19/03/2013

Selecção JJ-After The Love Is Gone - Earth Wind And Fire


Belmiro de Azevedo abrilhantou o 7ªaniversário do Clube dos Pensadores

O Clube dos Pensadores ( CdP) fez 7 anos de existência e tem por isso idade para ir para a Escola, mas na verdade o CdP já é Escola. Joaquim Jorge, fundador e dinamizador está de parabéns pelo feito, tal como todos os que se lhe juntaram e ao longo dos anos persistentemente estão na linha da frente presentes em todas as realizações deste único Fórum de verdadeira Liberdade e cidadania de Portugal.

O CdP iniciou as atividades na Maia e logo sedeou-se em Gaia. Tinha tudo para dar errado. Joaquim Jorge não tinha empregos a dar nem outras benesses, como costuma dizer, mas a sua persistência e mestria em conduzir e dinamizar este conceito de cidadania inovador têm feito este caminho. Acutilante e certeiro nos convites a personalidades que pensam o país, sejam elas de esquerda, do centro ou da direita. Nunca ninguém foi condicionado. Hoje o CdP é uma referência Nacional. Por aqui passaram Homens como Manuel Alegre, Vicente Jorge Silva, Paulo Portas, Maria de belém Roseira, António José Seguro, Pedro Santana Lopes, Luis Filipe Menezes, Narciso Miranda, António Barreto, Pedro Passos Coelho, Francisco Louçã, Jerónimo de Sousa, Carvalho da Silva, João Cravinho, Alexandre Soares dos Santos, Garcia Pereira, Manuel Monteiro, entre outros, que peço desculpa não citar.

CdP é marca de qualidade e a prova foi termos tido a comemorar o aniversário o Engº Belmiro de Azevedo. Melhor presente seria muito difícil. Um empreendedor e um vencedor, que fala pouco e certeiro. Quando aparece em público, seja onde for, há uma onda de pessoas a quererem ouvi-lo, pois inspira um certo ar messiânico, de D. Sebastião, como diz JJ. O debate iniciou com uma resenha biográfica do convidado, que Joaquim Jorge preparou, como sempre, muito bem. Salientou algumas das inegáveis qualidades deste Homem invulgar, cujo “job”, como disse, é criar a maior de todas as riquezas, empregos, reinvestindo a maior parte dos lucros, não distribuindo em alguns anos os dividendos para poder investir mais. De origem humilde, não tem a menor intenção de esconder, pelo contrário, gosta de realçar para demonstrar que o principal está dentro da nossa atitude.

Belmiro de Azevedo não surpreendeu, porque já se sabia que seria de facto uma lição o que ouviríamos na noite de debate do aniversário, e assim foi, uma lição de Gestão e de vida. Falou dos desperdícios dos dinheiros públicos aplicados em coisas não reprodutivas e no facto de não termos sabido fazer coisas simples como não gastar mais do que temos. Seria gerir com 2 gavetas, uma para as receitas e outra para o pagamento das contas e não teríamos chegado a esta crise.

Sintetizou em poucas palavras as medidas imediatas a concretizar para sairmos do buraco:

 - Olhar para as potencialidades do território e explorá-las com sabedoria na agricultura, floresta e turismo. De facto, o território é propenso a ser alavancado no setor primário criando milhares e milhares de empregos a custos baixos e imediatos. Fazer o emparcelamento para se poder explorar convenientemente quer a agricultura, quer a floresta, que está quase abandonada. O clima ameno, a nossa costa marítima com as melhores praias da Europa, a segurança, os serviços, estradas (até em excesso) e low-cost dos transportes (a Ryanair fez mais pelo turismo de Portugal que todas as estratégias dos governos) são fatores a explorar para aumentar o turismo e as receitas.

