09/05/2013

Reformas


Segundo li, os cortes podem atingir actuais reformados da função pública. Acho muito bem.

Não podemos viver num país até determinada data ( por exemplo 2005) em que um cidadão se reformou com determinados requisitos altamente favoráveis e com bonificações .

No lema tudo que está para trás fica assim e quem está para a frente ( depois de 2005) e arca com o ónus de tudo ( pensão penalizadíssima e muito mais idade para se reformar).

Não podemos viver dentro do mesmo país com vários tipos de reformados e pensionistas.

Deste modo o Governo deve  rever todo o sistema de cálculo das pensões, para trás ( com retroactividade ) . Deve lentamente convergir as  regras da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social e não de supetão. Deve haver um período de transição. E evidentemente preservar as pensões mais baixas.

O Governo pretende cortar nas actuais pensões do Estado, aplicando um corte de 10% na parcela da pensão que foi calculada só com base no último salário. Não concordo.

Deve rever todas as pensões , em que o seu valor deve ser calculado pelos descontos feitos , e não, por benesses ou cargos exercidos.

Há muita gente que tem uma pensão que não condiz com os descontos feitos. É pegar numa folha Excel e rapidamente recalcular a pensão de cada pessoa.

Acabar com as subvenções vitalícias concedidas pelo Estado. E, não permitir que alguém que tenha uma pensão, possa acumular com um vencimento , antes de perfazer 65 anos.

Neste momento o país precisa de uma redefinição ética, cívica e moral. É preciso sentido comum e uma base moral honesta.

É preciso empenho em quem tem a responsabilidade e a autoridade de decidir , É preciso doses de equidade e exemplaridade para se ganhar confiança e dar-se a volta a este estado de coisas.

Como diz o sábio povo. « casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão» . É preciso distribuir o mal pelas aldeias , para as aldeias terem alguma coisa no futuro. Não podem uns ter tudo e outros nada . Uns de mãos nos bolsos e outros a carregar "heranças".

É legitimo redefinir os privilégios e distribuir os sacrifícios.

JJ

Janeiro

Farol da Nossa Terra

Rádio Geice

IPVC

08/05/2013

Funcionários públicos : enterrados vivos

O Governo ao engendrar uma sistema maquiavélico de despedimentos na função pública vai conseguir fazer algo de extraordinário, enterrar pessoas vivas.

Como o vai fazer é diabólico. Os funcionários públicos passam de uma posição aparentemente favorável ( segurança no emprego) , para uma situação pífia e histriónica ,( despedido sem mais nem menos).

A jactância desta situação é insólita e torna o funcionário público , refém de uma estratégia delineada exactamente ,por quem é em parte culpado, do endividamento até ao tutano do nosso querido país.

A morbidez desta situação é que o funcionário público é enterrado vivo e é ele que faz a cova onde vai ser enterrado. Pois ao longo desta crise tem-lhe sido cortados ( pá a pá) direitos como vencimento , subsídio , acesso à saúde, etc.

O caricato desta situação é que se exige tudo e não se lhe dá nada ou muito pouco. Manda-se embora do pé para a mão e dá-se uma indemnização , porém se essa indemnização passar os 47.000€ , não a recebe , depois não tem direito a subsidio de desemprego , como qualquer trabalhador tem acesso. Por fim nunca mais pode trabalhar num organismo público. O que é isto senão enterrar uma pessoa viva? Coarctar a possibilidade de refazer ou tentar refazer a sua vida como acontece , num comum funcionário privado que é despedido, pode ir para o privado ou até público.

Como vai viver um funcionário que fez mais de 34 anos de descontos até à idade de reforma com mais de 55 anos ? Provavelmente pedir, roubar, perder a dignidade ou suicidar-se . Alguém está atento a este drama e flagelo social que aí vem?

O funcionário público é o alvo a abater , perseguido , existe um racismo persecutório contra o funcionário público criado por este governo e outros. O funcionário público é um privilegiado , um malandro , etc.

Ponho à vossa consideração , alguém com mais de 55 anos que receba uma indemnização amputada do seu valor real ( deveria receber 90.000€ mas só recebe 47.000€ , como pode viver até chegar à idade de reforma ?

Como é possível passar-se de forma instantânea de uma situação normal para uma situação de precipício.

Um funcionário público antes era enterrado morto como toda a gente agora vai ser enterrado vivo.

JJ

Joaquim Jorge na RTV


07/05/2013

Livro

Vem aí novo livro. Fiquem com as imagens dos 3 livros anteriores.
Para isso foi criada uma Página do evento , utilizando o Facebook para uma maior divulgação. Será um evento diferente numa sala única e com algumas surpresas.



Selecção JJ - Gwen McCrae - Keep The Fire Burning (12'' Version)


Joaquim Jorge em Viana

Joaquim Jorge , biólogo e fundador do Clube dos Pensadores vai estar em Viana , no dia 10 de Maio , sexta-feira , pelas 12h, nas IV JORNADAS DE ENGENHARIA CIVIL E DO AMBIENTE, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo  para falar  de Ecologia Política.

 Não é a primeira vez que Joaquim Jorge vem a Viana. Em 2011 esteve na  na Biblioteca  Municipal de  Viana do Castelo (Siza Vieira) em que José Maria Costa , Presidente da Câmara de Viana do Castelo foi o anfitrião , Mário Russo apresentou o seu livro Blogue Clube dos Pensadores e organizou o evento
O Clube dos Pensadores em 2013 já recebeu Jorge Miranda reputado constitucionalista , Miguel Relvas , Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares , Belmiro de Azevedo pelo seu 7ºaniversário, charmain da Sonae , Miguel Sousa Tavares ,comentador político e  escritor e João Semedo , coordenador do BE.

 Em anos anteriores já recebeu Pedro Passos Coelho,  Jerónimo de Sousa , Francisco Louçã, António José Seguro , Pedro Santana Lopes , Paula Teixeira da Cruz ,Manuel Alegre, Carvalho da Silva, entre outros.

