisões
abrangem assistentes técnicos, assistentes operacionais e outras carreiras
equivalentes. O Económico sabe que existirão três escalões de negociação no
processo de rescisões amigáveis: o primeiro, para os funcionários públicos até
50 anos, o segundo para trabalhadores entre os 50 e os 54 anos, aos quais serão
oferecidos 1,25 meses de remuneração base e suplementos permanentes por cada ano
de serviço e, finalmente, para os funcionários do Estado com idade compreendida
entre os 55 e os 59 anos, que receberão uma proposta de um mês de remuneração
base e suplementos salariais, também por cada ano de trabalho.
Reforma só aos 66 anos
A idade de passagem à reforma nos
sistemas públicos de pensões, sem penalização, aumenta para os 66 anos de idade,
em vez dos 65 actuais. Além disso, o factor de sustentabilidade passará a
depender, além da esperança média de vida, da evolução de "agregados económicos
como, por exemplo, a massa salarial total da economia". O primeiro-ministro
confirmou ainda a eliminação de "regimes de bonificação de tempos de serviço
para efeitos de acesso à reforma". Passos Coelho disse que as pensões mais
baixas serão salvaguardadas, mas não adiantou pormenores.
Mobilidade limitada a 18 meses
Funcionários não poderão
estar mais de 18 meses em situação de mobilidade, anunciou o primeiro-ministro.
No regime actual não existe qualquer limite. O Económico sabe que perante as
novas regras, os funcionários na mobilidade receberão 2/3 da remuneração nos
primeiros seis meses, metade nos seis meses seguintes e apenas 1/3 nos seis
meses remanescentes. O valor não poderá nunca ser inferior ao salário mínimo
nacional, actualmente nos 485 euros.
"Contribuição adicional" nas pensões
Passos Coelho
confirmou ainda a conversão da actual Contribuição Extraordinária de
Solidariedade num imposto associado "ao andamento da nossa economia para que
haja uma relação automática entre o crescimento económico e a redução gradual e
progressiva dessa mesma contribuição".
40h semanais de trabalho já este ano
O horário de
trabalho na Função Pública, actualmente de 35 horas semanais, vai passar para as
40 horas por semana, valor de referência no sector privado, já este ano.
Revisão da tabela remuneratória única
"Precisamos de
rever a tabela remuneratória única, em conjunto com a elaboração de uma tabela
única de suplementos para aplicação aos trabalhadores em exercício de funções
públicas, para nivelar as remunerações com os salários praticados na economia",
anunciou o líder do Governo.
Mais contribuições para a ADSE
Tal como o Económico
noticiou, as contribuições dos trabalhadores para os subsistemas de saúde
ADSE/ADM/SAD vão aumentar em 0,75 pontos percentuais ainda em 2013, e em 0,25
pontos percentuais a partir de Janeiro de 2014.
Pré-reforma nas Forças de Segurança
A idade legal mínima
de acesso à situação de reserva, pré-aposentação e disponibilidade, que precede
a reforma, nas Forças Armadas, na Guarda Nacional República e na Polícia de
Segurança Pública, passa para os 58 anos de idade.
fonte:DE
Reportagem na RTP , SIC e TVI
Lusa
JPN
Expresso
Noticias ao Minuto
Esquerda Net
RTP
Morte de Estudante na Queima das Fitas

Ex.º Sr, muito boa tarde,
Aqui há uns anos atrás já, entrei em
contacto com vossa excelência,
no sentido de divulgarem e promoveram um
vídeo de pura violência
gratuita ocorrida num assalto, onde assaltantes
saltavam sem parar sobre
a cabeça de um rapaz deitado no chão, alertando
para o aumento
substancial da criminalidade violenta em Portugal, preocupado
com o meu
futuro e com o futuro daqueles que um dia hão-de vir a ser meus e
que
gostaria de ver protegidos, hoje, após o ocorrido na bilheteira do
Queimódromo, não posso deixar de manifestar o meu estado de pesar e
entristecido, por algo que há uns vaticinei e que hoje, mais uma vez,
assombrou Portugal.
Há quem escreva que o ocorrido é devido ao
estado do país, à nossa
decadência, por favor, a crise não é desculpa para
se matar um ser
humano, nem para roubar sequer. Não pode ser! Se compreendo
e entendo
que muitos hoje, se encontram em dificuldades, pois cresci nesse
meio,
sei também que esse facto não desculpa a violência ocorrida ou o acto
que sucedeu!