- O outro fator de competição é a educação e a formação permanente ao longo da vida. Só assim é possível estar num mercado em constante movimento e alteração. O que era tecnologia há 20 anos, hoje é obsoleto e se não nos adaptarmos estamos fora do mercado e da competitividade. Deu o seu próprio exemplo de aprendizagem ao longo da vida. Quando começou com a aventura Optimus, teve formação em telecomunicações durante 2 anos para saber a fundo do “negócio”. As pessoas podem aprender sempre, dependendo da sua atitude.

Também deixou transparecer a esperança em dias melhores, ante várias perguntas que se lhe foram dirigidas. Disse Belmiro de Azevedo que no tempo em que ele era criança havia disputa por comida. Hoje nada é comparável. Referiu que há 20 anos a tecnologia usada nos rádios era uma, com ruídos e má qualidade. Hoje é totalmente diferente. Em poucos anos tudo muda e certamente podem acontecer coisas que mudam radicalmente a atual situação. Muito depende de nós e da nossa atitude. Há duas décadas não havia portugueses em lugares de destaque fora de Portugal. Hoje são milhares. OS jovens são bilingues e aptos a trabalhar em qualquer parte do mundo. Há, pois, esperança sim.

Sobre as constantes previsões erradas de Vitor Gaspar, Belmiro desculpou-o por não haver modelos de qualidade para fazer previsões em Portugal, como existe nos EUA, onde uma subida no petróleo é logo refletida no preço dos cereais, por exemplo, e daí na tomada de medidas rápidas. Mas aqui é onde discordo do Engº Belmiro de Azevedo. Ele foi generoso com Gaspar. Com efeito, um cientista que se preze aplica um modelo uma vez e vê se é adequado ou não e fará as correções necessárias. Mas os erros de Gaspar são demasiado grosseiros. A economia não é uma ciência exata, mas social. É preciso ajustar a realidade aos sinais que essa realidade mostra. Coisa que Gaspar não fez, ou não sabe. Para mim, por pura incompetência, porque a outra alternativa seria por má-fé, que julgo não ser o caso. Gaspar padece da humildade científica e é obcecado pelo seu excel, que aceita todas as asneiras.

Mas também o Engº Belmiro falou dos salários na função pública, que genericamente são baixos, mas alguns até altos demais para os respetivos titulares. Há gente na FP a ganhar mais do que merece e muitos demasiado incompetentes. Os baixos salários praticados em cargos importantes não conseguem aliciar e permitir recrutar os melhores, daí não ser novidade os falhanços que se constata na nossa governação. Devia, disse ele, haver vários salários mínimos, dependente dos cargos e nível de responsabilidade e salários que estimulassem que os melhores fossem recrutados.


Mário Russo
JJ perguntou se Belmiro não gostaria de estar a governar, pois gostaria de o ver como Primeiro-Ministro, porque tem experiência e não precisa de provar nada a ninguém e ajudaria Portugal a ter um rumo. Mas Belmiro contornou muito bem a questão dizendo que não seria bom governante, porque nas empresas tudo tem um tempo e a decisão é rápida. Não podem as empresas darem-se ao luxo de esperar diante de um facto, porque o prejuízo é imediato. Até porque quando erram numa previsão, não podem tributar o cliente, como faz o Governo, que é lento e tributa muito, e quase sempre mal, não só muito, mas cegamente.

Um aniversário inolvidável. Parabéns Joaquim Jorge e Clube dos Pensadores.

 

SIC

RTP do lado direito da peça jornalística tem diversos vídeos para ver

TVI

Debate em imagens


















fotos : Vítor Alves

Noticias



Belmiro de Azevedo diz que Estado não deve ter direito de confiscar

Expresso-1 hora atrás
Vila Nova de Gaia, 18 mar (Lusa) -- O presidente do conselho de administração da Sonae, Belmiro de Azevedo, reagiu hoje à situação no ...



Belmiro de Azevedo diz que "sem mão-de-obra barata não há ...
Jornal de Notícias-há 2 horas

Belmiro de Azevedo compara manifestações a «Carnaval permanente» (Renascença)
«Enquanto o povo se manifesta, a gente pode dormir mais descansada. O pior é quando não se manifesta», afirma o empresário.