 Enxertos do que Joaquim Jorge vai falar:

 (...) As dificuldades do momento deveriam fazer com que os partidos não gastassem dinheiro nenhum em campanha eleitoral . Os partidos deveriam evitar recorrer a outdoors que são caríssimos e poluem a paisagem. Há tantas maneiras de informar gastando um mínimo de dinheiro para além da Internet e redes sociais , usando a televisão , rádio e telemóveis. Fazer sessões de esclarecimento abertas a todos e não missas cantadas somente com fiéis . Esta é uma sugestão de contenção ,mas para não variar , «olha para o que eu digo mas não olhes para o que eu faço». Relembro que os partidos são financiados nas suas campanhas , recebem pelo voto euros e subvenção. Não acham que é demais? A democracia fica muito cara , não se poderia poupar nesta área?

 (...)A próxima campanha eleitoral deve ser minimalista, austera , discreta e poupada. É obsceno nesta altura de penúria e severa austeridade que os partidos não façam austeridade , ainda mais em propaganda política(...)

 Nesta campanha eleitoral autárquica de 2013, Joaquim Jorge sugere:

 O que é necessário é serviços para os cidadãos e não poder político nem entelequia ( algo difícil de entender ) . Coisas práticas e fáceis de entender.
É preciso ouvir as pessoas, ver o que sugerem para o seu bairro ou zona residencial que pudesse melhorar a sua qualidade de vida e desenhar um programa de baixo para cima, dando o poder de decisão às pessoas.

Abordar temas que afectam a qualidade de vida de qualquer pessoa: transportes; habitação; acesso a serviços de saúde, ensino e justiça, entre outros; oportunidades de participação cívica; acesso à informação; oportunidades de trabalho; qualidade de espaços públicos; etc.

Falar com as pessoas, ver o que é prioritário, e o que é que faz falta incluir.


Os políticos devem ter cuidado com as suas atitudes e comportamentos.

A melhor forma de incutir confiança e respeito é «o exemplo do nosso poder tem que ser igualado pelo poder do nosso exemplo», as instituições públicas estarem ao serviço das pessoas e não aos interesses e objectivos particulares e partidários.

Há gente que já perdeu a fé nos políticos e no país. Estão fartos de sorrisos brancos, fatos escuros, interesses obscuros, demagogia, broncos e insultos. Um palavreado contínuo, uma retórica brilhante vazia de conteúdo e inacção.
Como diz Michel Maffesoli, «o político é o contrário do que é a democracia; agora são uns poucos, uma aristocracia, quem governa».

O HEREGE E O BISPO

Tereza Halliday*
No artigo “Habemus Bispo” (DP 25/3/2013, p.C5), Valéria Barbalho narrou a chegada do primeiro bispo de Caruaru, Pe: D. Paulo Hipólito de Souza Libório. Atiçou-me lembranças adormecidas desde a infância.  Dele ouvi falar que era muito vaidoso, amava a pompa do seu cargo, estendia ostensivamente a mão aos fiéis para que beijassem seu anel episcopal.

Foi esse bispo que recebeu a visita de um dos militantes da campanha em prol da construção do Hospital Infantil Jesus Nazareno: maçom e espírita kardecista, era pois, um “herege”. Segundo o dicionário, “pessoa que professa ideias contrárias ao que foi definido pela Igreja como sendo matéria de fé; pessoa que defende ideias divergentes de determinado grupo religioso dominante”. Segundo os ditames da Igreja Católica de então (antes do Concílio Vaticano II) esse homem qualificava-se para excomunhão - ele e seus “irmãos” da Loja Maçônica Dever e Humanidade, na qual chegara ao grau 30.  Haviam conseguido o apoio dos rotarianos e de comerciantes destacados da cidade – carolas, crentes (hoje, “evangélicos”), agnósticos, comunistas. Também tiveram grande sucesso com a “Campanha da Garrafa”, precursora da reciclagem. Mobilizou toda a cidade a doar frascos de vidro, que foram revendidos, resultando em mais fundos para a construção do hospital.

 A causa do hospital infantil era maior do que diferenças religiosas e partidárias. Obter o apoio de D. Paulo seria muito benéfico, principalmente durante a famosa Festa do Comércio, evento de fim de ano em frente à Igreja da Conceição. A conversa entre o bispo e o herege foi afável. Ficou assegurado o apoio da “Santa Madre Igreja” (como os fieis eram ensinados a chamar), para um hospital beneficente cujo nome homenageava o Cristo. Na despedida, apertaram-se as mãos e o bispo disse, amigavelmente: “O senhor é jovem. Ainda tenho esperança em sua conversão”. Esperou em vão.

O interlocutor de D. Paulo era crítico do “fausto do Vaticano”, mas tinha profundo respeito e empatia por padres e freiras que, humildemente, dedicavam suas vidas a ajudar os mais fracos e pobres. Tinha princípios e hábitos que em nada desonrariam igrejas e grupos que alegam seguir Jesus de Nazaré: era honesto e compassivo, ajudava os outros em segredo, deplorava ostentações, tratava subordinados com mansidão, granjeando o respeito e a estima de todos os que trabalharam com ele. Como voluntário, foi de extrema dedicação aos velhinhos da Casa dos Pobres São Francisco de Assis, que ajudou a construir.  Sabia de cor a prece atribuída a esse reverenciado cristão: “Faze de mim instrumento da tua paz... onde houver ódio, que eu leve o amor... onde houver desespero, que eu leve a esperança... onde houver tristeza, que eu leve a alegria (dançava com as velhinhas do abrigo!)... onde houver discórdia que eu leve a união” (várias vezes, agiu como conciliador).  Pelo exemplo, mais que por palavras, esse herege me deu excelentes lições de cristianismo.  Era meu pai.
*brasileira de Pernambuco, artesã de textos

06/05/2013

Selecção JJ - Gal Costa - Wave


Paulo Portas

Paulo Portas no que toca ,à ideia que está subjacente para rejeitar uma contribuição adicional sobre os pensionistas, tem razão. Porém tem que ver que há imensas pensões que são auferidas , para além dos descontos feitos , isso está mal. É preciso corrigir  essas anomalias para não distorcer o sistema de equidade e de esforço de todos.