Peço-vos, mais uma vez, no sentidade de uma
organização que respeito e
que considero ter a credibilidade merecida, sem
qualquer associação ou
cor partidária, para fazerem, junto com todos os
vossos membros, algo
relativamente a este assunto...
Hoje foi o
Marlon, amanhã é um qualquer de nós.
Abraço e muito obrigado.
Luís Coutinho
03/05/2013
Clube dos Pensadores recebe João Semedo
Joaquim Jorge , fundador do Clube dos Pensadores ( CdP) , convidou João
Semedo para estar presente no dia 3 de Maio,sexta-feira pelas 21h30 no
Hotel Holiday Inn em Gaia. O tema : Propostas do BE , para uma alternativa
política ,DIA NEGRO
Governar não é cortar a direito , deve-se analisar o que está mal , distorcido e pôr-se direito e com um mínimo de equidade. Primeiro o exemplo , tendo em conta o momento de excepção e dramático , ninguém em Portugal deveria ter direito a um subvenção vitalícia , por outro lado a sua pensão deveria ser processada somente com 65 anos.
Quem já usufruiu de uma pensão antes dos 65 anos deveria pagar uma taxa por usufruir dessa pensão antes dos 65 anos. A teoria do que está para trás , não se mexe , está errada e não é sustentável.
Arranjar-se um plano , em que funcionários públicos com mais de 55 anos tenham uma pré-reforma , até atingirem os 65 anos , permitindo que abram lugares para pessoas mais novas.
Depois no Público vai haver aumento do horário de trabalho , para 40h, limite temporal na mobilidade especial, rescisões amigáveis, revisão da estrutura salarial, mais descontos para a ADSE .
A Função Pública é que paga tudo isto e o resto : observatórios, fundações , empresas públicas, aquisições de bens , etc. ?
Proibir gastos em campanha eleitoral financiados pelo erário público.
Posso estar enganado mas este não é o caminho. Enquanto eu e os portugueses tivermos conhecimento que há portugueses com uma subvenção vitalícia acumulada com uma pensão e usufruída antes dos 65 anos e outro tipo de benesses . Este país não vai para a frente e vai haver problemas .
Por outro lado Pedro Passos Coelho pode falar de um memorando de intenções de cortes , apesar de saber que não são exequíveis nos tempos mais próximos.
JJ
MEMBROS do CLUBE
Joaquim Jorge,fundador
Marcelo Rebelo de Sousa, professor universitário e comentador
Alexandre Soares dos Santos, charmain da JM
Belmiro de Azevedo, charmain da SONAE
Vicente Jorge Silva, jornalista
António Barreto , sociólogo
Jorge Miranda, constitucionalista, professor universitário
Medina Carreira, ex-Ministro das Finanças
Paula Teixeira da Cruz -Ministra da Justiça
Bagão Félix - gestor e ex-Ministro
Mário Crespo, jornalista da SIC
Fernando Nobre , presidente da AMI
Manuel Alegre,vice-presidente da AR
Pedro Santana Lopes,antigo primeiro-ministro
João Cravinho ,ex-Ministro e deputado
Dom Duarte, pretendente ao trono
Luís Filipe Menezes, presidente C. M. Gaia e ex-líder do PSD
Miguel Relvas, ex-Ministro
Miguel Beleza , ex - Ministro da Finanças e Governador do Banco de Portugal
Alberto João Jardim , presidente do Governo Regional da Madeira
Paulo Portas , líder do CDS/PP
Assunção Cristas, Ministra da Agricultura e Ambiente
Manuel Maria Carrilho,deputado e antigo ministro da Cultura
Pedro Abrunhosa, músico e cantautor
Rui Rio- presidente da CMP
Diogo Feio , eurodeputado
Vítor Baía - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
Jerónimo Sousa - líder do PCP
Carvalho da Silva , líder da CGTP
João Semedo, coordenador do BE
Francisco Louçã, ex- líder do BE
Paulo Rangel - eurodeputado
Ana Gomes ,eurodeputada
António José Seguro, deputado e líder do PS
Francisco Assis - deputado
Francisco Lopes , membro do comité Central do PCP