18/03/2013

CLUBE DOS PENSADORES


7º aniversário

O Clube dos Pensadores comemora em Março de 2013 , o seu sétimo aniversário. Joaquim Jorge convidou Belmiro de Azevedo para se associar a essa data.

O local é como habitualmente no Hotel Holiday Inn , pelas 21:30 , no dia 18 de Março , segunda-feira.

O tema do debate:

Será sobretudo sobre opções para criar muitos empregos a baixo custo, tirando partido sobretudo dos sectores primários (floresta, agricultura, mar, turismo, sol, clima), com valor acrescentado por mão-de-obra ainda muito útil para o sector primário e mesmo primeira transformação de produtos do sector primário).

O financiamento da economia, em clara desvantagem face às opções do governo:

1º Estado
2º Sector Financeiro
3ºA Economia.

Belmiro de Azevedo , engenheiro ,é conhecido também pelo seu carácter empreendedor, pela sua ousadia e pela frugalidade que cultiva pessoalmente e que se estende à gestão e à cultura do Grupo Sonae. Faz parte das personalidades mais ricas do Mundo , sendo uma referência de empreendorismo em Portugal e no Mundo. Durante anos foi considerado o cidadão mais rico de Portugal.

Belmiro de Azevedo recentemente deixou de integrar a comissão executiva da Sonae Indústria, mas mantendo-se como presidente do conselho de administração da empresa.

Neste momento particularmente difícil que Portugal atravessa , em que há derrapagem do défice e as metas do PIB falharam de novo,é importante ouvir um empresário empreendedor como Belmiro de Azevedo .Portugal precisa de gente desta fibra, com garra , com querer , com visão , com capacidade de fazer e criar postos de trabalho. A redução do défice gera confiança , mas tem um impacto muito negativo na evolução da economia.Se continuarmos a fazer cortes e mais cortes sem estímulos ao crescimento.
A redução do défice é um processo inevitável, mas à custa disso ,está a tornar-se um flagelo social com o desemprego .O clima social em 2013 está muito degradado chegando ao ponto de muitas vozes pedirem a demissão do governo.

Portugal tem que inverter esta situação e centrar-se em contratar pessoas. Desapareceu a geração do emprego é preciso tomar medidas para começar a ver a luz ao fundo do túnel.É necessário promover iniciativas para promover a recuperação da actividade económica e o investimento.

O Clube dos Pensadores tem pugnado por uma nova forma de intervenção cívica ,em que a democracia não se esgota nos partidos políticos.Os cidadãos têm que perceber que votar é importante , mas não chega . Quem elegemos têm que prestar contas, explicar o que está fazer e sempre que possível ouvir a opinião da sociedade civil.

Ao longo destes 7 anos o Clube recebeu figuras públicas da área política :o actual primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ; Paulo Portas ; o líder da oposição António José Seguro; Carvalho da Silva ; Jerónimo de Sousa ; Pedro Santana Lopes ; Manuel Alegre ; Luís Filipe Menezes; Francisco Louçã ;Alberto João Jardim entre outros. Área da Economia : Medina Carreira; Bagão Félix; Miguel Beleza. Área do desporto: Vítor Baía; Fernando Gomes , presidente da FPF,Hermínio Loureiro (ex-presidente da Liga);Ricardo Costa ( ex- jogador do Porto). Área do Jornalismo: Ricardo Costa ( director do Expresso);Vicente Jorge Silva(ex-director do Público); Mário Crespo. Área musical : Pedro Abrunhosa.Área Universitária: João Peças Lopes (INESC); Francisco Ferreira ( Quercus);etc.