Não se pode aceitar que o que está para trás está feito e nada pode ser alterado. Infelizmente o que está para trás a nível de gestão dos vários governos , faz com que estejamos a pagar um preço elevadíssimo. Não acho que seja argumento neste tempo de austeridade. e deve ser tido em conta neste momento politico , procurar distribuir o esforço por todos de forma a suavizar os cortes. Rever pensões dos futuros pensionistas e mas também dos actuais pensionistas que auferem pensão acima dos descontos feitos.

Deste modo tem que haver vontade politica e respeito por quem ainda não se reformou e está perto de o conseguir ( + 55 anos) que tem um aumento de idade da reforma e uma penalização da reforma . Não é correcto e sensato.

Paulo Portas aquando da TSU fez vincar que se tinha que diferenciar os públicos , dos privados e deu a trapalhada que toda a gente sabe com subsídios e afins. Em vez de retirar um salário em forma de subsidio a todos os funcionários só tirou aos públicos e como se sabe foi chumbado no TC.

É um mito pensar-se que os funcionários públicos têm mais regalias do que os privados. Em alguns casos nos tempos que correm é exatamente ao contrário.

JJ

Agricultura : Portugal e a Holanda

Miguel Mota
A revista americana TIME publicou, no seu número de 11-3-2013 um extenso artigo dedicado à agricultura da Holanda e particularmente à sua produção de tomate, ao longo de todo o ano, em estufas, naturalmente, com a mais avançada tecnologia, tomate que exporta para diversos países. Em subtítulo tem uma frase lapidar:

“Se a Grécia, onde o sol abunda, fosse capaz de produzir e exportar tomate tão eficientemente como a Holanda, talvez não estivesse em tão má situação e podia ajudar a salvar a Europa”.

Esta frase também assenta como uma luva em relação a Portugal. Tenho dito o mesmo variadas vezes. E note-se que o tomate ainda é das culturas em que o país está menos atrasado e consegue exportar uma razoável quantidade.

Não me admira nada o relato da TIME. Há muitos anos aponto a excelência da agricultura da Holanda, fruto principalmente duma investigação agronómica de alto nível, tanto nas universidades como no Ministério da Agricultura. É uma lição que os nossos ministros da Agricultura, infelizmente, não têm sido capazes de aprender. Vale a pena referir uma história elucidativa.

Em 1993, num  programa de televisão, Terça à noite, em que se tratou da Agricultura, um antigo ministro dessa pasta declarou, enfática e perentoriamente, que as nossas condições naturais não nos permitem competir e deu como “prova” o facto da Holanda produzir 8 toneladas de trigo por hectare e Portugal apenas 2 toneladas.

Como nenhum dos presentes soube corrigir esse antigo ministro, publiquei no Expresso de 17 de Julho de 1993 um artigo em que chamei a atenção para alguns pontos que alteravam completamente a declaração. Lembrei que a Holanda produzia 8 T de trigo por hectare nessa altura. Se recuasse uns 20 ou 30 anos só produzia 5 T e anos mais atrás apenas 3 T, SEMPRE COM AS MESMAS CONDIÇÕES NATURAIS. O que fez a diferença foi a sua excelente investigação agronómica, a causa da constante inovação e dessa espectacular subida da produtividade.

Portugal, nas últimas décadas, tem andado criminosamente a destruir a sua agricultura, começando exactamente por destruir a sua investigação agronómica. No citado artigo no Expresso lembrei uma frase do ilustre Professor de Agronomia Engenheiro Agrónomo D. Luís de Castro, no Prefácio do livro “A cultura do trigo”, editado em 1908:

"....poderia transformar a cultura cerealífera em Portugal pela Ciência. É extraordinário, é fantástico, o susto, o pavor ou a piedade que inspira entre nós, esta palavra aplicada à Agricultura!"

Ao longo de mais de um século, o único Ministro da Agricultura que compreendeu a importância da ciência na agricultura e fez a única boa reforma que deu um enorme avanço a este sector foi o Dr. Rafael Duque, com a sua excelente legislação de 1936, que incluiu a criação da Estação Agronómica Nacional. Essa reforma e o ter conseguido encontrar pessoas com capacidade para a executar foi um enorme passo em frente, não só para a agricultura e para a investigação agronómica, mas para a ciência portuguesa. O modelo criado permitiu que outros sectores, utilizando-o, pudessem conseguir excelentes progressos, o primeiro dos quais foi a criação do prestigiado Laboratório Nacional de Engenharia Civil, que também tanto deu ao país e que hoje é uma fracção do que já foi.

De então para cá apenas pequenos remendos mal deitados e, depois do 25 de Abril, muitas acções de destruição. Começou com a famigerada Reforma Agrária do PREC, que bastante destruiu. Depois disso a destruição foi de outro tipo, talvez mais sofisticada e perniciosa, atacando e demolindo os serviços do Ministério da Agricultura a quem cabe a tarefa de promover a subida de nível da agricultura portuguesa. Exactamente o contrário do que fizeram, ao longo dos anos, os Ministros da Agricultura da Holanda. É imenso o que Portugal perdeu, em economia e finanças, como resultado dessa destruição, encargo que não cai apenas sobre os agricultores mas sim, pelos seus efeitos, sobre todos os portugueses, talvez com excepção dos importadores de produtos agrícolas, que devem ter feito fabulosas fortunas à custa da economia de todos nós. O máximo de destruição ocorreu durante o governo PS de Sócrates, que chegou ao cúmulo de devolver a Bruxelas centenas de milhões de euros destinados à agricultura. A actual ministra conseguiu travar essa destruição e teve algumas acções meritórias que já se fizeram notar. Mas, na minha modesta opinião, quase nada se fez na direcção que julgo necessária e que teria sido possível iniciar logo no verão de 2011, há quase dois anos e de que já se poderiam estar a colher alguns resultados. Tenho pena.

