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| Hercília Oliveira |
14/05/2013
PARA QUEM, VALE A PENA VIVER EM PORTUGAL
13/05/2013
Coincidências
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| Mário Russo |
3) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) CONTRATA o mesmo ANTÓNIO BORGES como ADMINISTRADOR, mantendo este as suas funções de VENDEDOR dos negócios PÚBLICOS do Governo;
4) O Grupo SOARES DOS SANTOS (Jerónimo Martins) anuncia a criação de um NOVO NEGÓCIO na área da SAÚDE (noticiado no início desta semana pela imprensa);
5) A TROIKA exige a VENDA URGENTE do negócio da SAÚDE, da CGD, já este MÊS (notícia pela imprensa).
Pura coincidência e nem sequer há conflitos de interesses segundo PPC. Tudo normal.
Este senhor é o que disse que os salários em Portugal deviam diminuir (o dos trabalhadores e não o dele, superior ao do Presidente da Federal Reserve dos EUA, B. Bernanke.
Os Cortes de Paulo Portas
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| Mário de Oliveira |
Está visto que Maquiavel, o autor de O PRÍNCIPE, ou, em tradução actualizada e politicamente correcta, COMO SE FAZ UM CANALHA, comparado com o politicamente maquiavélico PauloPortas, o do CDS/PP e membro do governo presidido por PassosCoelho do PPD/PSD, não passa de um aprendiz. Os malabarismos que, nestes últimos dias de Abril e primeiros de Maio, ele protagonizou, perante o desaparecimento total do CDS/PP, revelam um político profissional com tudo o que há de mais perverso. Solteirão, no BI, é efectivamente casado com o Poder. Ele e o Poder são uma só coisa. E essa coisa é hedionda. Dele, nunca uma mulher dirá como uma mulher diz de Jesus, em plena missão política ao serviço do Reino/Reinado de Deus, “Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram” (cf. Lc 11,27). Dele, sempre se há-de dizer, Infeliz mãe que tal filho-poder pariu. Inteligente e arguto como poucos, coloca todas as suas capacidades ao serviço do Poder, pelo que, vê-lo em acção, é ver o Poder e todo o hediondo que o Poder é.
12/05/2013
PORTO
Este ano o Benfica praticou melhor futebol ,foi mais regular , está na final da Liga Europa esteve em três frentes : campeonato; taça e competições europeias. Porém como dizia o fantástico corredor de Fórmula1 Niki Lauda nos despiques com Alan Prost , « uma coisa é chegarmos à traseira de um carro, outra é ultrapassá-lo». Este raciocínio aplica-se ao Benfica , está sempre perto mas não chega . Por este andar arrisca-se a perder tudo: campeonato, Liga Europa e Taça de Portugal.
Os seus dirigentes e principalmente o seu treinador ,uns convencidos, que pensam que se ganham jogos na imprensa e por se dizer até à exaustão que somos melhores , vamos vencer , temos melhor equipa, blá blá blá, etc.
Ao contrário o Porto esteve calado , discreto , acreditou sempre , fez o trabalho de casa , não dá nas vistas,tem atitude e comportamento de quem sabe o que está a fazer . Reparem que venceram o Benfica e sempre com humildade e os pés assentes na terra . Fizeram constar e passaram a mensagem no fim do jogo, que ainda não ganharam nada , que falta ainda o Paços de Ferreira.
O Benfica não aprende , não tem consistência e é dirigido e organizado por uns espalha brasas.. São campeões para os jornais , para a sua verborreia e alter-egos descomunais. Não aprenderam, não querem aprender e não passam de uns medíocres .
Podiam fazê-lo com José Mourinho , num jogo desta importância deveriam ter vindo para o jogo umas horas antes directamente para o Dragão , em vez de obrigar os jogadores a todo o tipo de pressão e incidentes à sua volta e com a sua presença.
Assim o faz Mourinho quando visita Barcelona.