O ano passado, em 2012, no 6ºaniversário , o empresário Alexandre Soares dos Santos. Paula Teixeira da Cruz , Ministra da Justiça , Procuradora-Geral Adjunta Cândida Almeida , Jorge Miranda , constitucionalista , Garcia Pereira do MRPP , entre outros.

Clube dos Pensadores

 

O Pesadelo Europeu

Hercília Oliveira

A cada dia que passa, temos a comprovação e sentimos na pele, o erro que foi a entrada de Portugal na UE.
Acho até que o erro foi a criação da mesma união.

Acredito que a intenção de quem a teve inicialmente foi boa. O mal, foi terem a ilusão de que quem iria dar seguimento e desenvolvimento ao projecto seriam pessoas bem intencionadas e com o mesmo sentido de responsabilidade.
Acontece, que o que se desenvolveu foi uma tomada de poder por uma "elite" de incompetentes e de abutres.

Juntando a esta "ninhada" de abutres, os que existem por toda a Europa em todos os países que se regem prioritariamente pelos seus interesses pessoais, e em que o vil metal é o valor principal, temos uma Europa cada vez mais enfraquecida e em que os cidadãos estão vivenciando uma tragédia económica em que as suas vidas todos os dias pioram e se entrou numa escalada de degradação total.

As notícias que vão chegando são assustadoras.
Temos agora o Chipre, que até o dinheiro que as pessoas tem no banco lhes foi roubado!
Quer dizer..., uma UE que nos disseram ser criada para que fossemos mais fortes e em que as pessoas tivessem um nível de vida melhor e mais igualitária, temos uma UE a desmoronar aos poucos, e em que as pessoas a cada dia que passa sentem as suas vidas tragicamente afectadas e com um futuro sem esperança.

 

Joaquim Jorge - RTP Informação 24 - 18.03.2013


VISAO ALTERNATIVA 14_03


17/03/2013

Selecção JJ - BB & Q Band - On The Beat


Humor

enviado por Hernâni Mesquita


Noticia no CM e JN do debate

Ainda o conceito de democracia

 

Miguel Mota
“Até prova em contrário, a destruição do sistema de democracia representativa não tem alternativa séria que se recomende”, escreveu Miguel Sousa Tavares num excelente artigo no Expresso de 2-3-2013. Convém acrescentar “...representativa dos cidadãos...” que, em democracia, são quem tem o poder e, portanto, escolhem quem desejam para neles delegar o poder de legislar e governar. Um sistema em que os eleitores só podem escolher quem foi nomeado candidato por meia dúzia de cidadãos - e em listas com ordem fixa! – é ditadura.

Isso era o que eu mais detestava na anterior ditadura, pois considero mais grave a limitação dos direitos de cidadania que é não ter eleições livres do que aquela estúpida e até pouco eficaz censura, pois quase tudo se sabia sempre, por outras vias, daquilo que tinha sido cortado. É claro que eu não quero censura mas, como disse, considero essa limitação menos grave que os candidatos a deputados – que o podiam ser e agora não podem! – além de terem certas limitações, terem os resultados manipulados de forma a ser eleita apenas a lista que a ditadura desejava. Agora não é necessário manipular resultados pois não há o “perigo” de ser eleito algum autêntico independente e a meia dúzia de chefes dos partidos tem a garantia de que só serão deputados os candidatos nomeados por eles. E, repito, em listas com ordem fixa!

Por isso eu quero, para a eleição dos deputados, além de círculos uninominais, normas idênticas às que existem para eleger o Presidente da República, as únicas democráticas em Portugal.

Se a maioria dos portugueses não gosta deste Presidente – e sei que há por aí muitos que pedem que ele lhes dê o que a Constituição não lhe permite dar – porque não elegeram outro melhor? Tinham toda a liberdade de o fazer.

 

Projecto

Caro Sr. Joaquim , 

Sou Samir .  Tenho 22 ano e sou revolucionário e copta . O meu  meio de  ser  revolucionário é o plano abaixo . Gostava de levar alguns momentos para lhe falar da minha história e do meu projeto .