05/05/2013

Selecção JJ _ Frankie Beverly and MAZES "Joy and Pain" Guitar play along HD


Pensões

Uma das formas de haver equidade e de todos os pensionistas ficarem numa situação de igualdade será , aquela que sempre lutei e venho a dizer . É necessário rever todas as pensões para trás , as recentes e as de futuro.

Público
1 - Trabalhadores  antes de 31/08/1993  base de cálculo o último salário em 2005 e a média da carreira contributiva de 2005 , para a frente.
2- Trabalhadores a partir de 1/10/1993 base de cálculo melhores 10 dos últimos 15 e média da carreira contributiva

Privado
Inscritos até 31 de Dezembro de 2001.
1- os melhores 10 dos últimos 15 anos de descontos até 2006 ( quem se reforme até 2016)
ou até 2001( para quem se reforme de 2016 em diante)
2- A medida da carreira contributiva contada de 2006 ou de 2001 em diante , conforme a data da sua reforma
Inscritos  a partir de 1 de Janeiro 2002
Pensão calculada com base em toda a carreira contributiva

Porém para além este resumo que é elucidativo da diferença abismal entre portugueses. É preciso rever todas as pensões que sejam calculadas por cargos exercidos e outro tipo de benesse, como bonificações.

A pensão de todos os portugueses tem que ser calculada pelos descontos feitos. Ponto final!

Depois as subvenções  vitalícias seriam pura e simplesmente retiradas .ma  subvenção nada tem que ver com a pensão e pode ser acumulada. Uma vergonha nos tempos difíceis que correm no nosso país...

JJ

Intolerável

O que o governo quer fazer é intolerável e falacioso. Procura dar a entender que quer uniformizar o regime privado ao público mas penaliza muito mais os funcionários públicos . vem com o argumento que os funcionários públicos são privilegiados mas depois cavalga essa situação e coloca os funcionários públicos em desigualdade gritante com os privados .

1 - Os funcionários públicos do quadro de nomeação definitiva não têm direito aos subsidio de desemprego

2 - A sua indemnização é enganadora . Um funcionário com mais de 55 anos e 35 anos de trabalho e com um vencimento de 2.000€ , por exemplo - deveria receber em média 70.000€ pelo seu labor ao longo da sua vinda. Porém só recebe 48.500€ ( valor máximo)e não tem subsidio de desemprego.

3- Um funcionário privado o montante de indemnização vai perto de 120.000€ ,com direito a subsidio de desemprego.

4- Deve haver a convergência público e privado e das sua regras mas não pode ser feito de supetão . Tem que haver um período de transição para quem tem 55 anos ou mais que não pode refazer do mesmo modo a sua vida.

JJ

04/05/2013

Pensamento

A politica de austeridade e os cortes consecutivos deste Governo têm-se estendido como um rastilho de pólvora. E toda a gente sabe o que a pólvora provoca ( uma explosão).

JJ

João Semedo no Clube dos Pensadores em dia de mais cortes na Função Pública

 
Esta sexta-feira , dia 3 de Maio , debate com muita gente, no dia que Pedro Passos Coelho anunciou, pelas 20h, nos telejornais das televisões, mais medidas de austeridade : rescisões amigáveis na função pública ; idade da reforma para 66 anos; mobilidade especial limitada a 18 meses; contribuição adicional nas pensões ; 40h de trabalho para os funcionários públicos ; revisão da tabela remuneratória única ;mais contribuições para a ADSE ; etc.
 Perante as várias perguntas de Joaquim Jorge fundador do Clube que moderou o debate João Semedo foi deixando a sua opinião :
 Passos Coelho está "a contornar e a iludir o acórdão do Tribunal Constitucional" com as medidas anunciadas na sexta-feira, considerando-as "uma violência contra o Estado moderno e democrático" e contra aqueles que o construíram nos últimos 40 anos.
 O primeiro-ministro anunciou foi uma vaga de despedimentos como nunca houve em Portugal, na administração pública, foi o embaratecimento do trabalho dos funcionários públicos e foi mais um ataque aos pensionistas e reformados.
 Uma violência contra o Estado moderno e democrático, que se construiu nos últimos 40 anos e uma violência para quem tem, ao longo dos anos, construído este Estado: os funcionários públicos. 
Que se desiludam aqueles que julgam que estas medidas vão apenas afectar os funcionários públicos, os pensionistas e os reformados".
 
 E sugeriu:
Portugal deve procurar anular "parte" da sua dívida e reduzi-la "sensivelmente a metade" .
A solução que os bloquistas propõem para o problema é "renegociar a dívida, anulando parte" dela e reduzindo "sensivelmente a metade" o seu valor actual, que hoje está nos 126% e que "vai aumentar com todas estas medidas".
 
É evidente que se nós baixarmos os juros a situação melhora e se prolongarmos os prazos de pagamento da dívida a situação também melhora, mas resta saber se baixar os juros e prolongar os prazos é suficiente. Na opinião do BE, não é e isso diferencia-nos dos outros partidos

Joaquim Jorge aproveitou para dizer que foi uma pena  que o movimento Que Se Lixe a Troika que protagonizou recentemente um episódio caricato no Clube dos Pensadores com Miguel Relvas impedido de  discursar ao ser interrompido pela Grândola Vila Morena , num debate moderado por Joaquim Jorge ( fundador do Clube ), não estivesse presente . O BE que tem nas suas fileiras gente que simpatiza com este movimento deveriam estar presentes para fazerem propostas alternativas...
 