Que saudades de Borges Coutinho e daqueles tempos , de postura , atitude, comportamento e de vitórias.
O jogo foi correcto , intensivo e emocionante , o árbitro Pedro Proença mostrou por que é um dos melhores do mundo. O treinador do Porto , Vítor Pereira arrisca-se a vencer mais um campeonato ,a ter um registo memorável e muitos portistas querem que ele se vá embora.
Fica a imagem de um Jorge Jesus a ajoelhar-se no segundo golo do Porto perante tanta estupidez e dislates ditos antes do jogo , nunca pensando que poderia perder. E, a correria de loucos de Vítor Pereira e expressões de alegria inaudita
Para já Pinto da Costa está-se a rir baixinho e para a semana provavelmente vai-se rir alto...
JJ
11/05/2013
Desburocratização
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| Miguel Mota |
A baixa produtividade dos portugueses é consequência de um número muito elevado de factores, não sendo, portanto, possível transformá-la de golpe, com uma única solução.
Entre os factores que contribuem para essa baixa produtividade encontra-se um certo grau de ineficiência de muitos serviços do Estado, consequência daquilo que se chama BUROCRACIA.
− A catalogação final das despesas será feita, pelo pessoal administrativo, segundo as rubricas em vigor. No final do ano deverá ser dado ao investigador responsável pelo projecto o quadro da sua programação por rubricas e como, na realidade, foi dispendido o quantitativo total, pois as discrepâncias encontradas poderão dar boas indicações para programação futura.
É este um exemplo muito simples de desburocratização, de aplicação fácil, imediata e sem encargos, capaz de dar aos cidadãos uma riqueza que passa despercebida mas é real.
Entrevista de Joaquim Jorge à Rádio Geice Fm de Viana

Entrevista de Joaquim Jorge à radio Geice Fm em Viana , a propósito da sua ida ao IPVC falar de Ecologia Politica . Para ouvir fazer download
10/05/2013
Sondagem
As nêsperas
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| Miguel Mota |
Crónica Liverpool
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| Pedro Almeida |
09/05/2013
Pensões
Os Sindicatos da Função Pública considera
ilegal a aplicação de cortes retroactivos nas pensões do Estado e que são inconstitucionais. Reformas
Segundo li, os cortes podem atingir actuais reformados da função pública. Acho muito bem.
Não podemos viver num país até determinada data ( por exemplo 2005) em que um cidadão se reformou com determinados requisitos altamente favoráveis e com bonificações .
No lema tudo que está para trás fica assim e quem está para a frente ( depois de 2005) e arca com o ónus de tudo ( pensão penalizadíssima e muito mais idade para se reformar).
Não podemos viver dentro do mesmo país com vários tipos de reformados e pensionistas.
Deste modo o Governo deve rever todo o sistema de cálculo das pensões, para trás ( com retroactividade ) . Deve lentamente convergir as regras da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social e não de supetão. Deve haver um período de transição. E evidentemente preservar as pensões mais baixas.
O Governo pretende cortar nas actuais pensões do Estado, aplicando um corte de 10% na parcela da pensão que foi calculada só com base no último salário. Não concordo.
Deve rever todas as pensões , em que o seu valor deve ser calculado pelos descontos feitos , e não, por benesses ou cargos exercidos.
Há muita gente que tem uma pensão que não condiz com os descontos feitos. É pegar numa folha Excel e rapidamente recalcular a pensão de cada pessoa.
Acabar com as subvenções vitalícias concedidas pelo Estado. E, não permitir que alguém que tenha uma pensão, possa acumular com um vencimento , antes de perfazer 65 anos.
Neste momento o país precisa de uma redefinição ética, cívica e moral. É preciso sentido comum e uma base moral honesta.
É preciso empenho em quem tem a responsabilidade e a autoridade de decidir , É preciso doses de equidade e exemplaridade para se ganhar confiança e dar-se a volta a este estado de coisas.