Durante os anos em que andava na escola, na cidade onde nasci , o meu único interesse era brincar - e estudar, só em época de exames. Na escola secundária, decidi estudar muito para que pudesse entrar em qualquer faculdade que quisesse. Obtive uma alta classificação e pude, assim, frequentar a Faculdade de Línguas no Cairo. Escolhi Inglês e Português.

Gostei muito do Português. Estudei muito o Português e decidi que o meu objetivo era ser professor de Português no Egito. Enquanto estava na universidade, acompanhei as eleições americanas de 2008 e fiquei muito entusiasmado com Obama e com a sua história. Quando ganhou as eleições, fiquei muito feliz.

Em 2009, Obama visitou o Cairo e eu acompanhei esta visita pela televisão. Mostrei à minha mãe como um homem "que veio de uma família muito simples"  e "cujo pai era originário da África" se tornou no Presidente dos EUA. Disse-me que esperava que eu tivesse tanto sucesso quanto ele. Respondi que Obama tinha nascido nos EUA.

Nesse ano, ganhei uma bolsa de verão de Língua e Cultura Portuguesa para Estrangeiros e vivi em Portugal durante três meses que mudaram completamente a minha vida. Três meses que me abriram os olhos para um novo e diferente mundo. Vivi, nesse período, com mais de uma família portuguesa e adquiri uma nova e rica cultura. Conheci muitas pessoas e fiz muitos amigos. Isto ajudou me a construir uma nova base para uma identidade mais forte e deu me a coragem para ir além das simples mentalidades tradicionais Egípcias com que cresci no Egipto .Tentei ficar mais tempo, para completar o meus estudos em Língua Portuguesa, mas compreendi que tinha de voltar ao Egito.
Voltei aos meus estudos na universidade e, depois disso, trabalhei um ano na IBM. Durante esse tempo, assisti à revolução de 25 de Janeiro. Com o tempo, formulei um plano completamente diferente .

O meu plano é o de regressar a Portugal. Começarei por estudar todas as matérias em Português nos primeiros meses , de modo a ficar bem preparado para frequentar a faculdade de Direito no próximo ano lectivo
(2013-2014 ) . Estudarei Economia enquanto estudo Direito .
Pretendo envolver-me na vida política Portuguesa, Europeia e Mundial a um nível muito alto . Irei ser Português depois de alguns anos de estadia em Portugal . Além disto ,  mudarei o meu nome, para me tornar 100% Português. Li um artigo no Público em que se diz ser possível mudar de nome e encontrei o meu nome na lista de nomes que podem ser alterados.

Pretendo resolver muitos problemas em Portugal , na Europa e no mundo. Tenho a certeza de que irei alcançar um grande e extraordinário sucesso, em Portugal e fora dele.


Depois deste longo percurso, desejo trazer para o Egipto o que aprendi através do  trabalho árduo  em Portugal, na europa e no mundo.  Irei trabalhar com a elite Egípcia  ( profissionais , escritores , homens de negócio , jornalistas ..)e  os jovens que fizeram a revolução de 25 de Janeiro, para que o Egito seja um país  moderno e laico  , como  qualquer país da Europa.

Thomas L.Friedman escreveu no artigo "The Fear Factor" , para ( New York Times ) , " ... o nosso apoio será condicionado em certos princípios. Que princípios? Nossos princípios? Não. Os princípios identificados pelo Relatório de Desenvolvimento Árabe da Vertente Humana 2002 das Nações Unidas que foi escrito por e para os árabes. Ele disse que, para o mundo árabe prosperar, precisa superar o défice de liberdade, o défice de conhecimento e o défice de apoderamento das mulheres. "

 Inspirado  nestas palavras e nas minhas vivências ,irei escrever sobre a minha vida e sobre os anos que vivi no Egito. Este livro ajudará, em grande medida, a concretizar este objetivo. Este livro mostrará ao mundo inteiro a riqueza da cultura Portuguesa e a glória de Portugal. Tenho a certeza que outros países do Norte de África seguirão o exemplo do Egito.