Joaquim Jorge questionou João Semedo sobre a necessidade de reinventar as formas de protesto. João Semedo respondeu que neste momento da vida política portuguesa é importante protestar mas também propor soluções e aposta num governo de união com todas as forças de esquerda.
 
CdP

Função Pública : novas medidas



Rescisões podem afectar 30 mil funcionários
As mudanças no regime de mobilidade e o programa de rescisões amigáveis podem afectar 30 mil funcionários públicos, anunciou hoje o primeiro-ministro. Essas rescisões abrangem assistentes técnicos, assistentes operacionais e outras carreiras equivalentes. O Económico sabe que existirão três escalões de negociação no processo de rescisões amigáveis: o primeiro, para os funcionários públicos até 50 anos, o segundo para trabalhadores entre os 50 e os 54 anos, aos quais serão oferecidos 1,25 meses de remuneração base e suplementos permanentes por cada ano de serviço e, finalmente, para os funcionários do Estado com idade compreendida entre os 55 e os 59 anos, que receberão uma proposta de um mês de remuneração base e suplementos salariais, também por cada ano de trabalho.

Reforma só aos 66 anos
A idade de passagem à reforma nos sistemas públicos de pensões, sem penalização, aumenta para os 66 anos de idade, em vez dos 65 actuais. Além disso, o factor de sustentabilidade passará a depender, além da esperança média de vida, da evolução de "agregados económicos como, por exemplo, a massa salarial total da economia". O primeiro-ministro confirmou ainda a eliminação de "regimes de bonificação de tempos de serviço para efeitos de acesso à reforma". Passos Coelho disse que as pensões mais baixas serão salvaguardadas, mas não adiantou pormenores.

Mobilidade limitada a 18 meses
Funcionários não poderão estar mais de 18 meses em situação de mobilidade, anunciou o primeiro-ministro. No regime actual não existe qualquer limite. O Económico sabe que perante as novas regras, os funcionários na mobilidade receberão 2/3 da remuneração nos primeiros seis meses, metade nos seis meses seguintes e apenas 1/3 nos seis meses remanescentes. O valor não poderá nunca ser inferior ao salário mínimo nacional, actualmente nos 485 euros.

"Contribuição adicional" nas pensões
Passos Coelho confirmou ainda a conversão da actual Contribuição Extraordinária de Solidariedade num imposto associado "ao andamento da nossa economia para que haja uma relação automática entre o crescimento económico e a redução gradual e progressiva dessa mesma contribuição".

40h semanais de trabalho já este ano
O horário de trabalho na Função Pública, actualmente de 35 horas semanais, vai passar para as 40 horas por semana, valor de referência no sector privado, já este ano.

Revisão da tabela remuneratória única
"Precisamos de rever a tabela remuneratória única, em conjunto com a elaboração de uma tabela única de suplementos para aplicação aos trabalhadores em exercício de funções públicas, para nivelar as remunerações com os salários praticados na economia", anunciou o líder do Governo.

Mais contribuições para a ADSE
Tal como o Económico noticiou, as contribuições dos trabalhadores para os subsistemas de saúde ADSE/ADM/SAD vão aumentar em 0,75 pontos percentuais ainda em 2013, e em 0,25 pontos percentuais a partir de Janeiro de 2014.

Pré-reforma nas Forças de Segurança
A idade legal mínima de acesso à situação de reserva, pré-aposentação e disponibilidade, que precede a reforma, nas Forças Armadas, na Guarda Nacional República e na Polícia de Segurança Pública, passa para os 58 anos de idade.

fonte:DE

Debate em imagens














Reportagem na RTP , SIC e TVI

Lusa

JPN

Expresso

Noticias ao Minuto

Esquerda Net

RTP

Morte de Estudante na Queima das Fitas


Ex.º Sr, muito boa tarde,

  Aqui há uns anos atrás já, entrei em contacto com vossa excelência,
no sentido de divulgarem e promoveram um vídeo de pura violência
gratuita ocorrida num assalto, onde assaltantes saltavam sem parar sobre
a cabeça de um rapaz deitado no chão, alertando para o aumento
substancial da criminalidade violenta em Portugal, preocupado com o meu
futuro e com o futuro daqueles que um dia hão-de vir a ser meus e que
gostaria de ver protegidos, hoje, após o ocorrido na bilheteira do
Queimódromo, não posso deixar de manifestar o meu estado de pesar e
entristecido, por algo que há uns vaticinei e que hoje, mais uma vez,
assombrou Portugal.

  Há quem escreva que o ocorrido é devido ao estado do país, à nossa
decadência, por favor, a crise não é desculpa para se matar um ser
humano, nem para roubar sequer. Não pode ser! Se compreendo e entendo
que muitos hoje, se encontram em dificuldades, pois cresci nesse meio,
sei também que esse facto não desculpa a violência ocorrida ou o acto
que sucedeu!

  Peço-vos, mais uma vez, no sentidade de uma organização que respeito e
que considero ter a credibilidade merecida, sem qualquer associação ou
cor partidária, para fazerem, junto com todos os vossos membros, algo
relativamente a este assunto...

  Hoje foi o Marlon, amanhã é um qualquer de nós.

  Abraço e muito obrigado.



Luís Coutinho

03/05/2013

Clube dos Pensadores recebe João Semedo

HOJE

Joaquim Jorge , fundador do Clube dos Pensadores ( CdP) , convidou João Semedo  para estar presente no dia 3 de Maio,sexta-feira pelas 21h30 no Hotel Holiday Inn em Gaia. O tema : Propostas do BE , para uma alternativa política ,

 João Semedo,coordenador do Bloco de Esquerda , conjuntamente com Catarina Mendes. Por outro lado é  candidato pelo BE, à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa nas próximas eleições autárquicas que se realizam em Outubro de 2013.