José Leite Pereira,director do JN
Ricardo Costa, director do Expresso
José Manuel Fernandes, director do Público
António Marinho e Pinto , bastonário da Ordem dos Advogados
Felícia Cabrita, jornalista de investigação
Isabel Stilwell- jornalista e directora do Destak
Garcia Pereira - advogado e doutorado em Ciências Jurídicas
Rui Moreira -economista e presidente da Associação Comercial do Porto
Sofia V. Barrocas , jornalista
Rui Gomes da Silva,deputado
Defensor Moura, deputado do PCP
Nuno Melo,eurodeputado
Marques Mendes , PSD
Maria Teresa Goulão, especialista em ambiente e vice-presidente da bandeira Azul
Mário Russo , professor universitário
Francisco Ferreira , professor universitário e vice-presidente da Quercus
Guilherme Pinto , presidente da CM Matosinhos
Bragança Fernandes ,presidente da CM Maia
João Peças Lopes , professor universitário , especialista em microgeração
Eduardo Vítor Rodrigues, líder do PS Gaia
Narciso Miranda, antigo presidente C. M. Matosinhos
José Guilherme Aguiar - vereador da CMG e comentador desportivo
Marco António Costa, vice-presidente da CMG e secretário de Estado
Mário Fontemanha,vereador na CMG
Álvaro Castello-Branco, vice-presidente da CMP
Mário Dorminsky,vereador da Cultura da CMG
Luís Montenegro - deputado do PSD
Rui Sá ,vereador da CDU na CMP
Joana Felício, vereadora C. M. Matosinhos
Nassalete Miranda, ex-directora “O Primeiro de Janeiro”
José Maciel , presidente do Conselho de Administração das águas de Gaia
Manuel Serrão, empresário
Magda Rocha -jornalista da RTP
Beatriz Pacheco Pereira,directora do Fantasporto
Miguel Leão, antigo presidente C. R., Norte da Ordem Médicos
Luísa Salgueiro, deputada PS
Rosário Galamba, deputada PS
Margarida Almeida , deputada PSD
Carolina Graça - colaboradora “Público”
Nuno Pacheco, director-adjunto “Público”
Jorge Manuel Ribeiro, engenheiro civil
Luís Gourgel Silva, gestor
Rosa Rodrigues, professora de História
Joaquim Jorge, biólogo
Francisco Abrunhosa, empresário
Maria Manuel, empresária
César Costa, arquitecto
Joaquim Queirós, jornalista
Carlos Pereira, psiquiatra
Pedro Magalhães, economista
Mário Jaime Aguiar, engenheiro
António Ribeiro, juiz desembargador e antigo secretário de estado
Luís Mamede, urbanista
Paulo Neves, jornalista
Carlos Caciolli, economista
Ricardo Arroja, economista
Neiva Santos,economista
Abel Ribeiro, empresário
José Diogo, consultor sénior
Jorge Ribeiro, engenheiro
Filipe Andrade, empresário
Anabela Catarino, empresária
Manuel Almeida, empresário
Luís Menezes, economista
Miguel Primaz, advogado
Manuel Monteiro, presidente PND
Nuno Linhares, bancário
Paulo Morais, professor universitário
José Marquitos, administrador do semanário SOL
Luís Costa, jornalista e colunista
Rui Santos, jornalista
Mário Jacob, gestor comercial
Francisco Craveiro, estudante FEUP
Artur Santos, empresário
Manuela Alves, professora de Inglês
Paulo Ramos, professor universitário
Manuel Carvalho,director-adjunto do Público
Renato Martins,empresário
Sergio Mendes,livreiro
João Crespo,empresário
António Vasconcelos,engenheiro
Arsénio Jorge Marta,empresário e antigo campeão nacional de ténis
Marta Costa,psicóloga
António Vilaça,presidente da ASM
António Cunha,profissional de seguros
Isabel Cruz,professora de Inglês
António Filipe , deputado do PCP
João Teixeira Lopes,deputado do BE
Arminda Bragança,dirigente da FNE
Adriano Teixeira,dirigente da FENPROF
Lino Ferreira,vereador do urbanismo na CMP
Luis Oliveira,professor e empresário
José Martins Carvalho,engenheiro
Guimarães Teixeira,economista
José Manuel Vaz,empresário
Manuela Vaz ,bancária
André Veríssimo,professor universitário