 
Este livro mostrará ao mundo inteiro também a riqueza da cultura Portuguesa e a glória de Portugal quando contarei  e escreverei  o que vivi e o que  irei viver em Portugal . 
Considero que este é um investimento seguro e certo porque estou zelosamente comprometido com este curso. O que é preciso é ajuda financeira para o início deste projeto e procuro quem possa financiar os meus estudos em Portugal e queria saber as suas sugestões . Penso em apresentar este assunto para o Sr. Belmiro de Azevedo sendo ele homem de negócio e acho que possa ajudar-me se for convencido . 
Depois de terminar esta longa jornada de educação , terei o prazer em devolver o dinheiro que foi investido em mim graciosamente com interesse.

Sou Português , pelo menos , dentro de mim e é só  uma questão de tempo até que isto seja real em todos os sentidos enquanto vivo em Portugal . 


Obrigado pelo seu voto de confiança . 
 
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Samir Hany

16/03/2013

Selecção JJ - Will Downing Im Gonna Love You A Little More Baby


Hoje noticia em papel no VE




DN Noticias

15/03/2013

Enganei-me...

Com o anúncio de mais tempo e maior flexibilidade pensei que o governo tinha conseguido algo de bom e digno para quem trabalha por conta de outrem. Mas enganei-me...

1- Rescisões amigáveis

No âmbito da reforma do Estado, o Governo vai avançar já este ano com rescisões amigáveis na função públicas.

As medidas da reforma do Estado representam 500 milhões de euros em 2013.


2- Corte nas indemnizações entra em vigor até Outubro

Os novos contratos permanentes (assinados depois da entrada em vigor da nova lei) terão direito a 12 dias de salário por cada ano de casa. Já os restantes contratos terão direito a "18 dias por cada ano de trabalho nos três primeiros anos, e 12 dias nos seguintes".

Esta solução, noticiada hoje pelo Diário Económico, afasta-se assim daquilo que previa a proposta entregue pelo Governo no Parlamento e que previa a redução das compensações para 12 dias de retribuição-base e diuturnidades para todos os contratos.

 Os contratos a termo mais antigos já vêem a sua indemnização calculada com base em duas fórmulas (30 dias e 20 dias). O mesmo acontece com contratos a termo, que podem acumular duas parcelas (três ou dois dias por cada mês com 20 dias por ano de trabalho). Os contratos iniciados depois de Novembro de 2011 contabilizam hoje apenas 20 dias de salário por ano de casa.
No entanto, já está em vigor um tecto de 12 salários, que continuará a ser aplicado. A excepção actual é para aqueles que, em Outubro de 2012, já contavam mais de 12 anos de casa. Para esses trabalhadores, o valor a que tinham direito nesse dia congela e, de acordo com as actuais regras, será esse o valor a receber no dia do despedimento.

Com esta recessão e desemprego , medidas para mandarem embora mais funcionários públicos , como sendo o bode expiatório das despesas do Estado . Porém todos sabemos que as despesas do Estado foram feitas pelos governantes com um desperdício e despesas sem razão de ser.

A redução com a aquisição de bens e serviços , corte nos gastos com estudos e pareceres , uso de software livre poupando milhões de euros,é fundamental um corte na despesa pública , combatendo o desperdício e pelo rigor - no fundo uma política de exemplo .

É preciso reduzir significativamente o consumo de bens , serviços e pessoal: uso de telefones pessoais de pessoal dirigente e criar tectos de gastos ; redução dos vencimentos dos órgãos de soberania e dos órgãos de gestão ; acabar com o regime de avença e contratos a prazo ;diminuir as horas extraordinárias ; proibir a aquisição de carros novos ;
Menos Fundações , PPP`s , etc., etc. Poupar em tudo para salvaguardar postos de trabalho.
JJ

Entrevista ao MaiaHoje

(Clique em cima da imagem 1 ou 2 vezes para ler) 
Os debates do Clube começaram , na Maia em Março de 2006.