 O BE tem feito  várias sugestões ao governo e muitas delas  procurou em vão que fossem tidas em conta  no OE 2013 :  tributação do capital e cláusula de renegociação dos juros; imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas, para financiar o fundo de capitalização da segurança social ; IRC progressivo, com 4 escalões distintos; fim da isenção das SGPS ; manutenção do IVA da restauração em 13%; regularização dos precários do Estado e Revogação da lei dos compromissos; entre outras.
 
Actualmente o BE pede a demissão do governo e eleições,  a sua substituição e a procura consensual para uma maioria de esquerda . Em recente  sondagem da Eurosondagem para o Expresso e SIC, o BE tem como intenção de voto , 8,5% . O BE com o PCP que tem 12,5%  atingem o score superior a  20%. O PS nesta sondagem tem como intenção de voto 35%.
 
Por esta análise vê-se que o BE , para quem pensava com a saída de Francisco Louçã fosse o princípio do fim, o BE , não só se tem aguentado, como pode deixar de ser partido da oposição e aspirar a fazer parte de um governo de esquerda.
 
O Clube dos Pensadores em 2013 já recebeu Jorge Miranda reputado constitucionalista , Miguel Relvas , Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares , Belmiro de Azevedo pelo seu 7ºaniversário, charmain da Sonae e Miguel Sousa Tavares ,comentador político e  escritor.
 
Em anos anteriores já recebeu Pedro Passos Coelho,  Jerónimo de Sousa , Francisco Louçã, António José Seguro , Pedro Santana Lopes , Paula Teixeira da Cruz ,Manuel Alegre, Carvalho da Silva, entre outros. 
 
Joaquim Jorge
Biólogo / Fundador do Clube dos Pensadores

 

DIA NEGRO

Hoje é mais um dia negro para os portugueses , apesar de estar um lindo dia de Sol. Em vez de começar ao contrário e fazer uma análise de todas as pensões dos portugueses , começando por exigir que cada pensionista , somente tenha uma pensão pelos descontos feitos , vai aumentar a idade de reforma.

Governar não é cortar a direito , deve-se analisar o que está mal , distorcido e pôr-se direito e com um mínimo de equidade. Primeiro o exemplo , tendo em conta o momento de excepção e dramático , ninguém em Portugal deveria ter direito a um subvenção vitalícia , por outro lado a sua pensão deveria ser processada somente com 65 anos.

 Quem já usufruiu de uma pensão antes dos 65 anos deveria pagar uma taxa por usufruir dessa pensão antes dos 65 anos. A teoria do que está para trás , não se mexe , está errada e não é sustentável.

Arranjar-se um plano , em que funcionários públicos com mais de 55 anos tenham uma pré-reforma , até atingirem os 65 anos , permitindo que abram lugares para pessoas mais novas.

Depois no Público vai haver aumento do horário de trabalho , para 40h, limite temporal na mobilidade especial, rescisões amigáveis, revisão da estrutura salarial, mais descontos para a ADSE .

A Função Pública é que paga tudo isto e o resto : observatórios, fundações , empresas públicas, aquisições de bens , etc. ?

Proibir gastos em campanha eleitoral financiados pelo erário público.

Posso estar enganado mas este não é o caminho. Enquanto eu e os portugueses tivermos conhecimento que há portugueses com uma subvenção vitalícia acumulada com uma pensão e usufruída antes dos 65 anos e outro tipo de benesses . Este país não vai para a frente e vai haver problemas .

Por outro lado Pedro Passos Coelho pode falar de  um memorando de intenções de cortes , apesar de saber que não são exequíveis nos tempos mais próximos.

JJ

noticia no JN o que augura mais um debate com casa cheia.