Guilhermina Alarcão,mestre em história medieval
Jorge Mota,médico
Jorge Mota(filho),médico- veterinário
Ernesto Anselmo,professor
José Oliveira,empresário
José Oliveira(filho),empresário
Jaime Resende,consultor
José Manuel Pereira,engenheiro
Arlindo Magalhães,engenheiro
Aires Silva,empresário
Irene Meira,reformada
Açucena Almeida,psicóloga
Rosa Maria de Lima,professora universitária
Belmiro Carneiro,reformado
António Crispim,empresário
Manuel Rodrigues,bancário
Susana Ferreira,jornalista
Manuel Fernandes,contabilista
Paulo Vilarinho,advogado
Joaquim Costa Maia,médico
Ana Costa Maia,gestora
Mário Russo,engenheiro
Maria Manuel ,advogada
Áureo Almeida,mediador de seguros
António Fernandes,contabilista
Manuel Mendes Moreira,funcionário público
António Neto Rodrigues, administrador Hospital Pedro Hispano
Carolina Costa, presidente do CATI
Tânia Barbosa,estudante universitária de jornalismo
João Luís Sousa,director-adjunto do Vida Económica
Frederico Valarinho,director da Focus
João Costa, empresário
Maria Manuel, advogada
Pedro Vasconcelos, administrador El Corte Inglês
Patrícia Lousinha , advogada
Elisabete Rocha , advogada
Marcelo Pinho, advogado
Almira Fonseca
Manuela Cunha
Drulovic, antigo jogador do Porto
Reinaldo Teles, administrador da SAD do Porto
Hermínio Loureiro, presidente da Liga
Ricardo Costa, jogador de futebol e da Selecção Nacional
Semedo , antigo jogador do Porto e da Selecção Nacional
António Oliveira Silva , sociólogo
Daniel Braga , professor de matemática
André Castro , empresário
Guimarães Teixeira , economista
Pedro Cruz , jornalista da SIC
André Rodrigues , administrador da TVNet
Nuno Tomé , administrador da TVNet
Paulo Pereira , administrador da TVtel
Manuel Rodrigues , antigo gerente bancário
José Vitorino , economista
José Carvalho , engenheiro
Daniel Braga , professor e mestre
Susana Ferreira , estudande
Lucinda Haettich , professora de línguas
Pedro Laranjeira , jornalista e director da revista Perspectiva
João Limas , jornalista
Patrícia Fernandes , editora
Pinto da Costa , médico - professor universitário
Ana Magalhães - arquitecta
Hercília Oliveira - empresária
Folha - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
Albertino - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
António Nunes - autor do blogue Dispersamente
Rogério Pires - bancário
em actualização
02/05/2013
Diário Digital
Destak
Viva Porto
Farol da Nossa Terra
Janeiro
RTP - a passar o debate
Correio da Manhã - noticia em papel com foto em cabeçalho da página
O Gaiense - noticia em papel com algum destaque
O Documento de Estratégia Orçamental : pura profissão de fé e equivocos
![]() |
| Mário Russo |
BEBER
![]() |
| Hercília Oliveira |
01/05/2013
Acção política - DEO
A análise do Documento de Estratégica Orçamental ( DEO) mostra que vem aí dias muito complicados e difíceis.
Temos que cortar 2.800 milhões de euros em 2014.
Temos que cortar 700 milhões de euros em 2015 ( ano de eleições legislativas).
Temos que cortar 1.200 milhões de euros em 2016.
No total é preciso cortar 4.700 milhões de euros.
Mas este ano é preciso cortar 500 milhões de euros para compensar a quebra económica e por outro lado 1.300 milhões de euros para substituir o chumbo do TC .
Só em cortes soma mais de 6.000 milhões de euros.
Vem aí despedimentos da função pública ,cortes nas prestações sociais , cortes nos salários , cortes nas pensões . Fez-se um compasso de espera por estarmos perto do 25 de Abril e do 1ºMaio . Vem aí coisa má e preocupante.
Com esta acção política é o fim - o fim dos portugueses , o fim de Portugal ou o fim do governo...
JJ






