Graças à Santa Troika


Graças a Deus ,ou  à Troika , ou a Paulo Portas , ou a não sei a quem , se calhar ao Divino ,
 mas finalmente perceberam que é preciso mais tempo para se fazerem as coisas .

 Os prazos para a diminuição do défice foram progressivamente adiados. No final deste ano Portugal terá de chegar aos 5,5%, em 2014 o défice orçamental tem de baixar para 4% e chegar aos 2,5% em 2015.

Portugal consegue mais um ano para ajustar o défice e consegue também mais tempo para concretizar os cortes de quatro mil milhões de euros na despesa do Estado.

O calendário é agora alargado para 2016/2017.


Tanta relutância , medo e receio de pedir mais tempo. Deve-se premiar quem está a cumprir , e mais, quem nada teve a ver com este descalabro das contas públicas dos últimos anos.

Quando se assume uma dívida de outrem , tem-se muito mais facilidade e argumentos para se pagar de outra forma.

Este governo, assim se pede, e tem, que exigir mais tempo para  pagar o que se deve.
Primeiro porque não foi ele que contraiu esta monumental dívida e depois porque está a cumprir com a sua palavra, isto é , a pagar aos seus credores.
Mas também tem que dizer alto e bom som que não pode acontecer como a um doente que morre da cura. A austeridade é uma terapia que está no seu limite - mais é contraproducente.

JJ

Que futuro para os jovens agricultores?

Miguel Mota

 O actual governo, através da sua Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, travou a destruição da agricultura que vinha sendo feita por vários governos e que atingiu uma enorme intensidade com o governo Sócrates. Bastou parar uma grande parte dessa destruição e pôr em marcha alguns sectores onde se verificava uma verdadeira sabotagem, para a tão espezinhada agricultura passar a ser um oásis na miserável economia portuguesa.
Um dos aspectos que reputo muito favorável foi o estímulo dado aos novos agricultores, especialmente aos jovens, que nessa actividade já ingressaram em grande número. Desejo-lhes os maiores êxitos, de que o país tanto necessita
Mas tenho uma dúvida, que pode ser uma grande sombra para o futuro desses novos agricultores.
Todos agora falam na necessidade da inovação. E a fonte da inovação para a agricultura é a investigação agronómica. Do criminoso desmantelar dos organismos de investigação agronómica do ministério, apenas resta uma pequena parcela do grande know how que há anos havia e que permitiu dar muito à agricultura portuguesa. Os agricultores de Elvas – e não só – conhecem bem o problema e certamente se lembram do que foi a produção científica da Estação de Melhoramento de Plantas, através daquela parte que vai directamente para o agricultor. Certamente alguns se lembram do grande impacto de variedades ali produzidas a partir da década de 1950, como o trigo Pirana, o Grão da Gramicha e muitas outras que se lhes seguiram e eram cultivadas em grandes áreas. As carências de meios – quando as finanças portuguesas ainda não eram o actual desastre – e outras armas de destruição fizeram com que hoje a investigação agronómica do ministério seja uma sombra do que era.
Da ideia, no princípio, de que se ia iniciar uma recuperação, possível e necessária, mesmo nesta época de penúria, o que se fez foi escasso e, na minha opinião, com variados erros. Tenho imensa pena, pois sei que era possível fazer muito melhor, com reflexos positivos na economia de Portugal e até para a sobrevivência do próprio governo.
Não sei se a senhora ministra está obrigada à “lei”, que tenho denunciado, que manda destruir toda a investigação pública que não seja das universidades. Se essa “lei” criminosa, de lesa cultura e lesa economia – e não só no sector da agricultura – continua em vigor, o futuro desses novos agricultores ficará irremediavelmente comprometido.