MEMBROS do CLUBE

Joaquim Jorge,fundador
Marcelo Rebelo de Sousa, professor universitário e comentador
Alexandre Soares dos Santos, charmain da JM
Belmiro de Azevedo, charmain da SONAE
Vicente Jorge Silva, jornalista
António Barreto , sociólogo
Jorge Miranda, constitucionalista, professor universitário
Medina Carreira, ex-Ministro das Finanças
Paula Teixeira da Cruz -Ministra da Justiça
Bagão Félix - gestor e ex-Ministro
Mário Crespo, jornalista da SIC
Fernando Nobre , presidente da AMI
Manuel Alegre,vice-presidente da AR
Pedro Santana Lopes,antigo primeiro-ministro
João Cravinho ,ex-Ministro e deputado
Dom Duarte, pretendente ao trono
Luís Filipe Menezes, presidente C. M. Gaia e ex-líder do PSD
Miguel Relvas, ex-Ministro
Miguel Beleza , ex - Ministro da Finanças e Governador do Banco de Portugal
Alberto João Jardim , presidente do Governo Regional da Madeira
Paulo Portas , líder do CDS/PP
Assunção Cristas, Ministra da Agricultura e Ambiente
Manuel Maria Carrilho,deputado e antigo ministro da Cultura
Pedro Abrunhosa, músico e cantautor
Rui Rio- presidente da CMP
Diogo Feio , eurodeputado
Vítor Baía - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
Jerónimo Sousa - líder do PCP
Carvalho da Silva , líder da CGTP
João Semedo, coordenador do BE
Francisco Louçã, ex- líder do BE
Paulo Rangel - eurodeputado
Ana Gomes ,eurodeputada
António José Seguro, deputado e líder do PS
Francisco Assis - deputado
Francisco Lopes , membro do comité Central do PCP
José Leite Pereira,director do JN
Ricardo Costa, director do Expresso
José Manuel Fernandes, director do Público
António Marinho e Pinto , bastonário da Ordem dos Advogados
Felícia Cabrita, jornalista de investigação
Isabel Stilwell- jornalista e directora do Destak
Garcia Pereira - advogado e doutorado em Ciências Jurídicas
Rui Moreira -economista e presidente da Associação Comercial do Porto
Sofia V. Barrocas , jornalista
Rui Gomes da Silva,deputado
Defensor Moura, deputado do PCP
Nuno Melo,eurodeputado
Marques Mendes , PSD
Maria Teresa Goulão, especialista em ambiente e vice-presidente da bandeira Azul
Mário Russo , professor universitário
Francisco Ferreira , professor universitário e vice-presidente da Quercus
Guilherme Pinto , presidente da CM Matosinhos
Bragança Fernandes ,presidente da CM Maia
João Peças Lopes , professor universitário , especialista em microgeração
Eduardo Vítor Rodrigues, líder do PS Gaia
Narciso Miranda, antigo presidente C. M. Matosinhos
José Guilherme Aguiar - vereador da CMG e comentador desportivo
Marco António Costa, vice-presidente da CMG e secretário de Estado
Mário Fontemanha,vereador na CMG
Álvaro Castello-Branco, vice-presidente da CMP
Mário Dorminsky,vereador da Cultura da CMG
Luís Montenegro - deputado do PSD
Rui Sá ,vereador da CDU na CMP
Joana Felício, vereadora C. M. Matosinhos
Nassalete Miranda, ex-directora “O Primeiro de Janeiro”
José Maciel , presidente do Conselho de Administração das águas de Gaia
Manuel Serrão, empresário
Magda Rocha -jornalista da RTP
Beatriz Pacheco Pereira,directora do Fantasporto
Miguel Leão, antigo presidente C. R., Norte da Ordem Médicos
Luísa Salgueiro, deputada PS
Rosário Galamba, deputada PS
Margarida Almeida , deputada PSD
Carolina Graça - colaboradora “Público”
Nuno Pacheco, director-adjunto “Público”
Jorge Manuel Ribeiro, engenheiro civil
Luís Gourgel Silva, gestor
Rosa Rodrigues, professora de História
Joaquim Jorge, biólogo
Francisco Abrunhosa, empresário
Maria Manuel, empresária
César Costa, arquitecto
Joaquim Queirós, jornalista
Carlos Pereira, psiquiatra
Pedro Magalhães, economista
Mário Jaime Aguiar, engenheiro
António Ribeiro, juiz desembargador e antigo secretário de estado
Luís Mamede, urbanista
Paulo Neves, jornalista
Carlos Caciolli, economista
Ricardo Arroja, economista
Neiva Santos,economista
Abel Ribeiro, empresário
José Diogo, consultor sénior
Jorge Ribeiro, engenheiro
Filipe Andrade, empresário
Anabela Catarino, empresária
Manuel Almeida, empresário
Luís Menezes, economista
Miguel Primaz, advogado
Manuel Monteiro, presidente PND
Nuno Linhares, bancário
Paulo Morais, professor universitário
José Marquitos, administrador do semanário SOL
Luís Costa, jornalista e colunista
Rui Santos, jornalista
Mário Jacob, gestor comercial
Francisco Craveiro, estudante FEUP
Artur Santos, empresário
Manuela Alves, professora de Inglês
Paulo Ramos, professor universitário
Manuel Carvalho,director-adjunto do Público
Renato Martins,empresário
Sergio Mendes,livreiro
João Crespo,empresário
António Vasconcelos,engenheiro
Arsénio Jorge Marta,empresário e antigo campeão nacional de ténis
Marta Costa,psicóloga
António Vilaça,presidente da ASM
António Cunha,profissional de seguros
Isabel Cruz,professora de Inglês
António Filipe , deputado do PCP
João Teixeira Lopes,deputado do BE
Arminda Bragança,dirigente da FNE
Adriano Teixeira,dirigente da FENPROF
Lino Ferreira,vereador do urbanismo na CMP
Luis Oliveira,professor e empresário
José Martins Carvalho,engenheiro
Guimarães Teixeira,economista
José Manuel Vaz,empresário
Manuela Vaz ,bancária
André Veríssimo,professor universitário
Guilhermina Alarcão,mestre em história medieval
Jorge Mota,médico
Jorge Mota(filho),médico- veterinário
Ernesto Anselmo,professor
José Oliveira,empresário
José Oliveira(filho),empresário
Jaime Resende,consultor
José Manuel Pereira,engenheiro
Arlindo Magalhães,engenheiro
Aires Silva,empresário
Irene Meira,reformada
Açucena Almeida,psicóloga
Rosa Maria de Lima,professora universitária
Belmiro Carneiro,reformado
António Crispim,empresário
Manuel Rodrigues,bancário
Susana Ferreira,jornalista
Manuel Fernandes,contabilista
Paulo Vilarinho,advogado
Joaquim Costa Maia,médico
Ana Costa Maia,gestora
Mário Russo,engenheiro
Maria Manuel ,advogada
Áureo Almeida,mediador de seguros
António Fernandes,contabilista
Manuel Mendes Moreira,funcionário público
António Neto Rodrigues, administrador Hospital Pedro Hispano
Carolina Costa, presidente do CATI
Tânia Barbosa,estudante universitária de jornalismo
João Luís Sousa,director-adjunto do Vida Económica
Frederico Valarinho,director da Focus
João Costa, empresário
Maria Manuel, advogada
Pedro Vasconcelos, administrador El Corte Inglês
Patrícia Lousinha , advogada
Elisabete Rocha , advogada
Marcelo Pinho, advogado
Almira Fonseca
Manuela Cunha
Drulovic, antigo jogador do Porto
Reinaldo Teles, administrador da SAD do Porto
Hermínio Loureiro, presidente da Liga
Ricardo Costa, jogador de futebol e da Selecção Nacional
Semedo , antigo jogador do Porto e da Selecção Nacional
António Oliveira Silva , sociólogo
Daniel Braga , professor de matemática
André Castro , empresário
Guimarães Teixeira , economista
Pedro Cruz , jornalista da SIC
André Rodrigues , administrador da TVNet
Nuno Tomé , administrador da TVNet
Paulo Pereira , administrador da TVtel
Manuel Rodrigues , antigo gerente bancário
José Vitorino , economista
José Carvalho , engenheiro
Daniel Braga , professor e mestre
Susana Ferreira , estudande
Lucinda Haettich , professora de línguas
Pedro Laranjeira , jornalista e director da revista Perspectiva
João Limas , jornalista
Patrícia Fernandes , editora
Pinto da Costa , médico - professor universitário
Ana Magalhães - arquitecta
Hercília Oliveira - empresária
Folha - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
Albertino - ex-jogador do Porto e da Selecção Nacional
António Nunes - autor do blogue Dispersamente
Rogério Pires - bancário