Como diz o sábio povo. « casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão» . É preciso distribuir o mal pelas aldeias , para as aldeias terem alguma coisa no futuro. Não podem uns ter tudo e outros nada . Uns de mãos nos bolsos e outros a carregar "heranças".
É legitimo redefinir os privilégios e distribuir os sacrifícios.
JJ
08/05/2013
Funcionários públicos : enterrados vivos
O Governo ao engendrar uma sistema maquiavélico de despedimentos na função pública vai conseguir fazer algo de extraordinário, enterrar pessoas vivas.
Como o vai fazer é diabólico. Os funcionários públicos passam de uma posição aparentemente favorável ( segurança no emprego) , para uma situação pífia e histriónica ,( despedido sem mais nem menos).
A jactância desta situação é insólita e torna o funcionário público , refém de uma estratégia delineada exactamente ,por quem é em parte culpado, do endividamento até ao tutano do nosso querido país.
A morbidez desta situação é que o funcionário público é enterrado vivo e é ele que faz a cova onde vai ser enterrado. Pois ao longo desta crise tem-lhe sido cortados ( pá a pá) direitos como vencimento , subsídio , acesso à saúde, etc.
O caricato desta situação é que se exige tudo e não se lhe dá nada ou muito pouco. Manda-se embora do pé para a mão e dá-se uma indemnização , porém se essa indemnização passar os 47.000€ , não a recebe , depois não tem direito a subsidio de desemprego , como qualquer trabalhador tem acesso. Por fim nunca mais pode trabalhar num organismo público. O que é isto senão enterrar uma pessoa viva? Coarctar a possibilidade de refazer ou tentar refazer a sua vida como acontece , num comum funcionário privado que é despedido, pode ir para o privado ou até público.
Como vai viver um funcionário que fez mais de 34 anos de descontos até à idade de reforma com mais de 55 anos ? Provavelmente pedir, roubar, perder a dignidade ou suicidar-se . Alguém está atento a este drama e flagelo social que aí vem?
O funcionário público é o alvo a abater , perseguido , existe um racismo persecutório contra o funcionário público criado por este governo e outros. O funcionário público é um privilegiado , um malandro , etc.
Ponho à vossa consideração , alguém com mais de 55 anos que receba uma indemnização amputada do seu valor real ( deveria receber 90.000€ mas só recebe 47.000€ , como pode viver até chegar à idade de reforma ?
Como é possível passar-se de forma instantânea de uma situação normal para uma situação de precipício.
Um funcionário público antes era enterrado morto como toda a gente agora vai ser enterrado vivo.
JJ
07/05/2013
Livro
Vem aí novo livro. Fiquem com as imagens dos 3 livros anteriores.
Para isso foi criada uma Página do evento , utilizando o Facebook para uma maior divulgação. Será um evento diferente numa sala única e com algumas surpresas.
Joaquim Jorge em Viana
Abordar temas que afectam a qualidade de vida de qualquer pessoa: transportes; habitação; acesso a serviços de saúde, ensino e justiça, entre outros; oportunidades de participação cívica; acesso à informação; oportunidades de trabalho; qualidade de espaços públicos; etc.
Falar com as pessoas, ver o que é prioritário, e o que é que faz falta incluir.
A melhor forma de incutir confiança e respeito é «o exemplo do nosso poder tem que ser igualado pelo poder do nosso exemplo», as instituições públicas estarem ao serviço das pessoas e não aos interesses e objectivos particulares e partidários.
Há gente que já perdeu a fé nos políticos e no país. Estão fartos de sorrisos brancos, fatos escuros, interesses obscuros, demagogia, broncos e insultos. Um palavreado contínuo, uma retórica brilhante vazia de conteúdo e inacção.
Como diz Michel Maffesoli, «o político é o contrário do que é a democracia; agora são uns poucos, uma aristocracia, quem governa».