em actualização

02/05/2013

Diário Digital

Destak

Viva Porto

Farol da Nossa Terra

Janeiro

RTP - a passar o debate

Correio da Manhã - noticia em papel com foto em cabeçalho da página
O Gaiense - noticia em papel com algum destaque



O Documento de Estratégia Orçamental : pura profissão de fé e equivocos

Mário Russo
Vítor Gaspar apresentou o documento estratégico ao Parlamento e já está disponível para quem o queira ler. O objetivo é cortar 6,2 mil milhões de euros até 2017. Só cortes e mais cortes.

Os grandes traços do documento resumem-se às seguintes sentenças: "A alternativa de regressar a comportamentos passados implica, numa versão mais radical, a bancarrota e a saída do euro". E diz mais "numa versão mais mitigada, um percurso penoso com a soberania portuguesa reduzida durante um largo período de tempo. A troika tornar-se-ia uma presença habitual e constante no nosso país" e remata, “trata-se de desistir ou adiar a construção de um Portugal aberto e moderno". Só porque ele acredita que assim seja.
Pura fantasia. O país está a caminhar para a bancarrota, se já lá não estiver, com sustentada queda económica e crescimento da miséria e do desemprego. Únicas certezas deste modelo Gaspar/Troika.

Em concertação com Gaspar, Pedro Passos Coelho explica numa visita pública, que o problema do país "não está nas taxas de juro, mas na dívida acumulada e que para Portugal ganhar qualidade creditícia, as contas têm de bater certo".
E explica professoralmente que "Há um mito que se instalou e que eu gostaria hoje de dar um contributo para afastar. É o mito de que o Governo só não corta nos juros se não quiser". "Nunca as taxas de juro para a dívida pública foram tão baixas em Portugal”. Depois rematou PPC "Não é preciso, portanto, dominar grande aritmética para perceber que o problema não está na taxa de juro, mas na dívida que é grande".

Mas a coerência durou pouco, porque a seguir disse “Nós pagámos em 2012 qualquer coisa como 7,5 mil milhões em juros de dívida pública, foi o maior programa orçamental, mais do que a saúde, a educação e a segurança social".
Com efeito, se o problema não é o Juro, como é que o seu pagamento é assustadoramente superior ao orçamento de ministérios como o da saúde e da educação? O problema é que a Matemática/ Aritmética está muito por baixo lá para os lados do governo. Ora se o juro fosse 50% do que é, esse montante seria metade. E se fosse o que o BCE concede aos bancos privados para fazerem especulação com os Estados, esse valor seria inferior a 25%.

Gaspar acha que coloca a economia no trilho do crescimento com baixos salários e com os cortes sucessivos, delapidando o meio circulante que poderia animar a economia. Não ataca os sorvedouros públicos: PPP, fundações inócuas, administração do território, juros escandalosos de contratos ruinosos, rendas excessivas na eletricidade, offshores, fuga aos impostos das grandes empresas, etc.
Portanto, aplicando a mesma receita é que vamos lá… para o fim do poço, cada vez mais fund

BEBER

Hercília Oliveira
SE FOR "TINTO" NÃO BEBA!
SE FOR BRANCO..., PODE BEBER  ATÉ CAIR...
 
 
Não há dúvida que os nossos políticos e sobretudo os legisladores que nos brindam com as leis que elaboram, são de uma inteligência tão rara que é de fazer inveja a qualquer um.
São tantas as leis com um conteúdo tão "raro", de difícil  interpretação e tão caricato, que por vezes nos fazem pensar se foram elaboradas por pessoas que estão com as suas capacidades mentais em bom estado.
Exemplo disso é esta mais recente que entra em vigor a partir do dia 2 deste mês de Maio, e que passa a proibir a venda de álcool a menores de 16 anos; a não ser bebidas brancas, tais como: vinho e cerveja...!
Ora, das duas uma: ou o vinho e a cerveja podem ser bebidas que não embebedam (!?), ou as bebedeiras com bebidas brancas são diferentes das outras !?.
Ou então, somos tão estúpidos que foi preciso estes iluminados nos alertarem para estas diferenças que durante anos nós andamos a ignorar...!
Se calhar nós é que somos realmente uma cambada de ignorantes que nem damos o devido valor à" raça evoluída" que temos no país...!
 

01/05/2013

Acção política - DEO

A análise do Documento de Estratégica Orçamental ( DEO) mostra que vem aí dias muito complicados e difíceis.

Temos  que cortar 2.800 milhões de euros em 2014.
 Temos que cortar 700 milhões de euros em 2015 ( ano de eleições legislativas).
Temos que cortar 1.200 milhões de euros em 2016.

No total é preciso cortar 4.700 milhões de euros.

Mas este ano é preciso cortar 500 milhões de euros para compensar a quebra económica e por outro lado 1.300 milhões de euros para substituir o chumbo do TC .

 Só em cortes soma mais de 6.000 milhões de euros.

Vem aí despedimentos da função pública ,cortes nas prestações sociais , cortes nos salários , cortes nas pensões . Fez-se um compasso de espera por estarmos perto do 25 de Abril e do 1ºMaio . Vem aí coisa má e preocupante.

Com esta acção política é o fim - o fim dos portugueses , o fim  de Portugal ou o fim do governo...

JJ